Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

domingo, 31 de maio de 2020

Um só homem que subsiste e apreende

«Toda a sequência dos Reis durante o decurso de tantos séculos deve ser considerada como um só homem que subsiste e apreende continuamente.» 
Blaise Pascal, filósofo francês.

As grandes diferenças para o republicanismo: o saber, a preparação, a formação e, sobretudo, que o Rei é o próprio País personificado.

Foto - Sábado | SAR D. Duarte Pio, sendo o próprio também piloto.


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sábado, 30 de maio de 2020

"Muito bem, muito bem!"

Cayetana Álvarez de Toledo

É preciso acabar com essa farsa, já formalmente denunciada pela UE, que se chama Comunismo... de uma vez por todas! 

Imagino se no nosso Portugal modernaço republicano o mesmo acontecesse, ou seja, se alguém ousasse dizer algumas verdades às manas do BE, sobre o terrorista do pai delas Camilo Mortágua... 

Aqui ao lado, terra de Goya, Miró, Dalí, Colatrava, Cervantes, etc, etc, foi preciso uma corajosa mulher a fazê-lo com toda a propriedade e sem hesitar uma vírgula nos factos, foi ela Cayetana Alvarez de Toledo, XIII Marquesa de Casa Fuerte e deputada do Congresso das Cortes do Reino de Espanha.

Ao contrário do que muitos complexados possam sequer imaginar, os títulos de nobreza são, essencialmente, para os efeitos que Cayetana honrou, defender o povo e os desprotegidos daquilo que não presta.

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Construir o Futuro

«O desafio histórico para os líderes é gerir a crise ao mesmo tempo que constroem o futuro». 

Henry Kissinger


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sexta-feira, 22 de maio de 2020

Legislação obscena

Concordo em absoluto com o responsável da Federação das Micro, Pequenas e Médias Empresas (a partir do minuto 24').

Há legislação a mais, é uma obscenidade de diplomas que estão a ser gerados (mais de 200 Decretos-lei), a atirar-se areia para os olhos dos portugueses (mas não dos empresários que são quem sofrem) e, sobretudo, confundindo-os... muitos nem sabem das medidas. Ou seja, burocracia e fuga ao essencial.

O essencial são dois ou três diplomas base de apoio direto, como o dos lay off simplicados (... mas que não comento a sua execução financeira... ), ou outros estruturantes.

Make it simple and direct.

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Ingratidão

Sobre a Ingratidão, um assunto sempre tão interessante e de contínua aprendizagem:

«Os infelizes são ingratos; isso faz parte da infelicidade deles.» 
Victor Hugo

«Ingratidão é uma forma de fraqueza. Jamais conheci homem de valor que fosse ingrato.» 
Johann Goethe

«A ingratidão é filha da soberba.» 
Miguel de Cervantes

... e a minha preferida

«Há favores tão grandes que só podem ser pagos com a ingratidão.» 
Alexandre Dumas

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quarta-feira, 13 de maio de 2020

13 de Maio de 2020

Nós católicos, e cristãos em geral, já estamos habituados a injustiças, mas não são elas que nos derrubam, não são as trevas.

O que nos comanda é a Luz, Luz essa que, afetuosamente, é refletida pela Nossa Senhora.

Sabemos como agir e dispensar, embora sempre unidos, um ajuntamento físico para não nos, alegadamente, prejudicar, apesar de sabermos que, por hipótese, se os milhares que lá fossem colocariam conscientemente, em conjunto e em comunhão, a sua vida, claramente, em segundo plano. Mas nós, ao contrário de outros, sempre soubemos o que era de César e o que era de Deus. Somos pacificadores, não agitadores, somos unificadores mesmo que quando nos querem separar e, sobretudo, não queremos prejudicar ninguém…antes ajudar.

O que nos realmente motiva é contemplar, através do nosso espírito, aos milhões, pois a carne em tempo padecerá, seja presencialmente ou por qualquer outro meio, a Ultra Majestosa Luz que Fátima emana. E isso foi ontem, será hoje e será sempre alcançado e nos encherá de alegria na mesma.

