Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 22 de junho de 2024

P.e Mário Rui

O tempo deu razão ao senhor padre Mário Rui que foi vítima, literalmente, de uma cabala inqualificável (ver notícia do Sol). Como o padre Mário Rui muitos outros padres, representantes da verdadeira Igreja, podem ter sido vítimas deste tipo de ataques infames.
Os oportunistas que tentaram denegrir o padre Mário Rui tiveram azar quando o defeniram como um alvo, pois não sabiam com quem se estavam a meter. O padre Mário Rui é um homem coberto de Deus. Com ele há resposta, com ele as portas de Pedro não tombam, pois ele protege-as contra todos os males, encontrando-se, na minha convicta opinião, o maior deles todos situado, mais que fora de portas, dentro do próprio Vaticano.
Que Deus tenha sempre na Sua Santa Guarda o padre Mário Rui, dos já escassos padres com quem podemos contar, um padre a sério e sério, de boa formação e um defensor da (verdadeira) fé Católica.

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sábado, 20 de janeiro de 2024

"Perderam fiéis"

Até a Cherie Blair, mulher de Tony Blair, católica, percebeu (nem que seja pela personagem). A finalidade dela está obviamente errada, mas a parte objetiva e conclusiva está toda lá, absolutamente certa.

Eu, por outro lado, sou, como não poderia deixar de ser, lealmente da "velha guarda" como ela própria define. Como era dantes e sempre foi, existia maior proximidade à Semente do Bem, estavamos conectados a Ela. Agora, e desde 1958, está tudo entregue (https://expresso.pt/.../2023-12-18-Papa-Francisco...).


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sábado, 11 de março de 2023

No tempo das duas cabeças

Pseudo religiões como a Anglicana (e os sismas), mas sobretudo o mais grave a partir de 1958, com o Vaticano II, ou seja, a banalização da coexistência de dois papas, papas com dois nomes, a separação do poder do Papa, nomeadamente, na Comissão de Leigos, etc.

O problema não é novo, mas agora está descontrolado, pois já não temos Pedro nem Paulo:

LEITURA II - 1 Cor 1,10-13.17

"Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
Irmãos:

Rogo-vos, pelo nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma linguagem e que não haja divisões entre vós, permanecendo bem unidos, no mesmo pensar e no mesmo agir.

Eu soube, meus irmãos, pela gente de Cloé, que há divisões entre vós, que há entre vós quem diga:

«Eu sou de Paulo», «eu de Apolo», «eu de Pedro», «eu de Cristo».

Estará Cristo dividido?

Porventura Paulo foi crucificado por vós?

Foi em nome de Paulo que recebestes o Baptismo?

Na verdade, Cristo não me enviou para baptizar, mas para anunciar o Evangelho; não, porém, com sabedoria de palavras, a fim de não desvirtuar a cruz de Cristo."



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sábado, 3 de setembro de 2022

"César o que é de César, a Deus o que é de Deus"

Não existe constatação mais hedionda, a tal com um tom quase conciliador, produzida por um católico, do que aquela: "o Comunismo é o Cristianismo sem Cristo".

Ora, isso é um disparate pegado. O Comunismo (...mas também o Liberalismo) é um mal que veio destruir a Santa Igreja, com raízes tão profundas que já (co)habita com Ela deixando-a de ser verdadeiramente católica.

Cristo não pregou só aos "trabalhadores", vulgo pobres no contexto bíblico, também procurou salvar muitos abastados. Cristo era, objetivamente, de profissão, um carpinteiro e, mais, trabalhador por conta própria, ou seja, produzia para ter o sustento da sua família. Simples.

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Nada, mas...

«Não tenho nada contra as Igrejas, contando que não interfiram na obra de Deus.»

Brooks Atkison (1894-1984)
Crítico e ensaísta norte-americano.

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domingo, 31 de julho de 2022

Restauração?

A ortodoxia matou Cristo por não querer a Verdade, tal como o progressismo está próximo de matar a Santa Igreja pelo mesmo motivo.
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sábado, 16 de julho de 2016

A Arménia e o Cristianismo

«A Arménia foi o primeiro país a adoptar o cristianismo como religião estatal, em 301, 12 anos antes de o Império Romano dar aos cristãos liberdade religiosa. No século V, a Igreja Apostólica arménia separou-se de Roma e faz parte das igrejas ortodoxas orientais. Actualmente, existem apenas 280 mil católicos entre os três milhões de habitantes.»

In Público, de 24-6-2016, pág. 22.

