Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 2 de novembro de 2025

O Externato

Estou 100% de acordo com o Dr. Carlos Ávila , sobretudo com a forma como está fundamentado o seu artigo de opinião.
 
Ele não produz uma crítica a ninguém e, inclusive, dá a solução (penúltimo parágrafo). Se formos precisos, a sua fórmula não só vai ao encontro dos povoacenses, do erário público e até do Governo...nunca desmerecendo, e agora digo eu, o valor histórico deste edifício, a sua qualidade arquitetónica, o quanto ajudou inúmeras pessoas ao longo de gerações, sobretudo mais desfavorecidas. Além disso, importa registar o quanto foi difícil, à data, a inovadora construção do então Externato, promovida com um custo pessoal incomensurável pelo Monsenhor João Maurício de Amaral Ferreira, a quem os povoacenses, até hoje, estão muito gratos.

O que está em cima da mesa na Povoação, mutatis mutandis, era o mesmo que dizer que o Liceu Antero Quental está inadequado... "vamos construir uma nova escola" não sei aonde. A minha mãe esteve no Liceu, eu estive no Liceu, tenho uma filha no Liceu e estou sempre muito satisfeito e grato àquela instituição.

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sábado, 3 de julho de 2021

Os comentários são reveladores e comoventes

«(...) amo o pobre, amo o rico, amo a todos no Senhor (...)»

Monsenhor João Maurício de Amaral Ferreira, numa das suas últimas Cartas.

Parabéns ao 'Olhar Povoacense' por este justo e objetivo artigo acerca dos 44 anos sobre o falecimento do meu muito prezado, estimado e querido tio. Ontem completaram-se 44 anos sobre esse fatídico dia, quando já era Reitor do Santuário do Senhor Santo Cristo.

Este homem tinha quatro imperativos caracterizantes, os quais podem ter contribuído para o seu falecimento precoce, contudo, esses, eu sei, eram prioritários no seu conceito de missão, ou seja, sempre incessante em prol dos outros:

1 - Trabalhar, trabalhar, trabalhar...;
2 - Nunca propagandeava o que fazia (os resultados eram a sua meta, apenas);
3 - Nunca incomodava quem quer que fosse;
4 - Respondia que estava sempre bem (mesmo quando não estava, como na manhã do dia em que faleceu, por ataque cardíaco, já sentido sintomas de desconforto, respondeu à irmã que o amava: "não te preocupes comigo, está tudo bem".

Pax Christi ao meu tio João.

Post Scriptum: Como sobrinho fiquei especialmente tocado pelo testemunho do Sr. António Galhardo, na caixa de comentários no respetivo post do 'Olhar Povoacense', que passo a transcrever:

"Nunca já mais poderei esquecer este Homem com letra maiúscula . Além de fazer parte de minha infância , de quando regressei de África junto com meus camaradas, tínhamos prometido a Senhora Mãe de Deus antes de entrarmos em casa tínhamos de entrar na nossa Igreja. Por volta das duas horas da manhã quando a nossa Vila chegámos alguém foi acordar aquele grande homem e não só abriu a Igreja como acendeu todas as luzes como celebrou uma hora Santa !!! Que Deus o tenha a seu lado."

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sábado, 13 de fevereiro de 2021

Onde tudo começou

O local por onde São Miguel começou.

Quando as coisas eram justas e bem feitas, num regime em condições.


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sexta-feira, 3 de julho de 2020

O local por onde São Miguel começou

Quando as coisas eram justas e bem feitas, num regime em condições.


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domingo, 22 de abril de 2018

Do I Conde de Benavente (séc. XIV), ao Capitão João Afonso de Pimentel (séc. XV) até ao presente (séc XXI)

A nobreza da honra é servir o próximo."
     Helgir Girodo

Na sua obra “Títulos nobiliárquicos e registo civil - A inconstitucionalidade da reforma de 2007”, o Professor Doutor António Menezes Cordeiro, vulto proeminente na matéria, referiu que o «(…) título nobiliárquico não se confunde com a qualidade de nobre ou membro da nobreza (o segundo estado, na tradição francesa). Basta adiantar dois traços de distinção: o título é uma designação formal, que carece de um processo de atribuição ou de reconhecimento, enquanto a qualidade de nobre pressupõe, apenas, o acto de nascimento, sendo inerente a quem dela disfrute; o título compete ao agraciado ou, por morte deste e em certos casos, ao seu primogénito, enquanto a qualidade de nobre ocorre, automática e imediatamente, em toda a sua geração. Há titulares sem nobreza (tradicional) e nobres (tradicionais) sem títulos.» 
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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Porque ainda existem referências

A imposição da república portuguesa aos portugueses foi um trágico acontecimento que entristece qualquer um com bom senso, independentemente de ser monárquico ou não.

