Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 2 de maio de 2021

Esplanadas, ao menos

Procurando ajudar o setor da restauração, sem descurar da legítima prevenção das autoridades

Entendo que, pelos menos, os restaurantes, cafés, snack-bares e outros similares com esplanada ao ar livre, e respeitadas as distâncias previstas pelas autoridades de saúde nas mesas, deviam permanecer abertos.

Julgo excessivo um terminante fechamento generalizado. Já estamos há tempo a mais nisto para podermos analisar casuisticamente em prol da economia.

Ver este vídeo, como fundamento sustentável.

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sábado, 13 de fevereiro de 2021

Touros, um símbolo

Ir contra o conceito tauromáquico terceirense / açoriano, já sem referir as nefastas consequências económicas que podia trazer à Ilha Terceira, não será, acima de tudo, ir contra a simbologia histórica que este escudo traz e emana consigo?


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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Em queda...

«Enquanto a economia de Portugal perde um lugar por ano no ranking mundial. Vamos ser ultrapassados pelo Uzbequistão.
Estamos a cair desde final dos anos 70.»

António Casanova, CEO da Unilever.
In Expresso, Caderno de Economia, de 28/9/2019, página 16.

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sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Raio – X

Considero-me um conservador nos costumes, progressista na Cultura e equilibradamente liberal na Economia.

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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Rubrica: "E quando o Sr. Draghi der a ordem final para voltarem a aumentar as taxas de juro (com rendimentos como os nossos...) é que a festa vai começar"

«Portugal está absolutamente em risco, embora esperemos que continue num ciclo virtuoso».

Kenneth Rogoff, Professor de Economia e Políticas Públicas na Universidade de Harvard, em Boston, EUA.
In Expresso, Caderno de Economia, 28/7/2018, pág. 6.

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sábado, 21 de janeiro de 2017

7%

Antes do 25 de abril, Portugal crescia a 7% ao ano...

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sábado, 6 de agosto de 2016

StartUp

O desafio das StartUp não é tanto o 'start'. É mais o 'middle' e o 'end'.

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quarta-feira, 23 de março de 2016

Il nous manque un Roi !

 
Emmanuel Macron : "il nous manque un roi"

Sempre defendi e alertei para a enorme rentabilidade económica que o regresso da nossa Monarquia traria, porquanto é uma Instituição de enorme notoriedade e fazendo, em determinado sentido, uma analogia às MGP - Marcas de Grande Prestígio, venderia e venderia muito, dando a ganhar ao Turismo e, consequentemente, a Portugal...tal como acontece na vizinha Espanha, Inglaterra e outros países regimentalmente similares. Ninguém vem a Portugal ver Presidentes...!

Se Marcelo R. de Sousa trouxe, dentro do possível, uma simpática lufada de ar fresco, imagine-se um novo regime e um novo Rei…
 
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Saúde da economia global

«Abordar as desigualdades é um passo vital para devolver a saúde à economia global.»

Joseph Stiglitz, Nobel da Economia, in VER.

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sábado, 10 de outubro de 2015

A 'Economia do Mar'

A determinante importância de (re)descobrir o mar.

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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

A dúvida sobre a dívida da Grécia (2)

Syriza: Nunca vi ninguém estoirar um País em tão pouco tempo...!

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

No Paradigma da Organização e do Rigor...

Muitos dizem estar decepcionados com o Brasil, porquanto esperavam muitíssimo mais, no médio prazo, duma tão apregoada "economia emergente" mundial.

Bem, a realidade é que não deviam ter criado tamanhas expectativas sobre um País que é gerido por uma pessoa que, pouco tempo atrás, era uma pistoleira (do "Colina") em sentido literal. Alguém que milita num partido brasileiro que faz a UDP portuguesa parecer, comparativamente, um partido moderado e evoluído.

Portanto: convenhamos...não se peçam milagres em "Terras de Vera Cruz".

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domingo, 18 de janeiro de 2015

Et voilà

«A decisão foi recontabilizar a situação real do passivo: € 1,3 mil milhões. Para isso os ativos em Angola foram reavaliados de € 300 milhões a € 1,6 mil milhões para fazerem corresponder o ativo»

Machado da Cruz, "o Contabilista".
in Expresso, Caderno de Economia, de 13-12-2014, pág. 9.

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

(In)coerências

Thomas Piketty, autor de “Le Capital au XXI Siècle”, apesar de negar, arrisca-se mesmo a ganhar um Nobel…não fosse ele de esquerda.

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Axioma

O Capitalismo Selvagem é adverso ao próprio Capitalismo*.

O ganho de dinheiro por dinheiro é adverso ao ganho de dinheiro por produção.


* Ou economia livre (economia de mercado) se preferirem.

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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Prós!

Finalmente alguém diz a verdade. Bem o Ministro Pires de Lima dirigindo-se àqueles que pensavam que, ao descontarem mensalmente, estavam garantindo a sua reforma. Não é assim. Não estamos num sistema de capitalização (individual) ...que, quiçá, devíamos estar. A república não foi por aí.

Estamos sim num sistema de redistribuição, ou seja, descontamos para um bolo que paga: reformas...mas também, desempregados, programas de emprego, etc. Somando a isso o problema da baixa de natalidade e (felizmente) o aumento, após os anos 60, da esperança média de vida ...e temos a despida realidade do nosso sistema de protecção social.

Com base no Prós e Contas de 5-5-2014.

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sábado, 26 de abril de 2014

Em abstracto:

O lóbi do petróleo sacrifica impunemente a economia e a sustentabilidade do planeta em desfavor de uma solução ecológica mais avançada já existente, isso, tal como o lóbi partidário sacrifica a política e o progresso do País em desfavor de uma solução cívica e apartidária mais avançada já existente. 

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sexta-feira, 28 de março de 2014

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Nem Restauração, nem restauração

Em 1640 um grupo de homens, não acomodados, decidiram arriscar a vida por um País. Em nome da Liberdade verdadeira, escaparam à forca dos Habsburg e deram a vitória a Portugal.
Em retorno, hoje, correntemente, nos nossos dias, esse dia nem feriado é quando em qualquer País, digno da sua História, tem um dia desses e festeja-o.
Cá, também no domínio da simples ignorância proliferante, os pseudo portugueses amorfos do rebanho e da quantidade costumeira, nem para a rua vêm festejar e sequer um jantar especial fazem que desse a ganhar à restauração (nem digo aos Restauradores) ...e à economia. Nem isso. 
Enfim, a vergonha corrente do País em que nos tornamos com o golpe de rotura de 5-10-1910. Andamos esquecidos e, pior, não nos unimos em causas realmente importantes para a nossa sobrevivência como Nação.

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)