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quinta-feira, 19 de maio de 2016

Igreja de N.S. Da Penha de França



Fotos - PPA

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

D. Eurico Dias Nogueira

Rosa Pedroso Lima veio dizer ao Expresso, de 23/5/2014, que D. Eurico Dias Nogueira "foi uma voz da diferença", pois foi vigiado pela PIDE por ser favorável à liberdade de imprensa e, depois, no pós 25 de Abril, também apelidado, no novo regime, de "conservador e reaccionário". Mas "nunca virou a cara às críticas nem evitou jornalistas"

Enfim, sabendo o que sabemos hoje do Estado Novo e do Novo Estado, D. Eurico era um homem equilibrado e, acima de tudo, coerente.

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A ONU e a pedofilia na Igreja

«Se é verdade que houve, por parte da hierarquia católica, quem encobrisse actos pedófilos praticados por clérigos e religiosos, não restam dúvidas quanto à doutrina cristã sobre este particular: "Quem escandalizar um destes pequeninos (...), melhor lhe fora que lhe suspendessem do pescoço a mó de um moinho e o lançassem nas profundezas do mar" (Mt 18, 6).

(...)

Como declarou o presidente da comissão antipedofilia da Santa Sé, o cardeal Sean O"Malley, que vendeu a sua residência episcopal para pagar indemnizações a menores abusados por padres pedófilos, "o direito da criança é prioritário. Não deve haver nenhuma tolerância para quem comete crimes, nem para quem é negligente" na sua denúncia e punição.

(...)

Uma novidade na doutrina e na praxe da Igreja? De modo nenhum. A mal-amada Inquisição, cujo recurso à tortura e desrespeito pela liberdade de pensamento e de expressão repugna à sensibilidade moderna, foi um eficaz instrumento de punição desses actos nefandos. O Santo Ofício não só perseguia a heterodoxia doutrinal como também os abusos de menores, sobretudo se praticados por clérigos.»


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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Francisco I, o antes e o depois

O resultado da acção determinada e corajosa do Papa Francisco I tem gerado em mim, enquanto católico, uma sensação nova correlação à forma como a Igreja normalmente é encarada pelos seus habituais opositores. Esta sensação revela-se como se a Santa Sé, a partir de Francisco I, tivesse deixado de ser perseguida...para usar uma expressão bíblica. Sim é isso.
 
Tenho estado atento. Relaciono aquela sensação ao facto da acalmia contra Igreja, da direita não católica à extrema esquerda, ser evidente nos meios comunicacionais que nos circundam.
 
Assim, e pelo exposto, tal realidade parece-me bastante benéfica, positiva e de salutar. Podemos estar perante um novo ciclo...que assim espero. Mas será mesmo assim? O que achais?
 
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quinta-feira, 14 de março de 2013

Republicanização celestial

Ontem, num debate, na tvi 24, ouvi o dr. Oliveira Martins falar na “republicanização” em matéria de Vaticano/Igreja. 

Posta a afirmação, é de concluir que já faltou mais para se dizer que Jesus Cristo, em vez de Rei, era Presidente (dos Judeus).

Também seria interessante saber o que os católicos republicanos têm a dizer sobre essa “republicanização”…
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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

“Cara a Cara” - Igrejas Contemporâneas

Os portuenses Dom Manuel Clemente (DMC), Bispo do Porto, e Álvaro Siza Vieira (ASV), arquitecto e prémio Pritzker e Leão de Ouro da Bienal de Veneza, tiveram um interessante tête à tête sobre arte sacra e arquitectura no Expresso, Primeiro Caderno, de 15 de setembro de 2012, pp. 22 e23. Ficam alguns apontamentos de relevo e reflexão:

Expresso – «Gaudí tornou-se católico devoto. O arquitecto Siza fez a igreja de Marco e não é crente. Já não é relevante o que parecia ser uma relação necessária?» 
DMC – «Isso não significa que a pessoa não transcenda na obra que faz e que tudo aquilo que seja visão do mundo, sentimento profundo, de certa maneira não se materialize naquele espaço que constrói.»
ASV – «O espaço da igreja, hoje, é muito interessante para um arquitecto. Depois do Concílio houve muitas mudanças, não só na liturgia. O celebrante virar-se para a assembleia em vez de estar de costas altera totalmente a lógica do espaço tradicional de uma igreja. É um programa que exige muita reflexão, muita troca de ideias. Na altura tive reuniões com teólogos da diocese do Porto e falámos muito sobre essa transformação.» 

