Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sábado, 3 de março de 2012

Curso sobre Rainhas de Portugal

Soube desta interessante iniciativa formativa, através do blogue Família Real Portuguesa.
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São Miguel | Os Caminhos de Ferro | A Monarquia | O Progressismo

Em Monarquia éramos, de facto, muitíssimo mais progressistas e…autonomamente respeitados. Azul e branco são, realmente, as nossas cores…e coerentemente as minhas.


O Açoriano Oriental (AO), por intermédio do jornalista Pedro Nunes Lagarto, apresentou na passada quinta-feira (1-3-2012) um brilhante artigo e uma lição daquilo que foi a Monarquia Constitucional, a sua progressista intervenção no povo e daquilo que era viver numa Autonomia alegre e num País de sonhos que projectavam para uma realidade económica mais rentabilizada.
Depois de ler este excelente artigo, fico com a clara convicção que, efectivamente, o nosso presente poderia ter sido muito melhor em Monarquia. Imaginem, meus caros concidadãos, as vantagens que tinham trazido aquelas linhas férreas para a nossa economia… Aquilo que só hodiernamente se conseguiu com o betão das SCUTS…já teríamos muito antes e numa lógica muito mais integrada.
Como sempre, e à semelhança do nosso ex-Tribunal da Relação, aquele que nos foi tirado em 1910 e que hoje, voltando a atrás passado um século, discute-se novamente o seu regresso, também a ré pública, de essência mais centralista e nacionalista, destruiu o sonho e projecto do grande açoriano Dinis Moreira da Motta, acérrimo autonomista. A vaidade do (novo) regime em exibir-se na I Grande Guerra, numa luta que não era nossa, matou portugueses, destruiu famílias e retirou as verbas necessárias para projectos de progresso a Portugal em geral e, in casu, aos açorianos em especial. Fomos remetidos aos caos em apenas 16 anos. Só o reinado do nosso 1.º Rei durou 46 anos…
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Antes da Democracia enquanto conceito firmado teoricamente

Eu acrescentaria apenas: mesmo antes da Democracia enquanto conceito firmado teoricamente.
Retive o excerto infra, aqui: 

«De facto como referia há umas semanas Filipe Paiva Cardoso, no jornal i custa a aceitar que o nosso país não tenha a força para reclamar o lugar de topo na história da civilização, quando, quase cento e cinquenta anos antes da Tomada da Bastilha, exibe num seu documento fundacional, a legitimação democrática de D. João IV, no assento das cortes de Lisboa em 1641, algo como “[...] sempre que qualquer forma de governo se torne destrutiva de tais fins [vida, liberdade e felicidade], cabe ao povo o direito de alterá-la ou aboli-la” – e “Nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela [nação] não emane expressamente”.»
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Nota sobre chá…


O Chá em geral não é conotado com os comuns. O chá, convenhamos, não é a bebida que mais se associe às grandes massas. Um pouco distante, provavelmente… O Chá Lúcia Lima nunca será conotado com os demais, está apenas reservado aos melhores apreciadores de bom gosto.
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No meu top 10 de clubes de futebol (do coração), ocupa o 6.º lugar

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Uma boa caricatura às repúblicas árabes!

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Zero 7 . "Spinning" (2001)

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quinta-feira, 1 de março de 2012

15.000

Agradeço as visitas.
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Anonymous

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Apoio o Povo Romeno!

A Roménia está muito próxima de, no século XXI, recuperar a sua Monarquia Constitucional!
A resposta para a actual crise é a única estruturalmente possível: Monarquia!
Eles estão a ser visionários. Com menos argumentos de passado glorioso de monarquia que nós, estão a basear-se, e muito bem, nos argumentos de futuro e liberdade!
Fica esta tradução "googliana" do texto original. Mas julgo que o conteúdo é bastante perceptível.

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“Juntos partilham experiencias e histórias de vida”

Ouvi no Jornal das 8 da tvi, no contexto do ‘Programa Aconchego’, da Câmara Municipal do Porto, aquele que põe jovens a fazer companhia a idosos (e vice-versa digo eu), um jovem dizer, satisfeito, sobre a sua interacção com a senhora idosa que acompanha, o seguinte:

«(…) É uma experiencia nova. (…) está a ser uma experiência bastante agradável. A Dna. Elmina é uma senhora muiiiiiiiiiito culta apesar da idade. Ela é muito culta. Tem um vasto conhecimento em História e temos muitas conversas sobre História, aliás, ela relembra-me muitas vezes os Reis de Portugal que eu nem sei metade deles.»

Face a isto, resta-me dizer-lhe, Dna. Elmina, que estou grato a si e, de certo modo, amparado (em similar lide) com a sua força, por divulgar aos jovens, que são o nosso futuro, usando o seu conhecimento e cultura, mesmo nas adversas circunstâncias, o que mais importa para eles enquanto cidadãos: reencontrarem-se com a sua história, perceber como aqui chegados e, em análise comparativa, lhes seja permitido concluir pelo melhor…por aqueles que valem a pena (re)lembrar para o bem do futuro do nosso País.

Dna. Elmina provavelmente o Tiago, mesmo sendo só um, ficou a entender um pouco além da metade… Pobres são aqueles que menos de metade sabem e, pior, nem querem saber…preferem manter-se na ignorância contribuindo para o suposta e “inexplicável” decadência da nossa Nação.

Ver a partir do minuto 34’23”.
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Substantivamente mais...

Os monárquicos são claramente em maior número que os republicanos. Os convictos e sabedores do círculo que defendem, são comparativa e indubitavelmente mais numerosos.
Acontece é que os aparentes seguidores do segundo grupo, um terceiro portanto, ilusoriamente passam a impressão que o segundo será o maior conjunto...pois cegamente nem sabem o que seguem.
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Providencial ou Premonitório? É escolher a palavra...

Fica a curiosidade: porque tinha de ser logo Aquela? Foi a 25-2-2012.
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Dito por um homem bem intencionado

Actual e visionário:
Vi e ouvi no passado dia 24 de Fevereiro, o Zeca Afonso dizer, na RTP1, na primeira pessoa, aquando de uma entrevista dada pelos 10 anos do 25 de Abril (1984), que estava muito preocupado com os jovens e com os problemas que iriam atravessar, bastantes maiores que aqueles que os jovens do tempo dele atravessaram. 
Não podia estar mais de acordo.
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Mallu . "Pitanga" (2011)

Qualidade made in Brasil (II).
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Filipe Catto . "Adoração" (2011)

Qualidade made in Brasil (I).
O novo Ney...

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Charles Bradley . "The World (Is Going Up In Flames)" (2011)

Super Funk Charles Bradley!
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Boards of Canada . "Roygbiv (Jazz Version)" (1998)

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The Unthanks . "For Today I Am Boy" (2011)

"The songs of Robert Wyatt and Antony and the Johnsons"
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Max Richter . "Infra 3" (2010)

Dedico a este tema à grande obra que foi a vida da Senhora Infanta de Portugal, Dna. Adelaide de Bragança.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)