Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 26 de agosto de 2012

Já Monarquia muito antes de república

Na crise (Filipina) que levou à Restauração de 1640, D. João, 8.º duque de Bragança, 5.º duque de Guimarães, 3.º duque de Barcelos e futuro João IV, Rei de Portugal e dos Algarves, já naquela altura, poderia ter seguido o caminho da república.

Já existiam. É ver-se o exemplo das repúblicas venezianas mas, sobretudo, o caso inglês e contemporâneo dos Cromwell.

Porém, quis seguir em Monarquia. Com ela voltámos a crescer.

Imposta a república em 1910, 94 anos a mais do que no caso inglês, e é ver aonde chegamos…
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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Aos republicanos bacocos

Para aqueles que dizem que a república é o terminal das monarquias, fica aqui um simples exemplo que não é assim: 
O que foi a burguesa e “Serenissima Repubblica di Venezia” (ah, ah, ah, ah!), aliás as sempre mui burguesas repúblicas (também quase sempre impopulares…)? 
R: Algo muito antigo, passado e inexpressivo! 
Por outro lado, sei comparativamente o que foi Veneza inserida Império Romano. Sei o que foi Veneza quando inserida no(s) Reino(s) de Itália...e até sei que hoje está melhor, embora em república, mas num todo maior. Foi a safa hodierna possível. 
Ontem no Açoriano Oriental vinha um artigo sobre a pirataria seiscentista em São Miguel. Esse artigo continha um mapa dos Açores da altura, com referência à República de Veneza. Estávamos em 1688. 
A pergunta impõe-se: O que era a “Serenissima Repubblica di Venezia” (desculpem novamente…mas é o “sereníssima”: ah, ah, ah, ah!) comparada com o Império português naquela altura...!?
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terça-feira, 8 de março de 2011

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)