Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 19 de abril de 2020

Don't sell the dreams

«Don't sell the dreams you should be keeping
Pure and simple everytime»

The Lightning Seeds, "Pure", compositor Ian Broudie, 1989.

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Um sonho

Poder dizer às gerações vindouras que a república foi um mau período que Portugal atravessou, durante cerca de 100 anos, mas que felizmente já faz parte do passado. Portugal hoje encontra-se novamente restaurado.

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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

"Perdemos a capacidade de sonhar"

«Perdemos a capacidade de sonhar (...) a República nunca se atreveu a perguntar aos portugueses se estavam de acordo ou queriam mudar.»


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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O sonho

Aquilo que faz mesmo, mesmo, mesmo falta para restabelecer os pilares que levarão à real mudança de Portugal: O SONHO!

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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Monarquia, o Sonho…

Não é por mero acaso que as três repúblicas por que passamos, não têm forma de nos fazer evoluir, antes são antónimo disso mesmo: regredimos e perdemos…de dia para dia. 

Nunca esqueçamos que os tiques mais retrógrados, limitativos e estanques deste formato regimental residem num aspecto: o Positivismo. A república é sinónima de Positivismo. Uma corrente? Uma filosofia? Um modo de vida? Um modo de pensar? Um modo de agir? Veja-se a tão severamente criticada República Federal da Alemanha… 

O positivismo corta a razão do sonho e o sonho faz-nos acreditar. O sonho que nos une. O sonho que nos permite inovar. O sonho que nos permite quebrar barreiras…que pelo menos nos permitiu em Monarquia várias vezes. 

Enfim, o sonho que, em Monarquia, comandou as nossas vidas mas que no dia 5-10-1910 positivamente dilacerou-o. De ano para ano estamos a murchar…a minguar em pesadelo.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)