Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Era Uma Vez D. Manuel... - Reportagem de Eduarda Maio

Notas:

1 - Pois não dava para perceber como a Monarquia estava para cair, pois o povo - os portugueses - estavam com ela e com o seu Rei...mais vincadamente no Norte!
Quem a fez cair foi um partido...de 7%!
2 - A parte da relação de D. Manuel II com o (verdadeiro) Socialismo nascente em Portugal é importante de se ouvir! 
Aqui reside potencialmente a chave-código para muitas das respostas que explicam a nossa precária situação actual e da "qualidade" da maioria dos nossos partidos e políticos...!
3 - Como qualquer ser humano, também ele teve as suas dificuldades...ainda para mais sendo jovem.
Mas ele, apesar de ter tido de substituir o seu irmão, em condições tão imediatas e dramáticas, tenho a certeza que teria tido um bom reinado!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

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«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

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«Pergunta: Queres ser rei?

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Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

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