Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

A dignificação da mulher foi noutros dias

A mais marcante guerra fratricida na História dos portugueses, tinha por base a colocação de uma mulher na Chefia de Estado. Muitos deram a própria vida por isso. Aconteceu em Monarquia.

Hoje, curiosamente, em república, liga-se peva para a hipótese de sequer por uma mulher nesse lugar.

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quinta-feira, 13 de junho de 2013

quinta-feira, 14 de março de 2013

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Nunca houve Guerra Civil em Portugal...

Tenho sérias dúvidas que as guerras liberais tenham sido uma/a verdadeira Guerra Civil Portuguesa.
Isso porque: O lado vencedor teve de ir recrutar, com empréstimos estrangeiros, endividando ainda mais o País, rufias e mercenários a Inglaterra e a França, sendo os seus "exércitos", "generais" e "almirantes" substantivamente de origem transfronteiriça. Ou seja, o Liberalismo importado que apoiavam enfrentava portugueses...!
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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Mutatis mutandis

Há dias que, infelizmente, sou levado a crer que os Legitimistas portugueses são entendidos no seio da Monarquia, como os monárquicos (em geral) no seio da ré pública...
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Paralelismos sem paralelo

Na 1.ª página do caderno de Economia do Expresso, do passado dia 10 de Setembro, criava-se um paralelo comum entre D. Carlos, Salazar e Passos Coelho. No respectivo desenvolvimento, a pág. 9 daquele caderno, esse paralelismo foi (d)escrito por João Silvestre segundo o título: “Portugal A terceira pior depressão dos últimos 150 anos”.
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domingo, 17 de abril de 2011

A conciliação personificada!



À luz da História, era capaz de arriscar e dizer que muitos de nós, incluindo mesmo alguns monárquicos, não se aperceberam da importância do Senhor D. Duarte de Bragança, muito por obra e graça de seus saudosos pais, visto que ele é, efectivamente, a equidistância conciliadora personificada. Um pólo de conciliação em posições extremadas. Este é um resultado só mesmo ao alcance da preparação e da sabedoria da instituição monárquica!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)