Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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segunda-feira, 19 de maio de 2025

Montenegro e o (suposto) futuro...

Montenegro tem a enorme responsabilidade de poder alterar a Constituição de 76, a qual é o cerne de, por ter sido forjada no PREC, e assim desadequada, não projetar o País para o verdadeiro desenvolvimento. Uma oportunidade rara. Veremos o que fará.

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sábado, 14 de novembro de 2015

PM e não solução de governo

O Primeiro-Ministro é nomeado pelo Presidente da República, ouvidos os partidos representados na Assembleia da República e tendo em conta os resultados eleitorais (vide n.º 1 do artigo 187.º da Lei Fundamental). É isto o que diz a Constituição. O PR nomeia um PM e não uma "solução de governo apoiada na AR".

Posto isto, Cavaco irá nomear Costa, o perdedor das eleições, sem um programa de governo consistente e duradoiro conforme o próprio líder socialista reconhece?

As Presidenciais são já em Janeiro, por isso: gestão por aqueles que já têm a confiança dos credores.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Novo verbo


Eu syrizo
Tu syrizas
Ele syriza
Nós syrizamos
Vós syrizais 
Eles syrizam

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Made in Canadá

"A monarquia é o último baluarte da democracia"

Daniel Johnson, Primeiro Ministro do Québec, Canadá

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

"Desrepública"

Existe aquela conceptualização, do republicanismo, de que, pelo mero facto de nascer, "qualquer um pode chegar a chefe de Estado" (entenda-se PR).

Não seria mal de todo... ... ... não fosse a verdade dos factos ainda mais preocupante à luz da realidade político partidária que se revela em república.

A prática corrente daqueles que nos governam (ou se governam...) diz que não chegam apenas a PR, antes ainda são líderes das "jotas", deputados, eurodeputados e PMs! Só depois, quando alcançam o topo da pirâmide/cadeia alimentar política, é que se "dedicam" a representar (todos?) os portugueses...

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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Perfis...

E pronto, 

Eis mais uma vez a revelação daquilo que sempre chamo à atenção e que nos definha enquanto País:

--> Ainda estando em mandato um PR, temos um PM que vem definir o perfil de qual deve ser o novo PR...

Vamos lá minha gente, toca a acordar! Basta de partidocracias que nos têm dizimado enquanto colectivo. Vamos querer mais e melhor para os nossos filhos, uma aproximação a modelos como a Noruega, Holanda, Suécia, Japão, Inglaterra, etc.

Referende-se não apenas a co-adopção, mas antes o regime!

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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Relacionamento

«Biógrafos de ambas garantem que havia entre elas “enorme respeito” – Thatcher era ferozmente monárquica e ficaram famosas as pronunciadas vénias que fazia à rainha; e Isabel II admirava a ascensão a pulso da primeira-ministra. Mas o relacionamento foi sempre distante e a rainha terá chegado a dizer que não ouvia uma palavra do que Thatcher, mais interessada em falar do que em procurar conselhos, dizia nas audiências semanais.»

Ana Fonseca Pereira, in Público online, em 17-4-2013.
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segunda-feira, 8 de abril de 2013

My respect to Lady Baroness Margaret Thatcher

...and my regards to her family! 
Thank you!

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domingo, 9 de setembro de 2012

CIDADANIA PELA MONARQUIA: MELHOR DEMOCRACIA!

Amigos Monárquicos, 


A candidatura foi aprovada pelo Governo. 

O V. apoio pode ser efectuado clicando na candidatura. Para o efeito basta registarem-se no respectivo portal (1.º e último nome, um e-mail e uma password que queiram) ou, julgo, por via da subscrição da aplicação oficial para o facebook: 'PortugalGov'. É fulcral não haver dispersão e sim concentração numa só candidatura monárquica, uma vez que o tempo escasseia (até ao dia 30 de Setembro às 23h59m) e a candidatura que lidera regista cerca 3000 apoios. É muito importante ficar, naquela 1.ª fase, entre os 7 PRIMEIROS (o 7.º vai com cerca de 750 apoios). 

A proximidade da mudança poderá estar 'à distância de um clique'. Nada mais simples. Divulguemos. 

Acreditemos na cidadania para mudar Portugal. Eu acredito. 

"Eu quero um Rei!" 
Bem hajam. 

DESENVOLVIMENTO 
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quinta-feira, 22 de março de 2012

A simple question

Será um disparate pegado dizer que o Eng. Nuno Krus Abecasis, com as devidas adaptações, e tivesse chegado a PM, poderia ter sido o nosso Churchill?

De minha parte, julgo que não será assim tanto…
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

É por estas e por outras que tenho mais é que defender uma Monarquia Constitucional!

(Helle Thorning-Schmidt, Primeira-ministra do Reino da Dinamarca)
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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A 2.ª figura do regime republicano...

Nesta república "cimentada" no voto universal, alguém me explique qual é a diferença entre 'empossar' um Rei (ou Rainha) Constitucional e um Presidente da Assembleia da república, a actual 2.ª figura do Estado?

Nota: Só neste aspecto de haver 1.ª, 2.ª, 3.ª figuras de Estado e por aí adiante, revela a desunião e os sistemas de "capelas" que temos.
O Rei reina e o Primeiro-ministro governa. Basta e é suficiente!
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Reflexão-Síntese: o empréstimo monárquico à república

A mentalidade regimental monárquica que predominou até 05-10-1910, era tão mais sadia e aberta (colectivamente) que, mesmo após implantada a I república (1910 – 1926), ainda prevaleceu para além da aludida data. Os quase 800 anos de abertura colectiva alicerçada no Rei, e das enumeras partilhas intra e inter nacionais, ainda transpuseram algumas fagulhas, dessa anterior chama, para a embrionária república, tendo se materializado, objectivamente, na eleição de dois açorianos na alta chefia do Estado. Concretamente na eleição do 1.º Presidente Manuel de Arriaga (oriundo de famílias aristocráticas) e do 2.º Teófilo Braga (também descendente das mais nobres linhagens portuguesas).
Hoje, passados quase 100 anos, e desde de 1926, não há memória de sequer um PR do Norte (e mesmo um PM ?!)…quanto mais originário dos arquipélagos…!

E, entretanto, o abismo continua mais fundo…
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)