quinta-feira, 27 de novembro de 2025
Princípe Alberto II do Mónaco
sábado, 22 de junho de 2024
P.e Mário Rui
sábado, 8 de julho de 2023
A Verdadeira Igreja e o Vaticano II
sábado, 3 de setembro de 2022
"César o que é de César, a Deus o que é de Deus"
Não existe constatação mais hedionda, a tal com um tom quase conciliador, produzida por um católico, do que aquela: "o Comunismo é o Cristianismo sem Cristo".
sábado, 7 de maio de 2022
Gastou-se o latim e Babel voltou
domingo, 12 de dezembro de 2021
Big Bang católico
Uma face, a outra...mas não em loop
sábado, 13 de fevereiro de 2021
Separação de poderes, mas...
quarta-feira, 25 de março de 2020
Amor ao próximo
sábado, 21 de janeiro de 2017
Um texto para quem acredita
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
António Guterres, Secretário-geral da ONU
873 anos após o dia em que Portugal, a 5 de outubro de 1143, tornava-se, pelo Tratado de Zamora, formalmente um país independente, a eleição de António Guterres à liderança da “Sociedade das Nações”, aquela que Immanuel Kant prognosticara como a futura e atual Organização das Nações Unidas (ONU), deixou-me satisfeito enquanto português, satisfação essa advinda de uma circunscrita conjugação de fundamentos:
sábado, 16 de julho de 2016
A Arménia e o Cristianismo
sábado, 9 de agosto de 2014
Lord Clark
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Pina Manique…como estás a fazer falta!
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Incoerências inconscientes
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Brotherwoods
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Em 30 de Abril de 1824
quinta-feira, 5 de julho de 2012
A propósito de existir um número assinalável de alentejanos comunistas e monárquicos...
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Monsenhor João Maurício de Amaral Ferreira
O Monsenhor teve pouquíssimo tempo nesse cargo pois perderia vida meses depois, mas deixou uma forte marca. «Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)


