Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

A Bandeira e verdeiro significado

Através daquilo que inspirou o seu símbolo maior - a bandeira da república portuguesa, percebe-se cristalinamente em que regime estamos mergulhados desde 1910 e, raciocinando um pouco mais, porque razão somos enormemente corruptos e ainda estamos amarrados a determinadas forças de poder que nos vão penosamente gerindo.

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sexta-feira, 3 de abril de 2015

A real e verdadeira

Seria assim, até porque o hino foi pensado em D.Miguel II, avô do actual Duque de Bragança.

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Actualização | Portugal 8.0

Com um equipamento daqueles, REALmente bonito, só falta mesmo actualizar a bandeira.

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terça-feira, 10 de junho de 2014

Por ocasião de mais um 10 de Junho


Independentemente de serem republicanos ou monárquicos, estas são AS CORES DA NOSSA BANDEIRA. Estas são as cores da nossa Fundação, dos princípios estruturantes deste País e até mesmo para os fervorosos republicanos Guerra Junqueiro, António Arroio ou mesmo António M. Sousa essas cores não eram questionáveis. O mais grave é que foram. O vermelho e o verde representam hoje, infeliz e objectivamente, o que não somos e, talvez por isso, também os piores e menores momentos da nossa História.

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Tão bom...

"Monárquicos hastearam em Guimarães a bandeira monárquica assinalando o primeiro dia da Restauração da Independência sem feriado."

Fonte - Manuel Beninger


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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Motivo? Nenhum!

Dizem os republicanos mais conscientes que, apesar de saberem que o estandarte de Portugal é realmente azul e branco, a introdução do vermelho e verde foi um método de rotura com o passado e, assim, promover o progresso.

Ora, como a rotura não resultou, nem tão pouco o progresso se vê…antes pelo contrário, então, por que motivo manter um sistema que, durante 103 anos, já evidenciou que não funciona, não gera progresso e elimina tudo aquilo que ainda tínhamos de bom e que era o nosso prestígio na comunidade internacional e a nossa História?

Motivo? Nenhum!

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quinta-feira, 27 de junho de 2013

O símbolo humano, Rei

Um Rei é um símbolo.

Um presidente da república não é um símbolo.

Um Rei não é um mero elo representativo, como um hino ou uma bandeira.

O Rei é simbolicamente a encarnação da própria Nação.

Pois, assim, de um Rei precisamos enquanto elo unificador, vivo e activo e não meramente inanimado ou imaterial.
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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Pelo azul e branco: unidos em liberdade e progresso

Foto - PPA

Pelas 17h30m estava, em ponto, no jardim Sena Freitas em Ponta Delgada, comummente conhecido por jardim da Zenite.

No local, e àquela hora, havia um grupo de cidadãos preparando-se para evocar o dia 6-6-1975. Alguns defendem que este é que deveria ser o dia dos Açores. Opiniões.

Relativamente a bandeiras, encontrei a que a fotografia revela no púlpito. No entanto, mesmo essa bandeira, a da Frente de Libertação dos Açores (FLA), é azul e branca…gostaria de (começar por) frisar esse facto. Ainda a propósito de dias oficiais, evocativos e de bandeiras, é indesmentível o paulatino aumento de açorianos que, no 6 de Junho, começam a colocar bandeiras azuis e brancas nas suas viaturas, motos, escritórios, estabelecimentos e moradias à boa moda monárquica, ou seja, evocativa de momentos importantes do nosso passado…e à semelhança, por exemplo, daquilo que muito se pratica no Reino Unido.

O movimento do 6 de Junho de 1975 foi, efectivamente, o último grande movimento azul e branco neste País…quiçá até o mais determinado, na sua essência, contra as cores da carbonária estrangeira que foram sobrepostas na bandeira de Portugal, sob o epíteto de “bandeira da república portuguesa” (conforme refere a Constituição).
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domingo, 19 de maio de 2013

Do Sporting, mas...

O Futebol Clube do Porto, enquanto equipa, porta o azul e branco e foi hoje campeão nacional. 

Neste contexto, estou como o João Távora: se fosse portista saberia qual a bandeira que usaria para festejar o tri. 

Parabéns ao FCP, mas em especial ao Vítor Pereira que provou que, afinal, não é qualquer um que ganha em (dose dupla) situações tão difíceis. Merece admiração.
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Bandeiradas

Enquanto as pessoas não perceberem isto e não for corrigido o âmbito que lhe está subjacente, este País nunca caminhará para o desenvolvimento que outrora, em Monarquia, ou seja, quando éramos mesmo Portugal, já tivemos.
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sexta-feira, 22 de março de 2013

Degeneração

Se o 25 de Abril fosse realmente uma revolução regenerativa, não se teria mantido a bandeira actual. 
Ter-se-ia feito o mesmo que se fez na Rússia em 1991.
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segunda-feira, 4 de março de 2013

"A restauração da monarquia na manifestação"

«Às 18h10h, na SIC N, um manifestante no Porto, com uma bonita bandeira azul e branca, afirma perante as câmaras que a república é a grande responsável pelo estado a que chegámos, e que a recuperação do país passa pela restauração da monarquia.»


«Onde está o Povo está esta bandeira» 
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Aquele escudo

Aquele escudo que, por ora, ainda se encontra no centro da bandeira da república portuguesa é tão forte e dramaticamente português que nem o regime, nem o republicanismo, o conseguiu eliminar ou substituir.

Nem a própria 'comissão da bandeira' conseguiu abafar e suportar o peso, natural e verdadeiro, do nosso povo e de 767 anos de Monarquia.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Foi a 5 de Outubro 2010

Bandeira monárquica hasteada no consulado de Portugal em Macau.
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...

O Cavaco e o António Costa, neste 5 de Outubro, final e formalmente reconheceram aquilo que nós, em 2010, já tínhamos constatado!
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Assim vai a dignidade remanescente do regime imposto

Foto - PPA

No passado Domingo: Algures presa num cabo de electricidade
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)