Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 8 de fevereiro de 2026

Presidenciais 2026

Como monárquico não voto (especificamente) para a Presidência da República. Seria uma incoerência comigo mesmo se assim não fosse.

Contudo, vendo o cenário deste ato eleitoral, parece-me claro que, independentemente do resultado de hoje, o Doutor André Ventura sairá sempre vencedor.

Continuo a achar, e tentando colocar-me na pele dos detratores dele, que vencer a Presidência, ainda assim, iria ser menos mau do que aquilo que virá a seguir.

Ganhando Seguro, pessoa séria, mas também o mais difamado homem de esquerda dentro da esquerda, quis o destino que caísse sobre ele a responsabilidade de salvar a III república, aquela que "caminha para o socialismo" de acordo com a Constituição ainda em vigor. Lembro apenas duas coisas aos republicanos e aos que votam em Seguro:

1- A França já vai na V República (quiçá a caminho da VI); e
2- François Hollande (o último socialista Presidente da França antes da derrocada final do Partido Socialista Francês).


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domingo, 18 de janeiro de 2026

Além dos custos exorbitantes das campanhas, além das picardias mesquinhas pelo poder

Choca-me ouvir comentários como "eu vou votar em fulano", "eu vou votar beltrano" ou, ainda, "eu vou votar em sicrano" quando está em causa o representante de todos os portugueses. O Chefe de Estado é aquele que, ao menos, na esfera representativa, e não falamos da governamental, nos devia unir a todos, sem mácula. A recente democracia ocidental foi criada sob égide das Monarquias. As repúblicas, nos principais países da Europa, vieram depois. Mas vieram. Vieram e trouxeram a divisão e a desunião. A democracia é mais do que o ato (formal) de votar. A democracia é, sobretudo, a liberdade para poder confiar em alguém, em algo, que transcende prazos de mandatos, timings e formalismos em suporte papel. Veja-se, por exemplo, a eleição do Presidente da Assembleia da República, em parte similar à Aclamação de um Rei, pelo Povo, nas Cortes (vulgo Parlamento). Este é um ato praticado no seio de uma democracia, não menos legítimo que a eleição, por sufrágio universal direto, de um Presidente da República, eleição essa, que nos últimos 50 anos, e sejamos justos, gerou crispação em vez de união, pois o eleito foi quase sempre de origem partidária (ex. Soares, Sampaio, Cavaco, Marcelo, o próximo e por aí fora). É uma falácia que o "qualquer um" possa ser Presidente da República. O Rei, inversamente, criou o País, o Povo e a respetiva cultura. Rei, País e Povo, em Monarquia, são um só. Não carecem símbolos acessórios como hinos ou bandeiras. O Rei é o símbolo maior, aquele que personifica a Nação e o Povo que outrora ele gerou. Se assim não fosse, não havia explicações para democracias mais amadurecidas como a inglesa, a norueguesa, a dinamarquesa, a sueca, a belga, a holandesa, a espanhola, a japonesa, etc.
 
Termino dizendo que foram também muitos aqueles que, nestas presidenciais, e perante os candidatos disponíveis, que partilharam comigo, pela primeira vez, a percepção do quanto uma Monarquia, afinal, é util e mais segura.

Com toda a certeza: a distância para uma Monarquia já esteve mais longínqua.


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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Bananal

Suécia, Dinamarca, Noruega, Holanda, Bélgica, Luxemburgo, Espanha, Reino Unido, Mónaco, Japão, Canadá, Austrália, etc, etc, são Monarquias. Supostamente são países, neste momento, mais evoluídos do que Portugal.

Com o andar da carruagem desta república portuguesa, a qual espero, sinceramente, que seja a última, julgo que qualquer um começa, razoável e finalmente, a perceber que uma Monarquia já se torna importante e necessária equacionar como forma de corrigir este descalabro civilizacional e desprestigiante que estamos, em Portugal, submergidos.

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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Outrora em 1986 foi o Cunhal

No cenário de uma segunda volta entre Ventura e Marques Mendes, vai ser interessante ver as esquerdas, em especial o Paulo Raimundo, a "engolirem um sapo" igualmente e, assim, a canalizarem os votos para esquerda possível: o antigo líder do PSD.


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sexta-feira, 12 de maio de 2017

Em atenta obervação

O Sr. Trump está paulatinamente a desiludir-me, eventualmente na exata proporção que tem vindo a agradar os seus ex detratores na campanha presidencial.

Esperemos que estanque o curso que segue e quiçá até retome.

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sábado, 4 de março de 2017

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Let's make Portugal Great Again! ;-)

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Reaberturas...

Trump vai reabrir a prisão de Guantánamo. Ups…esqueço-me…esteve sempre aberta.


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Green Trump

Gostaria apenas de precisar um aspeto relativamente à vitória de Trump. Face ao que expôs em campanha, existe um domínio que me torna cético quanto ao seu mandato: o ecológico.

Neste contexto específico, por sua vez, também não me refiro ao “global warming”, que entendo não estar demonstrado. Refiro-me, tão-somente, à defesa do ambiente num sentido simples e concreto: redução da poluição. Veremos o que a sua administração irá fazer neste âmbito…

No resto, deposito esperança que Trump venha a ser melhor em tudo que os seus recentes antecessores (até Regan inclusive).


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Visão otimista

A melhor parte disto tudo é que o mundo vai ter, como Primeira-dama dos EUA, a Melania Trump.

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Os Presidentes

O nível do discurso político subiu muito após o dia 9/11. Quer Trump, quer Obama, quer Hillary estão a demonstrar ao mundo o que significa colocar os EUA acima dos interesses partidários ou pessoais, bem como de aceitarem a decisão soberana do povo...coisa que em Portugal seria impensável, a Geringonça é a prova disso mesmo.

"A very good man", disse Trump de Obama no passado dia 10 do corrente mês.


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O Presidente



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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Ouvido na fila do quiosque

«Convinha mais à Michelle, para 2024, que o Trump ganhasse agora.»

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Axioma

Pura lógica...

Se o G.W. Bush não apoia o Trump, logo devemos apoiar o Trump.

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She's a goddamn monster

Quando existem consultas mensais a mães grávidas, quando já existem prematuros de 24 semanas a sobreviver, etc, etc, ainda quer exterminar uma criança de nove meses?!

Os “fetos não têm direitos”, diz Hillary. Pois não, mas os animaizinhos têm. É o mundo inumano que a senhora e as V. forças criaram.

Nem os socialistas nazis, em termos de política, foram tão longe, eles que cometeram atrocidades contra seres humanos. A diferença está que no primeiro caso é absolutamente nula qualquer hipótese de defesa…mata-se literalmente um ser incapaz de se defender.

Trump tem razão, é “inadmissível”. Cabe ao Estado a defesa dos inocentes. Simple as that.

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"Trump n' est pas un clown"

André Bercoff, eventualmente o maior nome do jornalismo político francês.

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sábado, 22 de outubro de 2016

‘HILLARYous’

Aquele que não gosta de muros, que seja o primeiro a derrubar os seus…

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Terceiro debate


Confirmado e verdadeiro, apenas voltou atrás, ao contrário de Bernie Sanders, na posição assumida, já em 2008, quando concorria com Obama…

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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Second Presidential Debate 2016: Donald Trump vs Hillary Clinton

Tal como sucede na Suécia, na Noruega, no Canadá, no Japão ou na Espanha é nestas alturas que é tão bom e melhor ser monárquico.

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Mulheres

Donald Trump foi mais conversa. O Bill Clinton foi mais ação.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)