Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

quinta-feira, 14 de junho de 2012

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O Barão de Ibelin

Admito este excerto como uma boa síntese daquilo em que me revejo enquanto defensor de uma Monarquia e nunca, mesmo impossível de ser de facto, republicano. Estes são os meus valores matriz, aqueles em que me procuro aperfeiçoar…sendo que a História prova que em república, os mesmos, são (quase) impraticáveis na generalidade.

– Ordenação de Balian como cavaleiro por seu pai Godfrey, o então Barão de Ibelin (Séc. XII) –

Godfrey, Barão de Ibelin (dirigindo-se ao filho que se encontrava de joelhos perante ele):
«(...) Encara sem medo a face dos teus inimigos. Sê bravo e honrado, para que Deus te possa amar. Fala sempre a verdade, mesmo que isso te leve à morte. Protege os indefesos e não pratiques o mal.»

Cavaleiro Hospitaleiro (para Balian):
«Ergue-te como cavaleiro, Barão de Ibelin.»

A breves instantes de morrer, e num estado já muito debilitado, Godfrey agarrando a mão de seu filho Balian, já como novo Barão, sussurra-lhe…
«Defende o Rei. Quando já não houver Rei, protege o povo.»

in Kingdom of Heaven (2005), de Ridley Scott.
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domingo, 17 de abril de 2011

Em defesa da Cidade


O Barão de Ibelin tinha como missão primeira: defender o seu Rei, a Cidade e o Povo. Perante um exército incomensuravelmente superior de Saladino, ele decidiu pela razão menos lógica, investir sobre aquele exército e cumprir as suas incumbências…mesmo que a vida tivesse que ser perdida Os seus homens estavam sempre com ele. Mas advirta-se: estávamos numa época em que a honra e a coragem ainda tinham valor!
O saldo humano obviamente não lhe saiu positivo, mas poderia ter sido bastante pior não fosse a intervenção do seu Rei com os seus exércitos. Com a chegada de Balduíno IV, o Leproso, Rei de Jerusalém, foi possível estancar a mortandade, graças, sobretudo, ao seu prestígio perante os seus inimigos, tendo acordado com Saladino, enquanto grandes senhores, tréguas.
Ressalva também para Saladino, provavelmente o mais prestigiado árabe de todos os tempos. Qualificável como um Imperador Islâmico. Responsável por uma mentalidade progressista que valeu ao povo árabe um avanço sobre os demais. Daí o cognome: Saladino, o Grande.
Um filme de Ridley Scott, com Liam Neeson, Philip Glenister, Orlando Bloom, Steven Robertson, Marton Csokas, Eva Green, Brendan Gleeson, Jeremy Irons, Edward Norton, Ghassan Massoud.
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quinta-feira, 20 de maio de 2010

Robin Hood

Já é um tema recorrente. A história corrida em Nottingham, de Robin of Locksley, filho do Barão Locksley, apesar das diferentes abordagens argumentativas, já começa a ficar corroída nos cinemas. Muitos outros cenários medievais, com argumentos até mais suculentos (veja-se Aljubarrota), podiam ser aflorados. Fica, porém, o post pela realização...
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)