Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Rubrica: Despesas

Nas comemorações dos 100 anos da república foram gastos 10 milhões de euros. Aderiu pouco povo e, ainda assim, foi-lhe imputada toda a despesa do evento.

No casamento Real, nos Jerónimos, em 1995, foram gastos muitíssimo menos escudos. Aderiu muito povo e, ainda assim, não lhe foi imputada qualquer despesa do evento.

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Não é preciso acrescentar mais nada...e uma imagem vale mais que mil palavras!

Na pág. 4 da Atual (in Expresso - 17 Dezembro de 2011), vinha esta exacta foto e o seguinte intro textual:
«Diário da República
A República existe, passa por uma vida mais triste, mas nem tudo isto isto faz parte dos fados que lhe marcam o quotidiano.»
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mais um excelente texto do João Amorim aqui!
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terça-feira, 5 de outubro de 2010

O Montepio hoje | A república de 100 anos | A Monarquia e o seu ‘branqueamento’

Tive a triste infelicidade de ler um artigo na Revista do Montepio, instituição com 170 anos, sob o título: «Portugal celebra 100 anos de república». O mesmo foi escrito por um tal de Mário Branco, no n.º 67 (Outono 2010), a páginas 10 e 11, daquela edição.

Logo de início a mais comum questão se coloca: mas o que estamos a celebrar em 100 anos de república ?

Posto o intróito, importa referir que aquele articulador “informou-me” acerca de um rol de novidades relativas à Monarquia Liberal e Constitucional que desconhecia até ao dia em que coloquei os meus olhos naquele dito texto. No mesmo texto também se extraem outras preciosidades históricas acerca do bando que implantou a república.

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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

"Destakava" isto...

...dito pelo historiador Rui Ramos:

«O que é polémico não são o que chama "as minhas posições", mas a forma como nos andam a vender o regime saído do 5 de Outubro. Imagine que alguém falava do Salazar mencionando apenas as barragens, o abono de família, a neutralidade na segunda guerra mundial, sem jamais referir a PIDE, a censura, a guerra colonial. Está a imaginar a gritaria que já não iria para aí? Pois é o que temos visto sobre o domínio da vida pública portuguesa pelo Partido Republicano depois de 1910: nada sobre a retirada do direito de voto à maioria da população, nada sobre a negação do direito de voto às mulheres, nada sobre o 'empastelamento' e apreensão dos jornais, nada sobre a política de genocídio no sul de Angola, e o menos possível sobre a perseguição ao clero e aos sindicatos. É esse branqueamento, ao arrepio de toda a investigação histórica, que é polémico. Porque a verdade é que se voltássemos aos tempos de Afonso Costa, a maioria dos portugueses de hoje teria um choque tão grande como se voltássemos aos tempos de Salazar.

(...)

A monarquia constitucional, governada pelos liberais, foi o regime político que nos últimos 200 anos mais tempo durou em Portugal, e não por acaso. Os liberais conseguiram um equilíbrio de correntes políticas que ressalvou o pluralismo e a liberdade e extinguiu a violência política, alargou a participação eleitoral dos cidadãos ao mais alto nível antes de 1975, e criou condições para períodos de grande prosperidade. (...)»

Fonte - Destak
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)