Grato Nossa Mãe, Padroeira, Protetora e indestronável Majestosa Rainha de facto.

A Tua serenidade é a nossa irredutível força.


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quinta-feira, 7 de maio de 2020

SAPOS DE LOUÇA ?

Fico deslumbrado com o azo que estão a dar, ao Quaresma, alguns (pseudo) intelectuais. Fico ainda mais quando essas expressões de "conteúdo" vêm de um artigo do Tribuna, repito, do Tribuna, como já vi e li em vários artigos em redes sociais. Já dizia uma mui estimada professora minha de Filosofia: "o desporto é uma nova religião"... só pode ser isso.

Verdade dura e crua, e pondo isto em termos futebolísticos, pois é desse nível que se trata, sobretudo envolvendo o Ricardo Quaresma, foi mais um Porto - Benfica, do que qualquer outra coisa. Dar azo ao Quaresma é que é...., precisamente quando atendermos ao cerne do assunto da minha cara amiga facebookiana, Sofia Afonso Ferreira, cuja venustidade, com todo o devido respeito, só é suplantada pela sua inteligência.

Não sei explicar porquê, mas gosto de ciganos (deve ser porque eles têm uma boa relação com o Sr. Duque de Bragança e com os monárquicos de há séculos) ... apesar de já ter sido assaltado por um em Braga.

Sejamos sérios, há exceções e eles são efetivamente um problema complicado, e foi isso que o Doutor André Ventura focou. Não se trata de racismo, trata-se sim de não varrer um/o antigo problema para baixo do tapete. Há, portanto, repito, um problema e como qualquer problema, há que resolvê-lo em democracia, à luz do Princípio da Igualdade...tão simples quanto isso.

Esta notícia é de 1999. O visado foi meu professor de Direito Constitucional, socialista convicto, um homem íntegro, sério, competente, aristocrata e, acima de tudo, sendo testemunho dele, sempre foi coerente entre o que leccionava com aquilo que praticou nesta altura. Ora, neste contexto, e apesar do seu estatuto, ele foi cuspido, repito, cuspido... e não foi pelos ciganos. Tempos depois... saiu do mandato de Governador Civil de Braga... in "Gutierrez" time. Não foi/houve problema algum, foi tudo resolvido...

Em suma, o Doutor André Ventura precisa atrás de si de um tradutor, mas não daqueles para surdos, i.e. daqueles que estão agora em moda (sim porque antes nunca houve surdos na Terra...), antes sim de um tradutor de política séria para muitos de esquerda perceberem o que é democracia, maiorias e igualdade.

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quarta-feira, 6 de maio de 2020

O NOVO SISTEMA DE SAÚDE PORTUGUÊS

Mens sana in corpore sano

Portugal deve adotar um sistema de política de Saúde completamente inovador, absolutamente diferente do atual. Esta é uma mudança de paradigma que, necessariamente, assentará sobre pilares de coragem, de um período de transição e, sobretudo, de determinação política para enfrentar os poderosos lóbis das farmacêuticas.

Assim, o Primeiro Ministro português que reunir aquelas características e tomar essa histórica decisão, saberá que esse novo Sistema assentará em 3 pilares de investimento público e privado:

1.º) Política maximizada de Desporto/atividades físicas;

2.º) Apoio digno e igualitário às medicinas alternativas, integrativas e complementares (que na Inglaterra, in casu, a homeopatia, começou a ser comparticipada, tendo sido iniciada e usada pela mulher mais poderosa do planeta à data, a própria Rainha Vitória...);

3.º) A medicina convencional ter um cariz mais preventivo, especial e nomeadamente do prisma alimentar e do apoio psicológico.

