Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Glenn Miller Orchestra . "Serenade In Blue" (1942)

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Tegan & Sara . "Walking with a ghost" (2004)

Was covered by The White Stripes, who released it on their "Walking with a Ghost" EP!

Tegan & Sara - Walking with a ghost por nina681
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Era Uma Vez D. Manuel... - Reportagem de Eduarda Maio

Notas:

1 - Pois não dava para perceber como a Monarquia estava para cair, pois o povo - os portugueses - estavam com ela e com o seu Rei...mais vincadamente no Norte!
Quem a fez cair foi um partido...de 7%!
2 - A parte da relação de D. Manuel II com o (verdadeiro) Socialismo nascente em Portugal é importante de se ouvir! 
Aqui reside potencialmente a chave-código para muitas das respostas que explicam a nossa precária situação actual e da "qualidade" da maioria dos nossos partidos e políticos...!
3 - Como qualquer ser humano, também ele teve as suas dificuldades...ainda para mais sendo jovem.
Mas ele, apesar de ter tido de substituir o seu irmão, em condições tão imediatas e dramáticas, tenho a certeza que teria tido um bom reinado!
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

"Planeta dos Macacos"

Com a revolução de 1910 o que conseguimos foi interromper um percurso civilizacional enquanto Nação europeia, com quase um milénio de regime integrado e sólido, para tentarmos passar a ser algo similar àquilo que já eram, na totalidade, os países da América do Sul… Mas o reboliço continua, ainda não terminou…
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Homenagem a Sua Majestade Fidelíssima El-Rei D. Manuel II de Portugal e dos Algarves

(Vídeo por Francisco Sousa)

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Uma questão que fica...

Se não fossemos um País onde as minorias mandassem e até hoje tivéssemo-nos mantido similares aos mais desenvolvidos do mundo, ou seja, enquanto Monarquia Constitucional, será que a Casa Real Portuguesa teria feito o mesmo que a Inglesa correlação à mudança de nome (Windsor), em 1917, a qual não se deveu a uma descontinuidade dinástica mas sim ao sentimento antigermânico que se vivia na Primeira Guerra Mundial? 
Ambas eram Saxe-Coburgo-Gota!
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Isto é quanto valia uma portuguesa amada e Portugal…não há muito tempo:

«Em 1862, houve uma revolta na Grécia contra o Rei Oto I e ofereceu-se o trono grego a D. Fernando II, mas este recusou.
Em 1868, uma revolução expulsou a Rainha Isabel II da Espanha e sua família, e o governo provisório espanhol, não desejando estabelecer uma República, ofereceu a coroa a D. Fernando II, então com quarenta e nove anos. Também rejeitou a proposta.»
in Wikipedia.
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D. Manuel II e D. Amélia em vídeos inéditos!

Vi na passada terça-feira, pela primeira vez na vida, estes magníficos filmes graças ao Miguel e ao Nuno Castelo-Branco e, ainda, ao Samuel De Paiva Pires…a quem agradeço reconhecidamente como português e açoriano. Visionários de uma Causa difícil: melhorar Portugal!
Impressionantes imagens! Comove ver o nosso Rei, o Rei de Portugal e dos Algarves e sua distinta Mãe S.M. a Rainha D. Amélia.
Aquele que alguns, à parte do povo e da maioria, expulsaram (supostamente para ser substituído por um melhor regime), rapidamente foi reconhecido, pelo País de exílio - espertos - o seu elevadíssimo valor. O seu prestígio indissociável a Portugal era enorme e até lá, Inglaterra, ele executou funções de representatividade.
Mas o mais impressionante nestas imagens (raras) é toda uma nova noção, mais realista, dos movimentos e das posturas dos nossos monarcas...dada a relativa boa imagem do vídeo!
(Ampliar os vídeos)

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Li num comentário anónimo...

...no blogue Estado Sentido, de 5 de Agosto de 2011:

«De Trindade Coelho, a propósito da morte da Rainha D. Amélia de Orleães (1951).

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Repúblicas falidas

Aquilo que já estou farto de apregoar é também dito por Rodrigo Moita de Deus:
«Não há nenhum país monárquico que tenha pedido ajuda ao FMI, todos os países que recorreram à ajuda financeira são repúblicas.»
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Pelo insuspeito José Mattoso!

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As duas juntas | A coerência absoluta

Linda e verdadeiramente a "mãe" da nossa açoriana! Vi e li aqui!

AS CORES - Monárquico ou republicano - Mais não seja uma questão de coerência com 767 de História e sua essência nacional e estatal.Nos Açores, aparentemente, houve coerência...deve ter sido do Mar!
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Como na Suécia...

Quando tivermos a Monarquia Constitucional de volta em Portugal, era bom seguir-se o modelo Sueco.

Na estrita lógica da preparação para um cargo, quem nasça primeiro, em tese e coerência, terá mais tempo para se preparar convenientemente para servir o País. Assim, para os suecos, seja homem ou mulher, quem nascer primeiro será esse a começar a caminhada de preparação para representar e unir o seu País.Neste sentido, e aproveitado a nossa tradição pré e pós constitucional monárquica, em que as mulheres sempre tiveram lugar determinante, era apenas necessário aperfeiçoar. Exemplo: Nasce primeiro uma mulher...e seria ela a nossa representante de Estado.
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Ainda sobre o limite da dívida nos EUA...

Percebem agora porque digo que é um problema de regime?

As repúblicas foram moda e não funcionam mesmo...são os tempos que provam! Os EUA têm 250 anos e tiveram menos de 100 de apogeu e Império. Ora, Portugal teve 407 anos de apogeu (conquista de Ceuta à perda do Brasil) e 560 de Império! 
Isso foram as monarquias no passado. Hoje, no presente e para o futuro, é o IDH e a maior resistência aos ataques capitalistas desenfreados e especulativos que o demonstram. Chave: uma empresa unida chamada família!
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Turismo monárquico-constitucional...

Acho interessante constatar que os turistas que visitam Portugal, substantiva e normalmente, pretendem é ver o legado da república: Castelos e Palácios. 

Mesmo no actual regime...é o anterior que nos dá dinheiro e, sobretudo, prestígio (embora passado)!
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Nas bases individualistas e nas bases colectivistas...

Um outro aspecto que explica a mentalidade individualista da república reflecte-se no formato de ensino (de base individual) que prepara O aluno para o teste/exame, que lhe exige a "decora" (e não o conhecimento), apenas com vista no "despejo final".

Numa mentalidade colectivista é diferente. Ensina-se de base, estruturada e rigorosamente, o estudo em grupo! Rende mais, partilha-se mais, apreende-se mais! É assim na Suécia, na Dinamarca, na Holanda, etc. Cá, com a fórmula individualista, estimulamos pólos opostos: O conhecimento restrito de uns, que se esfalfam para saberem mais do que os outros, que por sua vez fecham a sete chaves o que sabem, não partilhando; ou, ao invés, o copianço! É uma roda nefasta e mesquinha do nosso sistema. Não é um mal do professores, nem destes governantes, pobres coitados, que mal têm tempo para pensar...
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Comentário espirituoso do dia...

Estou como os presidentes de câmara que têm sob alçada zonas balneares...todos queremos uma bandeira azul (e branca)!
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The Queen with grandchildren at Balmoral

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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Mais um da Marvel Comics...

Da Marvel Comics, foi criado por Joe Simon e Jack Kirby e apareceu, pela primeira vez, em Captain America Comics #1 em Março de 1941.
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Chanel - Cruise 2012

The Tale of a Fairy
The Short Film by Karl Lagerfeld Part 1 | Exclusive
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)