Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 3 de julho de 2021

Obra édita a sua mãe

Fernando Pessoa evoca de forma sublime a Mãe Suprema, dedicando esta obra édita a sua mãe.

AVE-MARIA

À minha mãe

«Ave Maria, tão pura,

Virgem nunca maculada

Ouvide a prece tirada

No meu peito da amargura.

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quarta-feira, 13 de maio de 2020

13 de Maio de 2020

Nós católicos, e cristãos em geral, já estamos habituados a injustiças, mas não são elas que nos derrubam, não são as trevas.

O que nos comanda é a Luz, Luz essa que, afetuosamente, é refletida pela Nossa Senhora.

Sabemos como agir e dispensar, embora sempre unidos, um ajuntamento físico para não nos, alegadamente, prejudicar, apesar de sabermos que, por hipótese, se os milhares que lá fossem colocariam conscientemente, em conjunto e em comunhão, a sua vida, claramente, em segundo plano. Mas nós, ao contrário de outros, sempre soubemos o que era de César e o que era de Deus. Somos pacificadores, não agitadores, somos unificadores mesmo que quando nos querem separar e, sobretudo, não queremos prejudicar ninguém…antes ajudar.

O que nos realmente motiva é contemplar, através do nosso espírito, aos milhões, pois a carne em tempo padecerá, seja presencialmente ou por qualquer outro meio, a Ultra Majestosa Luz que Fátima emana. E isso foi ontem, será hoje e será sempre alcançado e nos encherá de alegria na mesma.

Grato Nossa Mãe, Padroeira, Protetora e indestronável Majestosa Rainha de facto.

A Tua serenidade é a nossa irredutível força.


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sábado, 8 de dezembro de 2018

Coisas que nos distinguem das demais Nações

"Enquanto houver portugueses Tu serás o seu amor!"

A partir daqui inovamos, uma vez mais. Um Rei, grato, deixava, em respeito maior, de usar a Coroa Real. Nunca mais nenhum Rei português a usou. Outros, mais tarde, acabaram por o fazer também.

Exemplos de progresso, desde logo no século XVII. O Rei não precisava de o fazer, nem foi obrigado por ninguém a fazê-lo, nem mesmo pelo Povo. Foi por pura iniciativa, a iniciativa da gratidão e do exemplo.

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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

#Protetora_de_Portugal

D. João IV prostrou-se diante Da Mulher.
Humildemente ofereceu-Lhe a Coroa Real Portuguesa, em sinal da devoção de Portugal e dos portugueses a Ela.
Esse ato único e genuíno de João de Bragança valeu a eternização do Reino e da Monarquia Divina que passou a interceder, proteger e representar Portugal, por intermédio da Santíssima Mulher e Senhora.


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sábado, 27 de maio de 2017

sábado, 21 de janeiro de 2017

Um texto para quem acredita

«Quanto maiores somos em humildade, tanto mais próximos estamos da grandeza.»

Rabindranath Tagore - Poeta, romancista, músico e dramaturgo indiano.

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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Igreja de N.S. Da Penha de França



Fotos - PPA

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sexta-feira, 20 de março de 2015

Pietá por António, o cartoonista


É este o cartoon, do último sábado, do António (Expresso). Trato-o assim, na primeira pessoa, pois é assim que o artista se apresenta: tu cá, tu lá.

Pietá, relembre-se, é uma obra de Michelangelo, datada de 1499, talvez a mais emblemática das suas esculturas. Representa Jesus morto nos braços de Sua Mãe, encontrando-se exposta na Basílica de São Pedro, no Estado do Vaticano. Esta é uma obra, inquestionavelmente, prima.

Quando nos reportamos a uma obra-prima, não podemos atender apenas ao teor estético dela. Uma obra dessa magnitude é prima pois é transversal, i.e. toca diferentes componentes em cada pessoa: sentimental, religiosa, cultural, sensitiva…e também estética.

Ou seja, aquela escultura não trás significado exclusivo, como por exemplo o religioso, aos cristãos. Também um ateu, sensivelmente reconhecerá a magnificência da obra que visiona, porquanto referencia-se noutros dos aspectos mencionados e que não se resumem ao religioso.

Neste contexto, aquela obra expressa, também, para não crentes, outras dimensões que não são passíveis de catalogar, uma vez entrarmos no mais puro e restrito sentido subjectivo de análise de cada um.

Todavia, Pietá, tem igualmente um sentido humano, pois traduz o sentimento da profunda tristeza de uma mãe que perdeu um filho. Ora, é precisamente neste contexto que não é razoável brincar ou fazer analogias bacocas. O sentimento de uma mãe que chora um filho, não é mensurável e, assim, não é passível de ser transposta sequer para uma graçola política.

É pelo conjunto dos argumentos aqui produzidos que considero lastimável a tentativa do cartoonista em ser engraçado com aquela obra do escultor e precursor do Maneirismo florentino. Se dúvida não existia que António não é profícuo em bom gosto nos contextos humorísticos que cria, desde sábado passado fiquei sem dúvida que não estamos perante um humanista.

Por fim, se António alguma vez teve graça, e ainda possa eventual e pontualmente ter alguma, genericamente tem vindo a perdê-la de forma dramática. Julgo mesmo que o Expresso devia promover, em substituição, o seu colega do Caderno de Economia, que apesar de não aprofundar tanto no traço, nem lhe dar tanta primazia como faz o seu homólogo do Primeiro Caderno, Rodrigo tem hoje, imensamente, mais graça nos contextos que cria.

Never Charlie,
Pedro.

Post Scriptum: Além de tudo, e ao contrário do que o António pensa e muitos outros também, talvez não seja inteligente dar já o Passos como morto…

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)