Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quinta-feira, 13 de março de 2025

Investimentos

Os líderes europeus chegaram a um consenso e vão rearmar a Europa utilizando um budget de 800 mil milhões de euros.

Antes de mais, dinheiro em armas é sempre um bom investimento, em deterimento de prioridades menores como investigação na saúde, os apoios aos realmente desfavorecidos, etc.

Porém, ainda existem alguns aspetos que me intrigam, ou seja: no âmbito das novas armas, e por exemplo, os mísseis de curto e longo alcance serão movidos a painéis solares? Os drones movidos a hidrogénio? Os tanques serão elétricos? Os caças movidos a energia eólica, podiam, quiçá, ter hélices geradoras de potência em vez de jatos? Enfim...por aí fora.

Em suma, o grande, o enorme, o incontrolável problema ambiental são, de facto, as viaturas particulares ou civis se preferirem, o qual se traduz numa total subserviência europeia à China, e às suas baterias de metais finos nada poluentes..., sendo a fórmula imperiosa e necessária para garantir um ar mais respirável.

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sábado, 3 de julho de 2021

Novo caminho à União de Freaks

A UE com as devidas adaptações à política e aos princípios seguidos é uma verdadeira Eurovisão, ou seja, um desfile de freaks e de ideias ocas, liderada por tecnocratas, fracos e que pouco sabem da vida real mais do que estarem num gabinete a prestarem vassalagem ao eixo franco-alemão.

Diz-nos a História que os ingleses sempre souberam se antecipar à própria História. O tempo dirá que o Brexit foi oportuno. Tenho quase a certeza a médio ou longo prazo.

Portugal apesar de viver da esmola alheia da UE, deveria repensar o seu posicionamento político-estratégico e procurar um modelo estruturado no Mundo da Língua Portuguesa como uma potencial União comercial e económica.

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quinta-feira, 4 de junho de 2020

E o Primado do Direito Europeu?

Sem prejuízo do Princípio do Primado do Direito Comunitário e, inerentemente, desta Resolução da UE se o nosso Estado é tão europeísta e pró democracia e liberdade, porque ainda não proibiu, constitucionalmente, já em 2019, o Comunismo em Portugal, como fez com o fascismo?


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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Asfixiante

Não sou um grande entusiasta da UE, sempre fui uma tipologia de eurocético.

Contudo, com a condução que tem vindo a ser dada à União, sem descurar do controlo alemão, a cada dia que passa, afasto-me, cada vez mais, deste conceito, em especial face à produção exacerbada de legislação extremamente burocratizada que vem de forma quase obsoleta e em sentido contrário àquilo que as sociedades ocidentais, nesta nova fase tecnológica em que vivemos, mais necessitam: simplificação e, porque não, alguma liberdade procedimental.

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Importantíssimos

Portugal arrisca-se a ser um País importante na UE, isso quando sair a França, a Itália, a Grécia, a Espanha, etc.

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sábado, 23 de julho de 2016

Sentido de Oportunidade

Sem prejuízo da correta aplicação de regras e de contas certas, mas também não descurando se deverá ser Portugal o pioneiro a ser sancionado, isso numa altura em que a Europa está como está e a União Europeia ainda pior, será o timing certo para falar em sanções…como se nunca tivesse havido perdões, durante anos e anos, por défices excessivos?

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quarta-feira, 29 de junho de 2016

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Brexit - Cameron, Começaste Bem e Acabaste Mal

1) Daqui a uns tempos a Rainha continuará a poder passar as suas férias a Balmoral?

2) Daqui a uns tempos vejo a hipótese de Balmoral passar a ser uma embaixada inglesa, para garantir, à cautela, as férias da Rainha.

3) Filipe, marido da Rainha, daqui a uns tempos poderá continuar a designar-se “Duque de Edimburgo”?

4) Quiseram sair da União, e agora a União quer sair do Reino.

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domingo, 16 de agosto de 2015

Let's start thinking on something new!

«(...) o referendo grego revela um facto extraordinário e preocupante. O maior perigo ao chamado consenso europeu resulta do exercício local da democracia. A emergência, pela via democrática, de partidos nacionalistas, populistas e antieuropeus coloca em causa o edifício comunitário, assente na cedência e na partilha de soberanias nacionais. Quando assim é, alguma coisa de muito mal, e perigosa, vai pela Europa.»

Luís Marques, in Expresso, Caderno de Economia, de 11/7/2015, a pág. 6.

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Abolição

É sempre bom lembrar quem nos deu o verdadeiro progresso:


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sexta-feira, 10 de julho de 2015

O contexto errado de solideriedade

O maior equívoco daqueles que falam em "solidariedade" na UE, é enquadrarem as circunstâncias presentes, por exemplo da Grécia, à luz de uma estrutura legal federativa de Estados, quando na realidade tudo não passa ainda de uma mera União.

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A poucos milímetros

Se o bom senso da Europa não prevalecer sobre o Governo Grego, temo que o Syriza possa estar a pouquíssima distância de colocar a Grécia sob Ditadura.

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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Visto

Facilitar com o 'Syriza' será dar um 'Visto Gold' ao 'Podemos'.

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

sábado, 23 de agosto de 2014

Soft

"She's soft spoken, but she's not soft."

Sobre Maria Luís Albuquerque, concluído por um seu interlocutor na UE.

In Revista do Expresso, de 15/8/2014, pág. 35.

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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Não foi por falta de aviso...

Do mesmo modo que vinha, há anos, alertando oportunamente para o risco da extrema-direita, agora, também, parece-me que será, de facto, a França a dar a resposta histórica à UE (alemã). Não pelo patético sr. Hollande, cujo partido foi reduzido a uma insignificância indescritível, e cujo precedente histórico dificilmente será reparado, mas sim pela Frente Nacional.

De tanto "estado social", "incompetência", "subsídio dependência", "boys and girls", improdutividade, rebaixamento perante outras potências, "cravos e canelas" e "Grândolas", etc, etc, agora a História poderá ter mudado de vez e a Europa, quiçá, uma vez mais, infelizmente, vai conhecer um novo rumo para, à sua maneira, por termo à crise.

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sábado, 26 de abril de 2014

Relatório e Contas (1974 - 2014) II

Depois da "Revolução dos Cravos", passamos a cravar aos outros...mormente subsídios à UE!

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sexta-feira, 21 de março de 2014

sábado, 1 de março de 2014

Mudanças

À semelhança da origem que teve a UE no seu nome embrionário de "Comunidade do Carvão e do Aço", também começa a chegar à altura de repensar a nomenclatura da CPLP sem descurar da sua origem lusa.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)