As evidências dessa tragédia são várias. Tratou-se de um golpe de oportunistas que se apoderaram de Portugal, não foi uma ação democrática, o País ficou pior do que estava (tivemos mesmo de ir para uma duríssima Ditadura para corrigir o caos instalado), derrubou-se um sistema democrático instaurado pela Carta Constitucional, entre muitos outros efeitos perversos e desnecessários. De todos, houve mesmo um aspeto hediondo nessa revolução de inveja e ganância que foi a forma como os padres foram imediatamente perseguidos e tratados. Afonso Costa e a corja que o circundava rapidamente estabeleceu como prioridade o ataque aos padres, tratando-os como criminosos de delito comum, rapando-lhes o cabelo para que todos soubessem como iria ser, a partir de outubro de 1910, a I república portuguesa. Nem o confessor de S.M. a Rainha D. Amélia escapou à ferocidade de Costa e de seus pares. O anticlericalismo republicano, na sua mais pura essência, fez-se mostrar e nunca foi tão claro como naquela época. Aqueles que, na maior parte das vezes, eram os fazedores do bem, a ajuda dos pobres, dos doentes e dos desprotegidos, a ação social à data, foram radical e impiedosamente acossados.

Apesar da vergonha que o 5 de outubro objetivamente constitui para Portugal e para os portugueses, não só pelos aspetos invocados, mas também pela razão do tempo que perdemos comparativamente ao nível de progresso societário dos países europeus que se conservaram como Monarquias, a maior de todas as vergonhas é, ainda hoje, a ausência da voz do povo português neste assunto. É inadmissível, porquanto serão cúmplices daquele golpe de 1910, todos aqueles que tendo poder, não deixam/aram o povo se manifestar, sobretudo sabendo que tivemos quase oito séculos de Monarquia e nem um ato de justiça de Estado ou histórica proferiram…nem tão pouco a referendária.

Contudo, é com especial orgulho que soube da forma corajosa, determinada e afirmativa que, na Ouvidoria da Povoação, no concelho onde se deu o povoamento da Ilha de São Miguel, dois padres, em duas freguesias distintas, sabendo de tudo isso, erguem bem alto, enquanto cidadãos, o azul e branco que é a essência de Portugal e dos Açores, indicando-nos de forma pacífica e civilizada, mas com firmeza, que nem todos são acomodados e desprovidos de memória histórica. São homens como estes, cada vez mais raros, que merecem a nossa admiração e respeito. Num aglomerado de cidadãos preocupados com questões de ocasião e não tanto de fundo, focados numa conjuntural imediatez em detrimento duma reflexão estrutural daquilo que somos hoje, onde líderes escasseiam e decisores aconchegam as consciências do rebanho, existem pessoas que ainda nos dão esperança e que, na prática, à parte daquilo em que acreditam, dão sentido à frase proferida por Damião de Goes: «Vale mais um exército de ovelhas comandado por um leão do que um exército de leões comandado por uma ovelha.»


Foto - IL

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terça-feira, 5 de abril de 2016

Leitura para os próximos dias


Foto - PPA

Nota - Requisitado da biblioteca dos meus pais, obra editada pela edilidade, of. do 'Diário dos Açores', 1945 (71 anos), a qual procura detalhar a origem do povoamento e das mais ilustres e primeiras famílias que habitaram a Ilha de São Miguel, por inerência também os povoadores.
 
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sábado, 4 de julho de 2015

Povoação, berço de S. Miguel

No local onde entraram os primeiros povoadores, onde emanam os mais antigos micaelenses.

