Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

domingo, 12 de abril de 2020

DESPORTO COMO MEIO DE PROTEÇÃO

Republico o artigo que escrevi, a 3/4/2020, quando a França, em situação bem pior que a nossa, na sua renovação do seu estado de emergência, manteve a atividade física como fulcral, à semelhança de Portugal Continental na 1.ª prorrogação. A médio ou a longo prazo, o confinamento pode trazer outras doenças ainda piores que a COVID. Tenham a certeza disso.

O Governo Regional tem de cumprir a lei nacional e introduzir, nas eventuais novas medidas de contingência, a atividade física nos termos do Decreto de execução do Decreto do PR.

Além disso, os agentes de autoridade, que pertencem à Administração Central, devem obedecer a um Decreto de Execução Presidencial, "aplicável a todo o território nacional" OU a uma Resolução do Conselho do Governo Regional? Quem está ilegal: aquele que que corre, pela sua saúde, em São Miguel OU antes os agentes que não estão aplicar uma lei que devem cumprir primeiramente? 

«DESPORTO COMO MEIO DE PROTEÇÃO 

No conjunto das medidas de contingência que o Governo Regional tomou, por via de uma Resolução do Conselho do Governo (a n.º 94/2020, publicada hoje), considero, genericamente, corretas e consentâneas.

Porém, há um aspeto que peca pela sua inexistência e, assim, por contrariar uma lógica de reforço do próprio princípio de defesa da comunidade e, em particular, do organismo de cada um, as ditas resistências, contra "o" ou "qualquer" vírus: a actividade física/desporto, em especial a/o cardio.

Além disso, o Decreto n.º 2-B/2020, de 2 de abril, que regulamenta a prorrogação do estado de emergência decretado pelo Presidente da República, "aplicável a todo o território nacional" (artigo 2.º), refere expressamente que "os cidadãos (...) podem circular em espaços e vias públicas (...)" para deslocações "(...) de curta duração para efeitos de atividade física, sendo proibido o exercício de atividade física coletiva" (vide alínea d) do n.º 2 do artigo 4.º do mesmo diploma). Acresce, que no rol de saídas é mais abrangente e amplamente mais pro Economia. 

Em França, com um caso muito mais preocupante que o nosso da doença COVID-19, na reavaliação do seu respetivo estado de emergência, esse aspeto foi salvaguardado e mantido como algo importante pelos especialistas, destacando os da medicina, e conselheiros do Presidente Macron. 

Entendo, salvo outra opinião, que todos os desportos e atividades físicas ao ar livre, em zonas arborizadas (aspeto que felizmente ainda abunda em São Miguel), que respeitem as distâncias uns dos outros e não excedam uma hora de prática diária, devem ser retomado(a)s urgentemente a bem da saúde dos açorianos e, em especial, dos micaelenses.»

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sexta-feira, 10 de abril de 2020

Páscoa Santa 2020

Nós somos, unicamente, postos ao desafio da fé por Deus. Tão somente isso. Somos a cada segundo de existência, sujeitos do seu constante e emanente manifesto de Liberdade.

Deus, como a crueza dos factos revelaram e revelam, protege-nos e brinda-nos com A Verdade, sem nunca descurar do seu custo de extrema dureza que Ele assumiu no Seu Divino estatuto Celestial. ...

Ora,

Deus pediu a Abraão para sacrificar seu único filho Isaac para medir a estrutura da sua fé Nele, apenas para certificar-se que estaria à altura de ser o primeiro Patriarca Hebraico e iniciar o processo de "ter descendência como as estrelas no céu". Como é sabido, Ele interrompeu tal processo, firme e amargamente em curso por Abraão, porquanto nunca quis que nada acontecesse a Isaac. 

Por outro lado, estranha e curiosamente, Deus, entregou O Seu próprio Filho à morte, uma morte cruel e humilhante, sem justiça, sem qualquer intervenção de proteção de última hora, para num ato misteriosamente infindável de Amor, nos salvar do fortíssimo pecado original do mal de Adão e de Eva.

Pintura - Sacrifício de Isaac por Caravaggio.
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terça-feira, 7 de abril de 2020

Potencialmente político

No ano transato, em Portugal, morriam 400 pessoas, por mês, de pneumonia normal...

