Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 14 de outubro de 2017

Perspetivas

Apesar do indubitável e inegável avanço da Madeira em termos turísticos, contudo a maior capacidade de expansão portuária e aeroportuária dos Açores, aliadas a investimento e a uma boa gestão económica, podem legitimar uma aspiração da Região (açoriana), a longo prazo, de poder atingir, neste âmbito, um patamar superior ao do nosso arquipélago irmão.


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quarta-feira, 23 de março de 2016

Il nous manque un Roi !

 
Emmanuel Macron : "il nous manque un roi"

Sempre defendi e alertei para a enorme rentabilidade económica que o regresso da nossa Monarquia traria, porquanto é uma Instituição de enorme notoriedade e fazendo, em determinado sentido, uma analogia às MGP - Marcas de Grande Prestígio, venderia e venderia muito, dando a ganhar ao Turismo e, consequentemente, a Portugal...tal como acontece na vizinha Espanha, Inglaterra e outros países regimentalmente similares. Ninguém vem a Portugal ver Presidentes...!

Se Marcelo R. de Sousa trouxe, dentro do possível, uma simpática lufada de ar fresco, imagine-se um novo regime e um novo Rei…
 
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sábado, 10 de outubro de 2015

A 'Economia do Mar'

A determinante importância de (re)descobrir o mar.

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Alegria - O motivo da mudança | O que somos e o que queremos ser

Quando existe tempo para refletir ou mesmo sentir, normalmente é quando se estabelecem as melhores conclusões. Quando existe esse tempo, por exemplo em período de repouso ou de férias, e nos deparamos com o Portugal profundo, do Alto Minho ao Alentejo e depois ainda o Algarve, composto pelo nosso povo, as nossas gentes, as ermidas seculares, os castelos da reconquista aos mouros, os monumentos, os padrões portugueses, as estátuas evocativas do nosso passado inspirador, os trajes, as tradições, as estórias e as histórias da História portuguesa, os legados, o folclore, a nossa música, a atitude portuguesa, a gastronomia, a vinicultura, as belas praias e paisagens, etc, etc, qualquer um que seja minimamente sensível sente, neste contexto de especificidade lusa, a indesmentível ligação ao nosso passado, aos nossos Reis. É impossível não constatar essa afinidade! Existe, até mesmo de facto, um nexo causal, um elo, ainda hoje fortíssimo, que une esse Portugal quase milenar aos seus Reis. Pensar sobre este País é inevitável ter sempre de contar com os Reis dos portugueses.

Todavia, o Rei não se encontra hoje entre nós. O Portugal dos Mares e das Descobertas, do azul e branco deixado por Afonso Henriques e Sancho I, foi (a)tingido por um manto vermelho que traduz pouco orgulho, pouca alegria e, acima de tudo, pouquíssima ligação àquele nosso passado, não nos indicando o melhor caminho para sermos, ao menos, quem sempre fomos. Separaram os portugueses daquele que lhes deu identidade.

Desde 1910 que o eixo directo a Aljubarrota, bem como à aventura dos Descobrimentos, foi interrompido, e presentemente, em república, na sua terceira versão de regime, é como se fingíssemos continuar jogar o mesmo Jogo da Glória, jogo que uma vez a teve mas que agora já não a tem, como uma criança a jogar ao Super Mario Bros. numa consola, mas sem ter o Super Mario.

Carecemos, pois, de nos repensar enquanto colectivo para que possamos ter a certeza se queremos continuar como estamos ou, ao menos, tentar, termos a ousadia de procurar uma alternativa que nos estimule novamente, que nos devolva a esperança, o orgulho e, sobretudo, a alegria de sermos portugueses como já prosperamente fomos. Neste contexto, nada como recordar as sintomáticas palavras de Miguel Villas-Boas que falava acerca da alegria de estar perante o nosso Rei, uma alegria que um monárquico sente (e que já tive a fortuna de sentir) mas que um português clarificado e esclarecido com o seu passado e com o seu presente também não pode deixar de sentir: «Passava Ele e com Ele passavam a Reconquista, Aljubarrota, as Descobertas, as Caravelas, a Restauração… eis Sua Majestade que Nele contém a História de Portugal!».

Como um dia escrevi: Alegria só em Monarquia!

Álbum de fotografias:

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Ganho até pelo Turismo

Registe-se uma diferença, face a um turista, de países como a Espanha, a Inglaterra, a Suécia, a Dinamarca, a Holanda, a Bélgica, etc, relativamente ao nosso Portugal.

--» Enquanto naqueles países o guia diz: “este palácio tem 150 anos e o Rei ainda cá vem”; no nosso País o guia diz: “este palácio tem 150 anos e o Rei cá vinha”…

É uma diferença realisticamente de conteúdos…mas que faz toda a diferença perante estrangeiros que não têm a riqueza ancestral de ter tido uma Monarquia. É como se de uma marca de prestígio se tratasse.

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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Check-in

A propósito de reserva de hotéis, fui parar neste que já estive.

Recomendo a todos, quando forem a NY, ficarem neste carismático e cinematográfico Hotel.

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Além de mais barata para os contribuintes…

O regresso da Monarquia seria essencial também à Economia portuguesa.

A distinção das marcas portuguesas e, sobretudo, o potenciar do turismo seriam sectores objectivamente favorecidos com esse retorno.

Coloquemo-nos no lugar do estrangeiro que vá aos Castelos e Palácios de uma monarquia constitucional, sabendo que o valor do património real ainda é activo e, por outro lado, aquele que vem a Portugal (uma ex-Monarquia) em que o património real já não é activo..? O impacto é indubitavelmente diferente. O turista não quer ver ou saber de presidentes.

Mesmo ao nível do merchandising, publicações de revistas e jornais, estas seriam áreas de negócio que sairiam dramaticamente beneficiadas.
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Turismo monárquico-constitucional...

Acho interessante constatar que os turistas que visitam Portugal, substantiva e normalmente, pretendem é ver o legado da república: Castelos e Palácios. 

Mesmo no actual regime...é o anterior que nos dá dinheiro e, sobretudo, prestígio (embora passado)!
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O turista não quer ver o presidente quer ver a Família Real

A única maneira de divisas, realmente substanciais e duradoiras, entrarem em Portugal, por nossa exclusiva independência e não por nossa exclusiva dependência da UE, recompondo o País economicamente, é por intermédio do Turismo ([1] apostando nova e verdadeiramente no Mar, [2] na nossa Cultura e [3] na nossa história, espalhada por cada um dos nossos concelhos). Fica um exemplo... 
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)