Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quarta-feira, 1 de maio de 2019

(a)Mar

«(...) o tempo não passa por mim quando tu estás aqui.
(...)
O tempo deixou de correr quando eu te encontrei.
O tempo não volta para quem se encontrar no mar,
Mar, és o meu mar»

In "Monção", álbum Sexto Sentido, Sétima Legião, 1999.

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

"El registrómetro"

A música é uma das melhores formas de registar o tempo.

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Os Avisos | Terceiro

"Só te sentir e te pensar
Meus dias vácuos enche e doura.
Mas quando quererás voltar?
Quando é o Rei? Quando é a Hora?"

Fernando Pessoa, in “A Mensagem”, II – Os Avisos, Terceiro, 10/12/1928

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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Música qualitativa

O tempo é o maior determinador da qualidade de uma música.
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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Sempre tive esta tese desde o tempo em que li a obra

O título da obra “Em Busca do Tempo Perdido” não podia ter sido outro, conforme atribui, e muito bem, o seu autor Marcel Proust. É descritivamente a sensação com que todos ficamos. 

Todavia, o tempo já não é passível de ser encontrado. Foi muito tempo!

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

História: a máquina do tempo

Não temos a máquina do tempo para corrigir erros, mas através da História podemos recuperar coisas que funcionavam…

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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Tradição: O Monumento do Tempo

Temos de compreender a tradição. As tradições são os monumentos do tempo que nos permitem reconhecer a nós próprios, inter geracionalmente. São, portanto, fundamentais para nos unir.
Um exemplo extremado: Se Spencer Gore voltasse à vida, ou aparecesse por meio de uma máquina do tempo, ficaria certamente satisfeito por saber que o campeonato que ganhou no séc. XIX, o de Wimbledon, ainda continua a disputar-se…com o vencedor do ano anterior a estrear o Central no ano seguinte e a jogar-se a final às 14 horas.
Quando o caos se instala, como foi nas Grandes Guerras, são aqueles monumentos que nos orientam, nos unificam e nos confortam… É esta antítese às “revoluções” instáveis que nos remetem para o esquecimento e para o desnorte.
Em suma: A Monarquia também neste domínio é melhor guardiã!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)