Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Não é para justificar/defender D. Sebastião, mas...

Joana de Áustria, Princesa de Portugal

«Enviuvando em 2 de janeiro de 1554, deu à luz o filho dezoito dias depois, na meia noite do dia 19 para o dia 20 de janeiro, tendo regressado a Espanha a pedido do seu pai, que tencionava abdicar, confiando a educação do filho, com apenas três meses, à sua sogra Catarina de Áustria (que era também sua tia).»

In Wk.


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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

A névoa, a esperança na epopeia, a grandiosidade, a frustração, a desilusão, os poemas, a História...enfim...o Sebastianismo.

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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

O Elmo

É medianamente sabido que D. Sebastião não foi um dos melhores Reis de Portugal. À parte da enorme alegria com que o povo, desde nascença, o recebeu, foram inúmeros os epítetos menos elogiosos sobre o Monarca advindos, posteriormente, de historiadores ao longo dos séculos. Alguns verdadeiros, outros nem tanto.

Contudo, tendo fraquejado perante aqueles que o impeliam para rumar Marrocos, inclusive Camões, essa ida, bem como Alcácer-Quibir, foram um completo desastre. O Rei é, óbvia e objetivamente, responsável.

D. Sebastião nunca mais foi visto, provavelmente terá morrido em batalha, mas um elmo, eventualmente o seu elmo, trouxe novos dados.

Muitos desses dados são reveladores, especialmente aqueles que foram contados por Rainer Daehnhardt (quem o meu pai conheceu pessoalmente). No seu conjunto, salientava apenas os que, na minha opinião, poderão ser enormemente demonstrativos de que aquela peça de guerra era de mesmo de El-Rei, porquanto os seguintes factos indiciam que a forma como o seu utilizador se bateu foi, no mínimo, bravíssima e digna de um Rei:

a) O elmo apresentava tantas “feridas” de impacto, facto que só se explica mediante uma luta especialmente violenta, como foi o caso de Alcácer-Quibir;

b) Pela parte de trás não há qualquer vestígio de golpe, significando que o utilizador nunca voltou as costas ao inimigo.
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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

WEEK SOUNDZZZzzz!


Nós tivemos/temos a Amália. É certo. Mas os galeses têm esta SENHORA:

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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O Sebastianismo...

No percurso do nosso grandioso Pretérito, a realidade, outrora, aproximou-se da fantasia...como de um conto real se tratasse.

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quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Quarteto 1111 . "A Lenda De El Rei D. Sebastião" (1967)

Rock progressivo... Fica o brilhante excerto do clip (que não conhecia). 
Amazing!
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segunda-feira, 18 de junho de 2012

A (ir)Responsabilidade quanto a África

A nova chefe de Angola, Isabel dos Santos, a qual controla investimentos decisivos na república portuguesa por intermédio do Bpi, da Zon e até eventualmente da Sonae, fora outros, é a personificação, hoje, do quão foi um erro, de contornos aberrantes, o caminho para onde fomos evacuados, à pressa e à força, pela república. 

A república não tem apenas a culpa e a ilegitimidade histórica pelo atentado à democracia que a faz perdurar até hoje. Tem, acima de tudo, culpa objectiva (e de certo modo quantificável) no percurso completamente errado que deu ao Ultramar. Em armas, em força, em insensibilidade, em descolonização irresponsável, da I à III, de ré em república, culminamos hoje num absoluto descrédito com o povo irmão de África. Estamos fragilizados e sem prestígio nesta comunidade PALOP. 

Em Monarquia, e pelos crimes republicanos mais acentuados de 1908 a 1910, não foi dado o devido tempo para abordar a resolução, pausada e estruturada, que estava em curso e que, na minha modesta opinião, teria hoje um muitíssimo melhor desfecho. É só lembrar que em 1907 o Príncipe Real Dom Luís Filipe tinha ido em missão de reconhecimento e sensibilização àquele Continente, como futuro Monarca que iria ser. O regime de então sabia que o nosso futuro era África, mas África em Monarquia…unidos por laços de absoluto respeito, abertura e autonomia. Membro tão importante da Família Real em África, só mesmo na ida para Alcácer Quibir de D. Sebastião… 

Uma verdadeira Commonwealth portuguesa morreu no dia 5-10-1910. And I rest my case.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Retrato do Rei D. Sebastião

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Sebastianismo e um Elmo

A república tem dado pouca importância, ou melhor, sequer nenhuma, a esta (singela) expectativa.
Será que está com medo de beliscar o sempre cómodo mito do Sebastianismo?

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)