Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 4 de dezembro de 2022

PCP? 100 anos? Ou anos 70?

Em pleno século XXI, depois de ver o seu Congresso e quem o Comité Central elegeu, como é que um partido destes tem legitimidade democrática para estar legalizado?
Pior...o problema é o Chega!, sem antecedentes Estalinistas, nem a um KGB que um dia ainda se vai saber quantos portugueses matou na II república. Ainda muitos ficarão pasmados com esses números que deverão fazer da PIDE um bando de gatos mansos.


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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Não ao "Fascismo", sim ao Comunismo!

No regime Coorporativista de Salazar (...e não fascista...pois esse era italiano) foi morto Humberto Delgado, contra vontade do Ditador, porquanto este ficou enormemente irritado com a PIDE, sabendo que aquela morte, do seu ex delfim, foi um erro que seria pago com o óbvio crescimento da fama do militar por via da sua trágica morte o que iria jogar, como jogou, contra o Regime. Além deste, morreram alguns presos julgados políticos (maxime comunistas), por falta de condições nas selas e, potenciais, abusos da PIDE naqueles espaços.
Em suma, e relativamente ao preço que Salazar e o Estado Novo estão pagando acontece todos os dias, desde 25/4/1974, até hoje. É aquilo que diariamente assistimos à luz da Constituição que abre "caminho para uma sociedade socialista".

Relativamente ao PCP, de índole Estalinista, que sempre valorizou Cuba e a Venezuela, tendo inclusive o seu símbolo maior, aquando do seu exílio de Portugal, Álvaro Cunhal, recebido guarida, como protegido, de Estaline, e que segue os ditames formais da ex-U.R.S.S., cujo regime matou milhões indiscriminadamente, nem sequer sujeitos a julgamentos políticos, simplesmente sumariamente mortos...muitas vezes enterrados em valas comuns, vagueia impunemente pelos nossos meandros políticos e sindicais.
Em suma: o PCP tem o direito a existir como Partido em Portugal e, mais grave, com expressão no núcleo da democracia portuguesa - O Parlamento.


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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

CRP: Fascismo não, todavia...

Alguém alguma vez ouviu o Jerónimo de Sousa ou qualquer outro líder do PCP declarar-se não estalinista? Eu nunca ouvi.

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Sentindo o pulsar e a saúde da Nação

- 1 de Fevereiro... - 

Álvaro Cunhal, acolhido, aquando do exílio, pelas mais altas instâncias soviéticas de Estaline, recebeu um voto de pesar pela sua morte na AR.

Um chefe de Estado (e seu jovem filho) são brutalmente assassinados, em Portugal, e não foi admitido um voto de pesar pela sua morte em 2008 aquando dos 100 anos de Regicídio.

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

A propósito de existir um número assinalável de alentejanos comunistas e monárquicos...

Conta-se que um certo dia S.A.R viajava de comboio e um maquinista alentejano pediu-lhe para o acompanhar na cabine e mostrou-lhe duas bandeiras que guardava no seu posto de trabalho: a do PC e a da Monarquia. 

Sendo verdade o que ouvi, importa focar que muitos deles não sabem destingir o comunismo da Monarquia, da mesma forma que muitos são católicos. Se eles soubessem o que significa a ideologia que apregoam e o que ela quis/quer fazer (e nem falo de Lenine, Estaline e Cunhal) às religiões...eles fugiam dela da forma mais rápida que pudessem! 

Contudo, o importante é reter o essencial disto tudo: O Rei é dos portugueses e não tem cores partidárias. É isso que as pessoas não se lembram e não estão habituadas...e parece que não querem se desabituar.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)