Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quarta-feira, 13 de maio de 2020

13 de Maio de 2020

Nós católicos, e cristãos em geral, já estamos habituados a injustiças, mas não são elas que nos derrubam, não são as trevas.

O que nos comanda é a Luz, Luz essa que, afetuosamente, é refletida pela Nossa Senhora.

Sabemos como agir e dispensar, embora sempre unidos, um ajuntamento físico para não nos, alegadamente, prejudicar, apesar de sabermos que, por hipótese, se os milhares que lá fossem colocariam conscientemente, em conjunto e em comunhão, a sua vida, claramente, em segundo plano. Mas nós, ao contrário de outros, sempre soubemos o que era de César e o que era de Deus. Somos pacificadores, não agitadores, somos unificadores mesmo que quando nos querem separar e, sobretudo, não queremos prejudicar ninguém…antes ajudar.

O que nos realmente motiva é contemplar, através do nosso espírito, aos milhões, pois a carne em tempo padecerá, seja presencialmente ou por qualquer outro meio, a Ultra Majestosa Luz que Fátima emana. E isso foi ontem, será hoje e será sempre alcançado e nos encherá de alegria na mesma.

Grato Nossa Mãe, Padroeira, Protetora e indestronável Majestosa Rainha de facto.

A Tua serenidade é a nossa irredutível força.


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sábado, 3 de dezembro de 2016

Isabel de Bourbon

Nascida em «(…) Fontainebleau, 22 de novembro de 1602 – Madrid, 6 de outubro de 1644) foi a primeira esposa do rei Filipe IV e Rainha Consorte da Espanha de 1621 até sua morte, e também Rainha Consorte de Portugal e Algarves entre 1621 e 1640. Era a filha mais velha do rei Henrique IV da França e sua segunda esposa Maria de Médici.»

In Wk.


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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A eterna Rainha de Portugal e do Mundo!

Pintura de Bento Coelho da Silveira (1630-1708)
(Clicar na imagem)

D. João IV (e de seguida toda a Dinastia de Bragança), em acto único no planeta, progressista portanto, foi o primeiro monarca a tirar a coroa da sua cabeça e a colocá-la sobre a da eterna Rainha de Portugal. 
Ele quis dizer: eu e o povo somos um...a Rainha é Ela!
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Felizmente ainda temos a nossa Rainha...!

É neste dia que, apesar do regime implantado, recordo a certeza de continuarmos a ter uma RAINHA! Viva à nossa sempre RAINHA! A Coroa é só dela enquanto existir um português!

Obrigado senhor D. João IV!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)