O que este Novo Sistema nunca poderá descurar é em faltar com cuidados médicos para com aqueles que têm muito fracos recursos económicos. Mas isso é fácil resolver com os mesmos pilares já referidos, bastando ver, seriamente, as folhas de IRS dos utentes requerentes. Quanto aos demais, os que têm recursos, preconizo uma estruturação bem definida para eles, tendo-a, oportunamente, expressa, mas que neste contexto revela-se secundário falar novamente.

O atual SNS (que a Ministra já declarou insuficiente para o pós surto), que inicialmente começou por ser um sistema giro, criado pelo advogado António Arnaut, porquanto era limitado ao essencial e aos recursos financeiros existentes. Contudo, pouco durou para que o predito Sistema, por conveniência política e votos fáceis, engordasse a tal ponto de se tornar inexequível, pois hoje, com ele, tanto é possível, às custas dos meus impostos, exterminar um feto, como retirar uma ceratose de 3mm da ponta do nariz.

Por fim, e curiosamente, para sustentar os aludidos lóbis farmacêuticos, o nosso atual Regime de esquerda (incluindo BE e PCP), não sei se propositadamente ou por absoluta ignorância... acabam por contribuir, e muito, para a sustentação, neste formato, para a rebustez do ultra capitalismo que suga milhões do povo português para, através de empréstimos, ir aguentando, tapando buracos aqui e acolá, do colapsado SNS.


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sexta-feira, 1 de maio de 2020

Sobre o atual modelo de GLOBALIZAÇÃO

A frase é minha e de há muito tempo: O MELHOR QUE TEMOS PARA DAR AO OUTRO, SÃO AS NOSSAS DIFERENÇAS.

Esta frase é proferida no contexto das diferenças de um País para outro, e contra a atual globalização que tira a essência da nossa existência: as nossas diferenças que são a fasquia do nosso respeito e da nossa união de uns para com os outros.
...

Se o espírito desta globalização avançar, então, ganhará o pior, ainda pior que o Socialismo e o Comunismo: o ultra capitalismo, ou seja, o mesmo é dizer China.

A globalização de hoje não respeita diferenças, contrariamente àquela que os portugueses criaram e que respeitava fronteiras, sem deixar de haver comércio, muito comércio.

A atual globalização destrói a Cultura de um País, banalizando-a. Com esta globalização, comandada pela China, deixaremos de poder dizer que fomos sentir o ar dos Pirinéus, porque, e hiperbolizando, às tantas, esse ar, vem num pacote chinês, por correio, numa encomenda feita no AliBaba...via drone.

Este é um excelente discurso do Presidente Trump, daqueles que não passam nas tvs, pois o que passa, são os de um "mentecapto" que, curiosamente, liderou ao longo da sua vida centenas de trabalhares, criou riqueza, trabalho e gere várias empresas, vir dizer, ao fim do dia, cansado dos constantes ataques da imprensa do sistema instalado e que lhe dá de comer, que as pessoas se devem injectar com lixívia para matar o coronavírus. Por incrível e absurdo que pareça, existiram media que fizeram notícia disso... O único erro dele, sem descurar que tem sempre a inquestionável coragem de dar a cara, em vez de mandar Secretários de Estado, o equivalente a ministros em Portugal, ou os DGSs de lá, foi ter perdido a paciência e ironizado, tendo essa ironia levado aqueles que sabem o quanto vale Trump, mas sendo infelizmente pouco instruídos, o seguissem e sofreram consequências nas suas saúdes. Daí que Presidente Trump tenha vindo, de imediato, na manhã seguinte, clarificar o assunto, sem mandar ninguém em seu lugar e, assumindo a responsabilidade direta dos seus atos, corajosamente, pois foi um erro grosseiro, vindo alertar as pessoas e aclarar o assunto. Esta é uma das caraterísticas que difere um líder, para o atual figurino padronizado, comum e banal do político que existe, presentemente, pelo mundo fora, i.e.fracos e em quantidades avassaladoras.

Entre China e EUA...sempre EUA, sobretudo com Trump.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)