Excelente decisão do Dr. Carlos Ávila

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Monsenhor João Maurício Amaral Ferreira | Evocação | Centenário (1914 - 2014)

É com enorme honra e assumida comoção que registo a gratidão, a generosidade e a reconhecida homenagem dos povoacenses ao meu mui estimado tio-avô no ano do centenário do seu nascimento (1914-2014). Ele que tudo deu em prol do seu povo, numa altura em que não existiam enxurradas de euros comunitários, onde efectivamente cada cêntimo era organizadamente contado, conseguiu edificar, num esforço hercúleo para a época, o Externato que, ainda hoje, faculta o ensino secundário e regular a todos jovens da mais antiga povoação da Ilha de S. Miguel (cuja Vila tem o mesmo nome), sobretudo àqueles que menos posses tinham/têm e que, provavelmente, não continuariam estudos se não fosse aquela valência infra-estrutural de ensino.
Colocou, literalmente, a vida ao serviço dos outros, até perdê-la, sempre em missão de trabalho, e já enquanto Reitor do Santuário da Esperança, naquele malogrado ano de 1977 com apenas 63 anos.

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Pela nossa segunda e última Chefe de Estado


O meu eterno reconhecimento e respeito por quem, de facto e de direito, sempre reconheceu a valia e, assim, respeitou a autonomia do seu povo.
Viva a Senhora D. Maria II de Portugal e dos Algarves.
Um interessante elemento histórico.

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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

quarta-feira, 20 de março de 2013

Herói

Texto 1

Ontem (13/03/2013), no Faial da Terra, um ser humano perdeu a vida para salvar um outro ser humano.
Assim, e ainda que esse ser humano fosse um pai que procurava salvar a sua filha, tendo-a, quanto julgo saber, protegido com o seu corpo dos escombros, ficou criado o cenário para o reconhecimento e a atribuição, pelo Concelho da Povoação, de um honroso título póstumo a esse cidadão

Um acto nobre destes deve ser formalizado para ser recordado por todos. Tal acto traduz a verdadeira nobreza, a nobreza do exemplo.

Um gesto que demonstra que nobreza e heróis não são coisas do passado, são coisas do presente e que servem de referência para o futuro.

Nobre, nobre homem! Honra e coragem são o seu legado.

Obrigado amigo desconhecido.

Texto 2

A opção de ir ao encontro de uma criança de 4/5 anos, em vez de se ter salvo a si próprio, quiçá sendo aquele que mais agilmente conseguiria se desembaraçar da derrocada, conseguiu, literalmente, com um abraço de amor, não só salvar a sua filha como, com o nobre exemplo, lembrar-nos que ainda podemos acreditar, no meio deste mundo descontrolado, em valores superiores...os mesmos que poucos ainda vão acreditando mas que começavam a achá-los dissipados.

O teu exemplo comove-me insistentemente. Nunca querendo passar pelo que passaste, mas se passar, não quero hesitar como tu não hesitaste. Quero plagiar a tua nobreza.
Obrigado, amigo António Americano (Soares).

Até sempre.

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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Reinado de D. Luís I - Edifício da Câmara Municipal da Povoação

Foto - PPA.

A Povoação é uma terra que encontra a sua designação por ser dela que provêm os mais antigos colonos da ilha de São Miguel (povoamento iniciado a 29 de Setembro de 1444 em pleno reinado de D. Afonso V, o Africano) e porque foi nela que eles se estabeleceram primeiramente. Teve a sua elevação a concelho em 1839 por Carta Régia de D. Maria II.

Vinte e seis anos depois, novamente pela democracia da nossa Monarquia Constitucional, este Conselho é reconhecido pela sua importância municipal e nele é edificado este belíssimo edifício em 1865, pelo reinado de El-Rei D. Luís I. A mais bela construção, diga-se abono da verdade, das redondezas concelhias. 

