domingo, 10 de novembro de 2024
Quando querem a direita a assumir o que não é ela
sábado, 8 de julho de 2023
In Momoriam - José Mattoso
domingo, 3 de outubro de 2021
Uma História a ser ininteligível
Charles Maurras (Bouches-du-Rhône, 20 de Abril de 1868 - 16 de Novembro de 1952) | poeta monárquico francês, jornalista, dirigente e principal fundador do jornal “Action Française"
sábado, 20 de junho de 2020
Irmãos, cores diferentes
domingo, 19 de abril de 2020
sábado, 25 de agosto de 2018
Este Rei Que Eu Escolhi
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
Monarquia, sim...sempre
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
É a história que se adultera
Atravessamos uma época de verdadeira confusão social.
(…) As falências das actividades comerciais e industriais, e particularmente da própria banca, são uma constante, e normalmente arrastam para a miséria não poucas famílias.
Com a “importação” de certas modernices estranhas ao nosso viver substituído por certos sistemas sem significado, é toda uma vida ancestral que se modifica sem proveito para ninguém.»
Ermelindo Ávila, escritor e historiador, in Diário dos Açores, 13 e novembro de 2016, pág. 8.
Post Scriptum – Recomendo vivamente a leitura integral deste artigo.
sábado, 6 de agosto de 2016
Sobre uma Grande Mulher
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Ressuscitar a Ópera do Tejo
Obra de Aline Gallasch-Hall de Beuvink.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Secrets d'histoire: La reine Amélie
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Restruturação do blogue

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
História, Atlântico e turismo são as nossas únicas vias de sucesso!
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Pela nossa segunda e última Chefe de Estado
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Da excelência intolerada até à mediania reinante
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Cortes contínuos
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Motivo? Nenhum!
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Anões, gigantes e bipolaridade
Jorge Barreto Xavier, in Expresso, Primeiro Caderno, a pág. 17, de 21 de Setembro.
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)