Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 3 de julho de 2021

Dedicado aos (utópicos e perigosos) Ultra Liberais

O Tribunal de Contas já existe há 632 anos. Só isso, para terem em conta(s).

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

A dignificação da mulher foi noutros dias

A mais marcante guerra fratricida na História dos portugueses, tinha por base a colocação de uma mulher na Chefia de Estado. Muitos deram a própria vida por isso. Aconteceu em Monarquia.

Hoje, curiosamente, em república, liga-se peva para a hipótese de sequer por uma mulher nesse lugar.

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sexta-feira, 10 de julho de 2015

O contexto errado de solideriedade

O maior equívoco daqueles que falam em "solidariedade" na UE, é enquadrarem as circunstâncias presentes, por exemplo da Grécia, à luz de uma estrutura legal federativa de Estados, quando na realidade tudo não passa ainda de uma mera União.

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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Agora imaginem no sector público…

«Levou as suas ideias à empresa onde trabalhava, Hewlett-Packard, mas eles recusaram-se a ouvi-lo, interessados que estavam no negócio corporativo. “Ainda bem que me disseram que não, porque as grandes empresas têm dificuldade em ver a potencialidade da criatividade”, sublinhou o visionário.»

Steve Wosniak, co-fundador da Apple. 
in Revista do Expresso, 8/11/2014, pág. 53

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segunda-feira, 7 de julho de 2014

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Terá sido S. Tomás de Aquino?

«Estado fraco com os fortes e forte com os fracos.»

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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Razões de outrora

«Conselheiro, em Portugal, as razões de família são razões de Estado»

Eça de Queirós

In Revista do Expresso, de 26-10-2013, entrevista a Jaime Nogueira Pinto, pág. 13.

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

"Vermelhismo"...

Sempre entendi que, genericamente, o Benfica era um razoável e fiável espelho das repúblicas que fomos e somos. 
Todavia, está a ser o meu Sporting a reflectir o estado de Portugal...
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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Short note

O Estado não é Luís XIV, não é "Social"...o Estado somos nós.

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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Em prol de uma melhor Democracia

Com melhor democracia, mais oportunidades. Com mais oportunidades, mais competência será criada neste Estado.

Há muito a fazer! Aproveitemos a fase e refundemos todo o sistema. Comecemos uma nova sociedade, um novo Portugal. De entre outros aspectos fulcrais a serem alterados, foquemo-nos em três:

1- Uma nova Constituição, centrada e neutral, nunca mais a descair para a direita (como na II república), nem para a esquerda (como na III).

2- Dar o direito de opção ao povo, por referendo, para rever o regime...se quer república ou antes monarquia como na maior parte dos países mais desenvolvidos e progressistas do mundo.

3- Mas sobretudo legislar no sentido de fazer um rigoroso levantamento dos ocupantes de cargos públicos, em que natureza for, sabendo, designadamente, mediante declaração expressa, a ligação formal daqueles a organizações de influência. Este novo regime devia ser proibitivo a tipologias associativas ilegais, especialmente na AR, sendo cominativo, em caso de falsas declarações, com a exclusão do exercício de cargos públicos (sem prejuízo dos artigos 37.º, 41.º e 46.º da Constituição existente).
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quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Retive este post no Estado Sentido...

Outro insuspeito, in casu Daniel Oliveira, destacado pelo Nuno Castelo-Branco no Estado Sentido:

«"Nunca devemos desprezar a importância de nos sentirmos importantes. E há tanta gente que se leva tão a sério... Já a razão porque carreiristas e traficantes se sentem bem neste tipo de organizações é bem mais fácil de compreender: mesmo que não tenham nascido para isso, elas são o lugar ideal para construir carreiras a medíocres e fazer negócios menos claros.

Mas a coisa fica bem mais grave quando percebemos que naqueles espaços se traficam, em segredo, os segredos do Estado. Ou seja, que estas organizações se apoderam, usando da sua obscuridade, de funções que a democracia reservou ao Estado."

Daniel Oliveira, no Expresso e no Arrastão»
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Porquê de novo a Monarquia Constitucional (de onde nunca devíamos ter saído), um regime novo, com absoluto e estrito cumprimento da magistratura mais elevada, com maior transparência e sem tiques de governamentalização da chefia de Estado?

R: «O PR gostava de repor o imposto sobre heranças e não queria limite de défice de Estado fixado numa norma constitucional. O Governo da coligação que o apoiou não lhe fará nenhuma das vontades.»
in Expresso 3-9-2011
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quarta-feira, 6 de abril de 2011

"A arquitectura daqui é muito parecida com a dos Açores"

A cultura, o conhecimento, a sensibilidade e a preparação para a chefia de Estado serão manifestamente melhor exercidas por este Senhor.

FonteFRP
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domingo, 21 de fevereiro de 2010

Monarquia portuguesa: 100 anos também vantajosos

A propaganda do século XX foi a pior arma alguma vez usada contra as Monarquias. Algumas foram feridas de morte, outras vão sendo de forma paulatina, metódica e sincopada como um abutre que vai mordiscando uma vítima que vagueia com dificuldades num deserto árido.

A Monarquia portuguesa não passou (tirando uns escassos 10 anos) pelo século XX.

A Família Real Portuguesa era equilibrada e respeitada… interna e externamente. Prova disso eram os sobrenomes que, à parte do portuguesíssimo Bragança, transportavam, por exemplo, um Rei D. Pedro V, um Rei D. Carlos ou um Rei D. Manuel II: Bourbon, Saxe Coburg Gotha, Sabóia, etc. Todos os Estados, aquando da Monarquia, gostavam de "casar" com Portugal, o que depois se reflectia, por mera inerência, nos sobrenomes aludidos. Saliente-se que não está em causa a pompa daqueles, mas sim os laços de confiança entre Estados que eles traduziam…

Por isso, pode ser dito, de certa forma, que este processo cariz destrutivo, nascido no século XX, que vai atingindo, especialmente e ainda hoje, as famílias Reais Inglesa e Espanhola, não atingiu a portuguesa…e ainda bem.

Por isso, e de certo modo, este período de interregno (ou de suspensão se preferirem), é vantajoso e de valia à presente Casa Real Portuguesa, pois estes últimos cem anos de distorção regimental em Portugal, foram da maior importância para sedimentar, perceber e rejuvenescer o enquadramento a dar ao modus operandi que deve seguir a futura Monarquia lusa. A nossa Família Real por não ter passado pelo século XX, foi salvaguardada e levada a perceber, com a tranquilidade que outras (provavelmente) não tiveram, como são os novos tempos e o querem e precisam hoje os portugueses de um chefe de Estado.
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sexta-feira, 31 de julho de 2009

A Mulher e a chefia de Estado em Portugal

Quantas (mulheres) chefes de Estado existiram em Portugal após 1910 ? Resposta: 0. E antes de 1910 ? Resposta: 2.
D. Maria I
D.Maria II
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)