Hoje, em república, fala-se exactamente do contrário daquilo que se falou em Monarquia: tirar à Povoação. Não por culpa objectiva deste ou daquele governo, deste ou daquele partido. A culpa é do regime que permitiu que inúmeros governos destemperados, descontrolados e incompetentes, sobretudo após o 25 de Abril, fizessem que os municípios chegassem onde chegassem. Modelos absolutamente errados de municipalismo, regulados e centralizadores onde não deviam e desregulados onde deviam ser regulados. Volto a frisar, uma vez mais, o que pensava o Professor Agostinho da Silva sobre o assunto, ou seja, sobre o original modelo municipalista instituído genuinamente pela nossa 1.ª Dinastia, a de Borgonha. Hoje carecia de voltar a esse modelo em que os municípios interagiam directamente com o Rei: 
Povo --» Município --» Chefe de Estado (Rei). 

Embora nascido em Ponta Delgada mas ligado directamente e de forma (bi) parental àqueles 1.ºs colonos, carrego a honra de ter tido vários familiares (três de sangue e um afim) a presidir esta edilidade: 
- Meu avô materno (União Nacional); um tio-avô (União Nacional); um primo segundo (PSD) e um tio afim (PS). 
Todos eles contribuíram como souberam e como puderam com os meios disponíveis para o melhoramento das condições dos povoacenses. 

Tenho igual honra, agora no domínio da educação e da formação, numa época em que não havia dinheiro a correr da UE, em que o meu estimado tio Monsenhor João Maurício Amaral Ferreira tenha dado, literalmente, a vida em trabalho e dedicação para poder deixar a Escola Básica e Integrada da Povoação às crianças e jovens povoacenses. Foi com orgulho que a família viu esse esforço reconhecido pela atribuição do seu nome à actual e mais recente escola profissional deste concelho. 

Contudo o que mais me tranquiliza e orgulha é, acima de tudo, a forma reconhecida e destemida que o povo do mar, que são os povoacenses mais o respectivo triângulo territorial adjacente a este concelho (Faial da Terra, Furnas e Ribeira Quente), elevam as armas de quem mais lhes prestigiou: As armas mais altas e antigas dos povoacenses, ainda hoje, como se demonstra nestas fotos, são as armas da Família Real Portuguesa.
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sábado, 3 de março de 2012

São Miguel | Os Caminhos de Ferro | A Monarquia | O Progressismo

Em Monarquia éramos, de facto, muitíssimo mais progressistas e…autonomamente respeitados. Azul e branco são, realmente, as nossas cores…e coerentemente as minhas.


O Açoriano Oriental (AO), por intermédio do jornalista Pedro Nunes Lagarto, apresentou na passada quinta-feira (1-3-2012) um brilhante artigo e uma lição daquilo que foi a Monarquia Constitucional, a sua progressista intervenção no povo e daquilo que era viver numa Autonomia alegre e num País de sonhos que projectavam para uma realidade económica mais rentabilizada.
Depois de ler este excelente artigo, fico com a clara convicção que, efectivamente, o nosso presente poderia ter sido muito melhor em Monarquia. Imaginem, meus caros concidadãos, as vantagens que tinham trazido aquelas linhas férreas para a nossa economia… Aquilo que só hodiernamente se conseguiu com o betão das SCUTS…já teríamos muito antes e numa lógica muito mais integrada.
Como sempre, e à semelhança do nosso ex-Tribunal da Relação, aquele que nos foi tirado em 1910 e que hoje, voltando a atrás passado um século, discute-se novamente o seu regresso, também a ré pública, de essência mais centralista e nacionalista, destruiu o sonho e projecto do grande açoriano Dinis Moreira da Motta, acérrimo autonomista. A vaidade do (novo) regime em exibir-se na I Grande Guerra, numa luta que não era nossa, matou portugueses, destruiu famílias e retirou as verbas necessárias para projectos de progresso a Portugal em geral e, in casu, aos açorianos em especial. Fomos remetidos aos caos em apenas 16 anos. Só o reinado do nosso 1.º Rei durou 46 anos…
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domingo, 18 de julho de 2010

Tese | "A Povoação. Um dos seus problemas correlativos"



Dedico este post à autora e ao seu brilhante trabalho científico-geográfico, desenvolvido em 1963 antes da sua tese de Doutoramento, relativamente à primeira zona de povoamento da Ilha de São Miguel. Ainda hoje os elementos apurados são referência na Universidade dos Açores e constam da súmula bibliográfica sobre teses da Universidade de Coimbra. Fica aqui o meu reverencial respeito e profunda admiração.
Foto - Meteopt.com

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)