Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

A Viagem Autonómica

Um cuidado trabalho e uma das melhores prendas do ano.
Recomendo vivamente a aquisição, com especial enfoque para a qualidade e o detalhe contidos no livro.
Um abraço com elevada estima ao Filipe Tavares.

Foto - PPA

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

"A VIAGEM AUTONÓMICA"

Produção: Ventoencanado Produções
Produtor: Filipe Tavares
Realização: Filipe Tavares
Argumento: Nuno Costa Santos e Filipe Tavares
Fotografia: Pedro Emauz
Som: Ricardo Leal
Montagem: Renata Sancho, Filipe Tavares, Mariana Escudeiro
Elenco: Frederico Amaral, Carlos Eduardo Ferreira, David Medeiros

«Gonçalo Cabral, um jovem açoriano a estudar teatro em Lisboa, escolhe como tema para a sua peça de final de ano a Autonomia dos Açores. Tem várias dúvidas e questões e leva-as consigo na bagagem quando resolve fazer uma viagem de investigação pelo arquipélago. De mochila às costas e acompanhado pela sua velha vespa, vai à procura das origens da Autonomia, visitando lugares, consultando arquivos e falando com protagonistas e especialistas no assunto. “A Viagem Autonómica” é uma aventura romântica e um roteiro geográfico e sentimental de um jovem à procura da História da sua terra, da identidade açoriana e também de si próprio.»


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quinta-feira, 3 de maio de 2012

Ouvido no espaço do Nuno Costa Santos:


*Ferdinando (trabalhador de uma loja de ferragens).
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domingo, 20 de junho de 2010

'Brel nos Açores' - Nuno Costa Santos (via facebook)

Foto - Direitos reservados ao seu legítimo autor. 

Brel um belga de esquerda. 'Brel nos Açores': magnífico texto, excelente interpretação. Um trabalho rebuscado, complexo, transmutativo, dinâmico, e, simultânea e concisamente, engraçado. 
Destacaria a parte em que exteriorizava a Liberdade e, bradando sequencialmente várias coisas, termina com um: «Vive le Roi»!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)