Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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domingo, 4 de dezembro de 2022

Para nos salvar

O Cristianismo é unica religião da história do planeta em que (um) Deus morreu para salvar a humanidade.
É extraordinariamente única.
Ironicamente: muita imaginação devem ter tido aqueles pobres e simples pescadores, para terem mudado o mundo civilizacional para sempre...

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sábado, 7 de maio de 2022

Gastou-se o latim e Babel voltou

Hoje o latim é considerada uma língua morta.

Porém, há um aspeto que não pode ser contrariado: era potencialmente a mais bela língua que alguma vez foi pronunciada na Terra, além de ter sido a mãe/base de muitas outras línguas, bem como o substrato de vastas obras sacro-artísticas, destacando a música cujo os resultados atingiam patamares próximos daquilo que poderíamos considerar celestial neste mundo. Bach é um entre muitos génios estéticos que se focaram em Deus.

A Santa Igreja, durante quase dois mil anos, usou essa língua, antes universal, fosse morta ou viva.
O esplendor da Igreja Católica deu-se em sincronia com aquela matriz de linguagem una, ou seja, com o latim.

Curiosamente, e de certo modo, pode ser observado um certo paralelismo simbólico a Cristo, ou seja, Alguém que morreu mas que, pela Sua Igreja, voltou à vida. Ora, durante muitos séculos o mesmo se passou com o nobre latim, uma língua que havia morrido mas que a Igreja mantinha viva e resplandecente.

Com Cristo e a Sua Verdadeira, Única, Católica e Santa Igreja, o latim era a antítese agregadora a Babel. Com o Vaticano II, Babel, meticulosamente, regressou.
Hoje o latim morreu definitivamente…


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sábado, 5 de março de 2022

O modelo dos homens celestes

«O primeiro homem, Adão, foi criado como um ser vivo; o último Adão tornou-se um espírito que dá vida. O primeiro não foi o espiritual, mas o natural; depois é que veio o espiritual. O primeiro homem, tirado da terra, é terreno; o segundo homem veio do Céu. O homem que veio da terra é o modelo dos homens terrenos; o homem que veio do Céu é o modelo dos homens celestes. E assim como trouxemos em nós a imagem do homem terreno, traremos também em nós a imagem do homem celeste.»

S. Paulo 1 Cor 15, 45-49

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sábado, 3 de abril de 2021

Vaticano II

Legado

Tornarmo-nos uns mansos e, de dia para dia, estamos a perder estatisticamente tudo em termos institucionais católicos: padres, freiras, fiéis, congregações, etc.

Cristo

Evangelho de hoje, segundo João (Jo 2,13-25)

«Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. No Templo, encontrou os vendedores de bois, ovelhas e pombas e os cambistas que estavam aí sentados. Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas. E disse aos que vendiam pombas: “Tirai isso daqui! Não façais da casa de meu Pai uma casa de comércio!” Seus discípulos lembraram-se, mais tarde, que a Escritura diz: “O zelo por tua casa me consumirá”. Então os judeus perguntaram a Jesus: “Que sinal nos mostras para agir assim?” Ele respondeu: “Destruí este Templo, e em três dias eu o levantarei”.»

Pintura - El Greco.


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domingo, 5 de abril de 2020

Dos poucos líderes que ainda temos (III)

Um líder, dos poucos políticos, em Portugal, que fala com autoridade moral, cívica e ética.

Apenas acrescentaria, à frase do Sr. General Ramalho Eanes, o seguinte: "(...) não está SÓ no lugar de culto (...)".




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domingo, 10 de fevereiro de 2019

Para crentes e não...

A capacidade de concebermos o Sobrenatural, bem como produzirmos Cultura são as nossas duas mais distintivas características, aquelas que nos elevam a um patamar que nenhum outro ser vivo consegue sequer almejar. É simultaneamente uma perceção antropologicamente antiga, difícil de compreender como de facto surgiu, mas alçando-se a certeza (e única certeza) de quando existiu e isso aconteceu assim que tivemos poder dedutivo, relacional...enfim inteligência em nós.

Neste âmbito, tenho, pois, enorme dificuldade em compreender como alguns eclesiásticos quedam-se logo pelo primeiro aspeto, procurando humanizar tudo, entrando assim em contradição com aquilo que, suposta e alegadamente, deveriam defender e, sobretudo, acreditar: na Infinidade de Deus, Deus a quem nada é impossível e que nos concede uma Liberdade infindável até ao ponto de nos deixar livres de não acreditar Nele.
O que não é razoável é existir quem (supostamente) acredita e querer diminuí-Lo, tornando-O incapaz de realizar pequenas coisas que para nós são impossíveis, mas que para Ele não se afiguram sequer obstaculizantes. 
Pequenos aqueles que padronizam tudo à escala daquilo que todos vislumbram, em contraponto com aqueles que veem numa escala de que nem todos vislumbram.







