Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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segunda-feira, 7 de julho de 2014

A ler...

...sobre Paulo Bento e sem descurar disto.

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Paralelismos inevitáveis…

«O acidente de Michael Schumacher fez-me lembrar o dia em que deixei de ver Fórmula 1: um de maio de mil novecentos e noventa e quatro, dia do acidente mortal de Ayrton Senna, um dos meus heróis, o dia da vitória abjeta de Schumacher, um dos meus vilões. Foi um daqueles episódios sísmicos. O café do bairro ficou cheio de gente comovida com a morte do brasileiro e furiosa com a aparente amoralidade do alemão, que celebrou a vitória depois da morte do colega de profissão.»

Henrique Raposo, in Expresso, de 4-1-2014, Primeiro Caderno, pág. 29.

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quinta-feira, 11 de julho de 2013

"Cidadãos!"

Este cavalheiro deve ser bipolar ou, então, leva mesmo a sério o seu alter-ego do Comendador.

Quase será motivo para dizer que gosto do Comendador, mas não simpatizo com o Henrique Monteiro.

Posto o intróito, e na sua habitual crónica na Revista do Expresso, o Comendador Marques de Correia:
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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Cada vez mais malta a escrever e a tocar no cerne do nosso mais central problema: o regime (II)
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

«Não, dr. Soares, o 5 de Outubro não é comparável ao 25 de Abril. Aliás, essa comparação é ofensiva para quem acredita na democracia. Não se pode equiparar o início de um regime democrático (1974) com o início de um "estado de coisas" autoritário e que viveu sempre da violência (5 de Outubro).»

Henrique Raposo, e muito bem, no facebook.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)