Estudo norte-americano estima total de 471 mortes em Portugal até agosto

Redação, 07 abr 2020 (Lusa) - Um estudo divulgado hoje nos Estados Unidos estima que a covid-19 venha a provocar 471 mortes em Portugal até 04 de agosto, indicando ainda que o pico do número diário de mortes foi atingido em 3 de abril....

Face aos números oficiais hoje divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS), que indicam 345 mortes, as projeções dos investigadores do Instituto para Avaliação e Métricas de Saúde (IHME, na sigla inglesa), da Universidade de Washington apontam para mais 126 óbitos ao longo dos próximos três meses.

O estudo refere também que o modelo matemático usado para as estimativas, que foram feitas para vários países, "demonstra que, apesar de Portugal não ter tido falta de camas no total, não tinha suficientes unidades de cuidados intensivos (UCI) para a procura, com o auge a surgir com a falta de 118 camas no dia 03 de abril".

A nível europeu, o IHME calcula que o pico diário da taxa de mortalidade por causa da pandemia de covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, vai ser atingido na terceira semana de abril.

De acordo com as estimativas, cerca de 151.680 pessoas vão morrer na Europa durante a "primeira vaga" da doença, enquanto para os Estados Unidos estão estimadas 81.766 mortes.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,3 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 75 mil. Dos casos de infeção, cerca de 290 mil são considerados curados.

O continente europeu, com cerca de 708 mil infetados e mais de 55 mil mortos, é aquele onde se regista o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, contabilizando 16.523 óbitos em 132.547 casos confirmados até segunda-feira.

A Espanha é o segundo país com maior número de mortes, registando 13.798 mortos, entre 140.510 casos de infeção confirmados até hoje, enquanto os Estados Unidos, com 10.994 mortos, são o que contabiliza mais infetados (368.449).

A China, sem contar com os territórios de Hong Kong e Macau, conta com 81.740 casos e regista 3.331 mortes. As autoridades chinesas anunciaram hoje 32 novos casos, todos oriundos do exterior.
Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 345 mortes, mais 34 do que na véspera (+10,9%), e 12.442 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 712 em relação a segunda-feira (+6%).

Dos infetados, 1.180 estão internados, 271 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 184 doentes que já recuperaram.

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segunda-feira, 6 de abril de 2020

Muito grave, a essência do problema!

O mundo devia, em bloco, "mostrar um novo caminho à China", porquanto o modelo que eles seguem não é coisa alguma. Por um lado, são ultra capitalistas, por outro, são comunistas e, sobretudo, ao que se afigura...não olham a meios para atingir horríveis fins e propósitos quando se sentem ameaçados e inteligentemente ultrapassados nas regras normais do jogo político. Ou seja...são subrepticiamente bem piores que os nazis.

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domingo, 5 de abril de 2020

Dos poucos líderes que ainda temos (III)

Um líder, dos poucos políticos, em Portugal, que fala com autoridade moral, cívica e ética.

Apenas acrescentaria, à frase do Sr. General Ramalho Eanes, o seguinte: "(...) não está SÓ no lugar de culto (...)".




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sábado, 4 de abril de 2020

Dos poucos líderes que ainda temos (II)

Em termos de obtenção de ânimo, de transmissão de coragem, de pragmatismo, de bravura, de reflexão estrututal, de estruturação de medidas e, sobretudo, de esperança, equiparadamente, 5 segundos desta entrevista, dada pelo Sr. General Ramalho Eanes, são mais eficazes do que uma intervenção de Estado de 30 minutos do atual PR.

Desejo-lhe, Sr. General, longa vida, porquanto é ainda um pilar fulcral na nossa democracia.

Que Deus o tenha sempre em Sua Santa guarda.

Bem haja. Grato.

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quinta-feira, 2 de abril de 2020

🎶🎵"Soltem os prisioneiros, soltem os prisioneiros..." 🎵🎶

Esperando que não soltem criminosos, tais como violadores, condenados por violência doméstica, carteiristas, ladrões de casas ou similares, e em falta de imaginação, sugiro que soltem os de "colarinho branco", caso existam presos, porquanto, com as suas manhas, às tantas, ainda podiam dar uma ajudinha à subsequente crise Económica...pois disso eles entendem.