Expresso – «Há uma arquitectura religiosa?»
ASV - «Na arquitectura de qualidade há qualquer coisa que se aproxima da religiosidade. Há esse esforço, que por vezes é conseguido, de pôr em relação tudo quanto existe no espaço. É pôr tudo a cantar» 

Expresso – «A ideia de associar a inspiração criativa ao sobrenatural está em queda?»
ASV – «Há uma coisa que não deixa de ser curiosa. Algumas das grandes igrejas contemporâneas são feitas por não praticantes do catolicismo. Le Corbusier, que fez pelo menos duas das mais maravilhosas igrejas: Ronchamp e La Tourette. Uma igreja é destinada a uma comunidade religiosa específica, mas, além de ser um lugar de encontro com o que transcende, é um lugar de encontro de homens.» 

Expresso – «Depois de séculos de criação artística feita para glória de Deus, a arte contemporânea despediu-se de Deus?»
ASV – «Haverá a que sim e haverá a que não. Estabelecer uma fronteira entre ‘isto é materialista’ e isto ‘é espiritual’ não é fácil, porque estes campos cruzam-se. Também há muita coisa de material no espaço da igreja. Pôr tudo isso em relação é que consegue uma qualidade que para muitos leva à elevação do espírito, à oração. Para outros não, mas há muitas formas de oração e de comunhão. Não é só dizer o Padre Nosso.» 
DMC – «Uma certa estilização faz parte do caminho da vida e da religião. Creio que nesse sentido o cristianismo dá uma achega fundamental. (…)» 
ASV – «Há episódios de excepção a todos os níveis da hierarquia da igreja, mas há um certo afastamento ou receio em relação à arte contemporânea. Não é fácil encontrar quem permita com total integridade projectar e construir uma igreja. Já tive um caso num projecto para a igreja de Âncora, que acabou por não se construir. (…)»

Expresso – «A Igreja tem dificuldades em gerir o embate entre arte popular e erudita?»
DMC – «Na relação entre uma arte mais erudita, que implica uma formação, quer do artista quer do receptor, e depois a chamada arte popular, o embate é muito grande. Colegas meus sacerdotes levaram por diante projectos com bons arquitectos, mas depois há o embate com a população, que não compreendia aquilo porque estava presa a projecções simbólicas muito precisas. E então, logo que o sacerdote vira as costas enchem o templo com tudo o que são as imagens e o gosto que às vezes consideramos simplesmente kitsch. Não é fácil.» 

Nota final: Alguns monárquicos e conservadores em geral, que pouco abonam naquilo que defendem (pela imagem Neandertal que transmitem numa altura que são precisas soluções inovadoras), pois são cristalizadores, devem reflectir sobre os seus conhecimentos e opiniões relativamente à arquitectura em geral, sendo que esta é uma fortíssima componente para mostrar o quanto estão aptos (ou não) para representar um passo em frente na instauração de uma Monarquia Constitucional. Este artigo merece uma reflexão séria daqueles, repito séria, pois muitos defensores da Monarquia comportam um progressismo tão amplo cuja noção de arquitectura, em boa sorte, terá ficado no século XIX (para não dizer antes desse período). Quando virem uma obra que muitos apelidam de “monstro”, “caixote”, etc, procurem primeiro saber do seu enquadramento multidisciplinar, história e contexto no espaço. Nunca descurar que, quiçá, o Mosteiro dos Jerónimos, à época da sua construção, terá feito mais celeuma que o CCB hodiernamente!? Há que viver e perceber o nosso tempo, não se esqueçam disso.

 Igreja de Marco de Canaveses (Arq. Álvaro Siza Vieira)
Igreja de Ronchamp (Arq. Le Corbusier)
Igreja de Nossa Senhora de Fátima | Lajedo | Ponta Delgada (Arq. Gomes de Meneses)
 Sagrada Família | Barcelona (Arq. Antoni Gaudí)
 Igreja da Santíssima Trindade | Fátima (Arq. Alexandros Tombazis)
Igreja de La Tourette (Arq. Le Corbusier)
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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Transposta a "idade de consensos"...

Desde do século XX que alguns poderosos lobbies andam progressivamente a malhar forte na Igreja. É bom sinal, significa que Ela está novamente no bom caminho (como estiveram os pioneiros)! 
Entretanto, no meio, na Idade Média por exemplo, era uma "idade de consensos"...
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terça-feira, 17 de novembro de 2009

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)