Bento XVI, em entrevista.

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domingo, 1 de outubro de 2017

In Memoriam | Dr. João Almiro

Nenhum de nós conheceu presente e presencialmente Cristo. Mas alguns de nós conheceram este farmacêutico e fomos seus contemporâneos. O segundo lembra o Primeiro.

Deixo-vos o exemplo do Dr. João Almiro de Melo Meneses e Castro, João Almiro como gostava de ser tratado, que, vindo de uma família de médicos, seguiu farmácia na Universidade de Coimbra e criou um laboratório - Labesfal. Todavia, entendeu que havia algo mais importante do que sua afirmação pessoal, sendo necessário fazer algo maior. E fez! Tendo ganho muito dinheiro, investiu-o todo e diz que hoje é rico, que a riqueza dele são as pessoas que ajudou e que o circundam.

Esta semana, quase no anonimato, desapareceu do nosso convívio João Almiro, um dos melhores (senão o melhor) portugueses dos nossos tempos. Meses atrás, por fonte da revista Saúda, falei dele aqui, foi um caso que me tocou e foi com consternação que soube do seu falecimento. Fica o seu importante e enormíssimo exemplo.


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sábado, 22 de outubro de 2016

Linha interpretativa

Uma das maiores riquezas da Sagrada Escritura é a profundidade interpretativa que até a mais pequena das palavras pode ter.

Cristo quando, muitas vezes, falou de pobres, não se referia estritamente àqueles que não têm dinheiro e que viviam literalmente em pobreza. Referia-se a algo mais complexo: a pobreza de espírito. A prova cabal disso mesmo foram as suas inúmeras e descritas tentativas de salvar ricos.

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sábado, 6 de agosto de 2016

Dois Prismas - O Religioso e o Secular

Muitos espumaram para que o Sumo Pontífice viesse tecer duras críticas sobre a forma hedionda que o padre francês foi morto.

Além do padre ter sido morto, muito provavelmente, por aquilo em que acreditava, Francisco não acrescentou muito mais além daquilo que Pedro, já como chefe da Igreja, disse após Cristo ter sido humilhantemente morto, não descurando que Cristo para alguns, como eu, era/é o Deus vivo.

Talvez seja difícil alguns entenderem isto, mas é assim. Não se trata “da outra face”, trata-se sim, em sentido estrito, da resposta de Pedro e dos apóstolos, durante anos e anos, após a crucificação: paz, amor, evangelizar, etc…mesmo que tenhamos de morrer por isso.

Relembro que João Paulo II quando, em 13 de maio de 1981, foi gravemente ferido por Mehmet Ali Ağca, numa tentativa gorada de assassinato, a primeira coisa que fez publicamente, após estar minimamente restabelecido, foi perdoar o seu agressor. Resultado, Mehmet converteu-se, julgo que em 2000, ao catolicismo e em dezembro de 2014, trinta e três anos após o crime que cometeu, voltou ao Vaticano e depositou rosas na tumba do Papa João Paulo II.

Contudo, e sem prejuízo do que foi aqui expresso, coisa bem diferente é a resposta que, do prisma civil, das autoridades e dos políticos ocidentais, tem de ser produzida, focada na segurança dos respetivos valores, mormente os da liberdade e da autodeterminação. Na minha ótica a solução encontra-se na lei, havendo a necessidade de criar novos padrões legislativos de modo a reduzir, ao máximo, o espaço de atuação dos extremistas que denigrem o Alcorão e envergonham o profeta Maomé todos os dias.

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sábado, 16 de julho de 2016

A Arménia e o Cristianismo

«A Arménia foi o primeiro país a adoptar o cristianismo como religião estatal, em 301, 12 anos antes de o Império Romano dar aos cristãos liberdade religiosa. No século V, a Igreja Apostólica arménia separou-se de Roma e faz parte das igrejas ortodoxas orientais. Actualmente, existem apenas 280 mil católicos entre os três milhões de habitantes.»

In Público, de 24-6-2016, pág. 22.