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Dos poucos líderes que ainda temos (I)

Eventualmente, e sem descurar de Sidónio Pais, o Presidente da República que mais próximo tivemos de um Rei, ou seja, com as suas excecionais e intrínsecas qualidades de caráter humano, sempre esteve acima de um mero político e colocou os interesses de Portugal e dos portugueses em primeiríssimo lugar. Um homem sério e corajoso, i.e., um líder.

Porém, e apesar de não se esperar outra posição de coragem e de proteção aos outros como aquela que aqui declarou o Sr. General Ramalho Eanes, todavia, discordo dele, porquanto são às pessoas na sua faixa etária que mais precisam de proteção e é esse grupo que mais precisa de defesa.

Se negarmos a defesa aos nossos idosos, pais ou avós, estamos a negar a nossa própria humanidade, o nosso próprio humanismo e o nosso (alegado) amor ao próximo.

Por outro lado, é a própria Antropologia que, durante séculos, explica este fenómeno, em que nas sociedades estruturadas e que levaram o ser humano a evoluir foi precisamente o destaque e a importância que era dada aos anciãos. Os idosos não são, nem nunca serão, um fardo para a sociedade na minha opinião, os idosos são uma fonte de sabedoria, experiência, bom senso e, sobretudo, um reflexo vivo e importantíssimo do passado que nos devia ajudar a ver melhor o futuro.

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sexta-feira, 27 de março de 2020

Razão, pragmatismo e ação no caso Português


Atendendo que Portugal, e bem, tem vindo a desenvolver medidas equilibradas para combater o vírus SARS-CoV-2, em que o mês de impacto, março, deverá atingir cerca de 90 a 100 mortos, que o pico, para as autoridades do Continente (e não confundir com as dos Açores), será em maio, bem como, nós lusos, estamos pré informados dos cenários existentes na Itália e ...na Espanha, de onde podemos retirar, da experiência colhida, pelo infeliz flagelo alheio, estratégias, assim, esperando-se que, com as aludidas medidas implementadas e com os sacrifícios que os portugueses estão a fazer, surtam efeitos positivos e possam chegar resultados animadores, estando convicto que nunca chegaremos às 4 centenas mensais. Pelo exposto, coloco à consideração de todos estes factos para que refletiram, entre o presente e o futuro, nunca descurando, óbvia e minimamente, do público alvo (sobretudo os idosos). É uma questão de contas. 

A Economia, essa, talvez implique contas futuras bem mais graves e difíceis de realizar, como implicações no SNS, que pode colapsar de vez, com muitas e muitas doenças por resolver, maioria delas bem mais graves do que a COVID-19, como todos sabemos e basta ir aos serviços de oncologia.

O que já não tenho dúvidas, absolutamente, nenhumas, é que algo mais se passa, algo que transcende o comum dos mortais e que tem por objetivo mexer com a geoestratégia política e laboral mundial tal como a conhecemos...

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O FIM DO DINHEIRO FÍSICO ! (II)


Hoje foi publicado em Diário da República, I Série, isto.

Esta excelente medida, não devia ser "excecional" e sim definitiva.

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quinta-feira, 26 de março de 2020

Republicanismo no seu esplendor máximo, em questões de saúde e de união, a politizar, separar e a injetar ideologia!

Este "projeto", o qual foi, oportunamente, já cancelado, tinha o seu quê de positivo. Se virmos bem, e da forma que já escacharam com este (bonito) tema do Zeca, com tantas repetições abusivas e incessantes feitas, só porque alguns entendem que é assim que é e deve ser, eles conseguiram banaliza-la, torna-la chata e quase inaudível. Dessa perspetiva,... quiçá, o vírus, ao ouvi-los a cantar o dito tema, assusta-se e desaparece. Vejo fortes probabilidades nesse cenário. Cantar numa concentração de pessoas, que é o que se pede agora, ainda por cima a cantar a Grândola Vila Morena...NÃO HÁ VÍRUS QUE RESISTISSE. Quem a cantar estará a salvo, potencialmente.

O problema coloca-se, como sempre, para aqueles pobres coitados minoritários que não são de esquerda. Não estão protegidos e sempre em risco de serem contaminados...

