Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O "caso Algarve", em bom rigor, é uma descomunal e ilegal trapalhada que ainda prevalece após 5-10-1910

Mais um argumento:
 
«Em 26 de Novembro de 1836, D. Miguel nomeou simbolicamente Governador do Reino do Algarve e Comandante em Chefe Interino de Todas as Tropas Realistas, Regulares e Irregulares do Exército de Operações do Sul o chamado "Remexido", líder de um grupo de guerrilheiros e ex-soldados, que se manteve fiel à causa miguelista e fez acesa resistência no território compreendido entre o Algarve e o norte do Alentejo durante mais de quatro anos após a Concessão[7]. O que não foi caso isolado, já que se conhecem vários outros focos de luta de guerrilha ao longo de todo o país nesta época, com especial destaque no Norte de Portugal, apoiados nomeadamente pelo célebre Zé do Telhado, no Douro, e pelo Conde Almada, no Minho.»*
 
* Wikipedia.
 
Share |

Serão os alemães nossos inimigos?

Factos: 

1.º) D. Miguel I de Portugal tinha na Prússia (de Frederico Guilherme III) uma fortíssima aliada, a pareceria de futuro que acabou por não se concretizar. A única certeza que temos é que o caminho seguido, após o seu exílio, foi mau. Temos nos dias de hoje a prova;

2.º) Os nazis não nos invadiram, quando teria sido bastante simples para eles; 

3.º) “Há mais de 300 empresas alemãs em Portugal algumas delas estão cá há mais de cem anos, como a Siemens ou a Bosch”*. 

*in ‘Caderno de Economia’ do Expresso, de 10-11-2012, pág. 18. 

Nota final: Nunca chegamos a aliar-nos aos alemães como fizemos com os ingleses, entretanto afastamo-nos dos últimos e fomos colar-nos, definitivamente, a partir de 1910, aos franceses que nem nos ajudam, nem servem de modelo, nem nos ligam.
Share |

D. Manuel II e o seu povo...

...nós!
Share |

Belíssimo texto...

...do João Mattos e Silva. A ler.
Share |

A república e a nossa cruz...

Tanta república, tanta república, tanto positivismo, tanto positivismo, tanta ciência, tanta ciência e nos tops dos relatórios sobre as melhores escolas do País...essas têm quase sempre uma cruz no cimo da sala de aula.
Share |

James Ferarro . "R-Complex" (2010)

Share |

Tokyo Offshore Project . "Hyperambient" (1994)

Ando a vasculhar nas minhas colectâneas "Jazz in The House"...
Share |

Charles Gayle . "I Can't Get Started" (2003)

No passado sábado, foi ao vivo.
Share |

New Order . "Don't Do It" (1989)

Em vinil, existe cá esta raridade: B-side of Technique's Fine Time.
Naquele ano, considerado o melhor álbum de dança pelas mais destacadas revistas da especialidade.
Share |

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cá começou desde 1910...

...na França a eleição do presidente começou a ser realizada, por sufrágio universal directo, em 1962.
Share |

A grande verdade!

Share |

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Neds


Share |

S.M. El-Rey D. Miguel I, o Popular

Vídeo.

Texto conexo ao aludido vídeo:


Share |

E não querem que ele seja o nosso representante?!

Só verdades e soluções! Tocou, como sempre, no essencial…sem meias tintas.

Concordo: Não seria preciso incumprir prazos, ou pedir mais resgates. Bastariam ajustamentos à taxa de juro, os quais não trariam muito menos lucro aos credores, aumentaria a capacidade de pagamento dos devedores e aliviava os portugueses e a(s) economia(s) destes.

Não vi criticar ou criar celeumas com o Governo. Não vi criticar ou criar celeumas com os nossos credores. Não vi criticar ou criar celeumas com a oposição. Apenas vi um discurso proactivo e sempre em prol de Portugal e dos portugueses.
Share |

Muito bem SAR!

Share |

Bom texto. A ler:

Share |

Dito por Carlos Azeredo

«A Monarquia fez Portugal e criou um Império; 
a república acabou com o Império e está em vias de acabar com Portugal.» 

Carlos Azeredo (General)
Share |

República desencantada

Para alguns: Saímos de um “Reino Encantado”, em 1910. 

A crua realidade: Vivemos hoje numa utopia impraticável…que está a levar Portugal à miséria e à tristeza. 

Prefiro viver “encantado” com o País!
Share |

Fatima Al Qadiri . D-Medley" (2012)

She's working in New York!
Share |

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Aqui defende-se Isabel Jonet!
Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)