sábado, 3 de julho de 2021
Dedicado aos (utópicos e perigosos) Ultra Liberais
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
A dignificação da mulher foi noutros dias
sexta-feira, 10 de julho de 2015
O contexto errado de solideriedade
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Agora imaginem no sector público…
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Um exemplo a registar
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Terá sido S. Tomás de Aquino?
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Razões de outrora
quinta-feira, 4 de julho de 2013
quinta-feira, 23 de maio de 2013
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
"Vermelhismo"...
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Short note
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Em prol de uma melhor Democracia
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Retive este post no Estado Sentido...
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Porquê de novo a Monarquia Constitucional (de onde nunca devíamos ter saído), um regime novo, com absoluto e estrito cumprimento da magistratura mais elevada, com maior transparência e sem tiques de governamentalização da chefia de Estado?
quarta-feira, 6 de abril de 2011
"A arquitectura daqui é muito parecida com a dos Açores"
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Monarquia portuguesa: 100 anos também vantajosos
sexta-feira, 31 de julho de 2009
A Mulher e a chefia de Estado em Portugal
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)

