Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Ainda no longínquo Timor

Pode-se, de certo modo, dizer que a diferença entre o que fomos (monarquia) e somos (república) resume-se por isto:


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quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Mas alguém ainda quer comparar o Rei de Espanha ao Rei de Portugal?!

Apesar do papel incontornável de Juan Carlos na consolidação da democracia em Espanha, esse papel ainda fica muito, muito longe daquele que recaiu sobre um homem que, sem luxos, sem facilidades, sem prorrogativas de Estado e sem trono formalizado (mas reconhecido por milhares), desde há muito lutou contra a Ditadura da república, lutou a favor dos povos de expressão portuguesa, mormente Timor antes de todos os demais e modas, sempre se apresentou como um incansável e hábil embaixador, um defensor dos desprotegidos em Portugal e um denunciador destemido das vilanias políticas que atentam contra os portugueses.

D. Duarte é o nosso Rei e como nosso Rei tem sido a nossa maior defesa! Caluniado e vítima de outras velhacagens, estas são, tão-somente, as centenárias formas que a república insistentemente recorre para desviar as atenções dos portugueses quanto ao essencial: o seu Rei!

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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O Símbolo do Portugal puro e genuíno


"6 de Maio de 1987 - S.A.R., Dom Duarte de Bragança no vale do Jamor com crianças timorenses."
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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Deplorável trabalho...

No passado dia 17 vi um deplorável trabalho jornalístico, na RTP, sobre Timor.Recorreram a pessoas que falavam sobre Timor como se elas tivessem tido alguma preponderância quando o povo de Timor mais precisou de Portugal.

Mas fico tranquilo, quando tenho a certeza que o povo irmão sabe e sempre soube quem esteve com eles desde que se instalou o problema: S.A.R. o Senhor Duque de Bragança. Naquele vil trabalho...nem uma palavra dele e sobre ele. As republicanices do costume.
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Timor e o Rei

«Foi dos cidadãos portugueses que mais se destacou, desde há mais tempo, pela causa de Timor Leste. Desde logo o inicio da ocupação Indonésia em Timor Leste. Foi ele quem mais deu atenção às centenas de milhares de refugiados timorenses no Vale de Jamor.»
D. Duarte de Bragança condecorado e manifestamente feliz por essa honra, esse mesmo que, achincalhado pela ignorância de alguns, “antes”, “depois” e sempre não esquece o povo de Timor. Tinha a ré pública "acordado" nos anos 90 para o já indisfarçável caso de Timor (veja-se que a música dos 'Trovante', por exemplo, é de 1999) já em 1974 o Senhor Duque de Bragança estava preocupado com aquele povo abandonado. Terra pequena, maioritariamente constituída por gente humilde…mas nossa irmã.
Se alguma vez este ridicularizado Senhor dirigia-se aos Açorianos como um presidente da ré pública se dirigiu em tempos?! Vejam como é acarinhado pelos nossos irmãos distantes.
Abram os olhos! Vamos mudar isto para o rumo certo: a Monarquia Constitucional.
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Setelágrimas . "Ko le le mai" (2012)

"Canção maubere de apelo e de protesto, que denuncia a opressão e o sofrimento do povo."
Dedico este tema a SAR o Senhor D. Duarte de Bragança.

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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

O Império | A Globalização | Os Negociantes

O que mais nos caracterizou enquanto portugueses, enquanto Monarquia, foi a criação de um Império comercial. Esta realidade passada gerou, inclusivamente, no presente, uma tese doutoral (um Professor de Guimarães) que demonstra que fomos nós, e não os americanos, que criamos o conceito de globalização. Até ao norte-americano, todos os impérios “comércio marítimos”, subsequentes ao nosso modelo, foram “copy pastes” do português.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)