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sexta-feira, 3 de abril de 2015

Páscoa

«Sim, Eu Sou Rei. É para dar testemunho da verdade que Nasci e Vim ao mundo. Todo o que é da verdade ouve a Minha voz.»

Bíblia, Evangelho, S. João, cap. 18.

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

terça-feira, 30 de julho de 2013

Saíamos deste provecto e triste modelo

É já enfastiante o odor a bolor deste regime e, sobretudo, a profunda tristeza que nos faz submergir há 103 anos.

De facto não se pode pedir mais de um sistema provecto que foi concebido originariamente na Grécia antiga, antes de Cristo, portanto, e que foi contemporânea de Platão. O próprio filósofo, na sua penúltima carta, reconhecia o erro da república. Recauchutada no presente, a república, torna-se mesmo insuportavelmente lúgubre…conforme já é transversal a todos.

Arejem-se as mentalidades, mudem-se as vontades. (Re)Modernizar é a esperança, sejamos novamente progresso e inovação como fomos enquanto Monarquia. Sejamos hoje o futuro que fomos ontem em Monarquia. Devemos seguir o exemplo dos países mais evoluídos do mundo. 

Tenhamos a coragem dos nossos avós e sejamos, uma vez mais, os primeiros dos primeiros voltando a Monarquia nesta Europa milenar…não pela força mas pela democracia.
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quinta-feira, 16 de maio de 2013

O oitavo painel

Sou radicalmente contra a violação do património público e privado, por actos de vandalismo.

Até sou simpatizante do ‘grafitismo’ interventivo, pacífico e artístico; mas sou contra actos de terrorismo contra o património, normalmente camuflados sob o epíteto de (pseudo) arte. 

Contudo, no caso sob apreço, neste painel de azulejos, especialmente neste (sendo que em todos os dez painéis só dois foram posteriormente alterados, ambos na flagelação), tão típico da escadaria da Senhora da Paz em Vila Franca do Campo, desde de muito criança que o vislumbro com carácter de excepção. Nele são retratados os maus tratos infligidos ao Deus humanizado.

Vejo-o, a título excepcional, repito, como uma realização cultural (o painel) aditada por uma conduta popular de índole igualmente cultural (o acto). Isso porquê? Porque qualquer um, cristão ou não, e que sabe o que se passou naquela Sexta-feira, sabe da grosseira injustiça cometida contra um Insonte. Uma justiça de alguns, de uma elite, que impossibilitava o povo de poder reagir em defesa de um Inocente. Ainda hoje é assim…consumado. 

Todavia, e por maior que seja a razão, houve mãos que incontidas e cirurgicamente quiseram manifestar, no braço do opressor de Cristo, a sua indignação. Não partiram o painel, não danificaram mais nenhum dos oito do deca-painel, não o riscaram, não o esmoucaram aleatoriamente. Fizeram-no com uma comovente (e perdoem-me o termo) precisão. 

Sei que este não será o discurso mais consentâneo e massivo, pois a complexidade do contexto factual é acutilante e até 'plurifurcada', mas obliteraria a verdade se não dissesse que, neste caso específico, compreendo o acto e, mais curioso de tudo, já não imagino aquele painel sem aquela adenda de expressão popular, não passo sequer sem ela ali…quase como se uma reparação agora é que acabasse por traduzir o verdadeiro acto de vandalismo num contexto já sedimentado nas nossas raízes, na nossa Cultura. 

Post Scriptum: «Este templo construído em 1764 remonta a um templo mais primitivo, erguido possivelmente no século XVI, segundo a tradição no local onde um pastor terá encontrado uma imagem da Virgem numa gruta. O atual templo, erguido sobre o anterior, data do século XVIII.» (Fonte - Wiki).

 
Fotos - PPA.
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terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Boas Festas

Resumo os meus votos natalícios e de bom ano, na síntese das palavras da Família Real Portuguesa!
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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Um País que gera tanta força...


Tinha um feeling que o carinho especial que Ele sempre teve por Portugal vinha ao de cima. 
É como diz o Mourinho e o Seleccionador da Alemanha "um País tão pequeno..." mas que gera tanta força. 
Qual Golias da Europa, nós pequenos sempre fomos especiais...capazes das mais audazes empresas e proezas, sempre além das nossas dimensões populacionais e geográficas. 
Devotos fomos desde 1143 a 1910. Voltemos a ser e os resultados aparecem.
De certo modo saímos sempre vencedores.
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Comentário espirituoso do dia...

Relembro que no passado Domingo: invocou-se o Cristo Rei...e não o "Cristo Presidente"!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)