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quarta-feira, 25 de março de 2020

Parabéns, ao Príncipe D. Afonso

Sim, porque no dia em que o (futuro) Rei faz anos, neste caso o Príncipe D. Afonso, é motivo de alegria e de união muito fortes, tão fortes que nos ajudam a enfrentar bastante melhor e confiantes todas as dificuldades.

No dia em que o Rei faz anos, é dia de pensar positivo e lembrar, através da nossa História que ele personifica, o quanto fomos bravos e ultrapassamos momentos muitíssimo mais difíceis do que este.

No dia em que o Rei faz anos, significa a união de todos os portugueses, independentemente de raças, credos ou estatutos. O Rei é o primeiro dos portugueses e nós iguais perante ele, que nos defende, agrega e até protege, em sentido literal, se for necessário à semelhança de D. Pedro V e muitos outros.

Alegrem-se, o Rei faz anos! Viva o Rei!

Green Windows . "No dia em que o Rei fez anos" (1974)~

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Amor ao próximo

Quando, quem está mesmo focado no bem do próximo, há valores maiores que se levantam.

Este homem, que "passou para a outra margem", praticava, efetivamente, o Cristianismo. O resto é prosa e verso. 

Pax Christi!

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segunda-feira, 23 de março de 2020

GLOBALIZAÇÃO

Outrora sempre existiram fronteiras, para as quais haviam formas legais, até milenares, como por exemplo as embaixadas, para que, assente numa lógica de normas e de sã convivência, de Direito Internacional, Público e Privado, existisse respeito pelos limites e pelas autodeterminações nacionais. Simultaneamente, também não se diluíam as tradições específicas de cada País...aquilo que ...de mais especial cada um tem para oferecer ao outro e que gera/va uma dinâmica própria.

Os portugueses, curiosamente, segundo um trabalho científico de doutorados da Universidade do Minho, do polo de Guimarães, escreveram uma obra onde evidenciam que Portugal foi o País que instituiu a (primeira) Globalização, mas num modelo que, apesar de ter passado a ligar Nações comercialmente, sem impor, necessariamente, guerras, funcionou e deu azo a que muitos outros países nos copiassem até hoje, como são os casos: de Espanha, da Holanda, da Grã Bretanha e da China mais dos EUA no presente.

Curiosamente, e sem prejuízo do até aqui referido, o maior propagador da doença COVID-19 é, queiramos quer não, precisamente, o atual modelo de Globalização, que desvirtuou o português, porquanto não respeita fronteiras, conforme é especial apanágio a UE, estando à vista de todos os resultados, como na Itália ena Espanha...onde já há mais mortes do que na China pelo novo Corona... Continuem, excelente caminho...!


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sábado, 21 de março de 2020

O BCP foi criado por Jardim Gonçalves

O Sr. Eng. Jardim Gonçalves recebia 175 mil euros mensais. É, de facto, uma quantia substantiva.

Porém, se compararmos esse montante com quanto aufere o seu concidadão madeirense, Cristiano Ronaldo, não é assim tanto.

Se adicionarmos a esta equação que o génio e o trabalho do Eng. Jardim Gonçalves, que se fez a si próprio como empreendedor, diferentemente de famílias já instaladas na banca como os Espírito Santo, os Sottomayor, os Mello, os Champalimaud, foram de um valor fantástico, criando o atual e mais sólido grupo bancário de Portugal, inclusive, tendo resistido à golpada socrática que quase arruinava o BCP que ele criou...não fossem as sólidas bases pelo senhor, engenhosamente, deixadas.
Sabendo que ele gerou e, consequentemente, ainda gera, muitos postos de trabalho, tendo fortalecido o tecido empresarial e a economia, em geral, de uma forma fulcral durante anos e anos.

Talvez, vendo bem as coisas...o valor que recebe, além de merecido, na minha opinião, é justo. A mim, que ganho muitíssimo menos que ele, não me preocupa minimamente, porquanto foi ele que teve uma visão de criar, do nada, um difícil e complexo império financeiro e sustentador de muitas famílias portuguesas.

Desagradável é ver aqueles que o atacam nos tribunais, em vez de o elogiarem, são os mesmo que lhe devem os seus postos de trabalho e de receberem salários chorudos por causa e mérito do Sr. Eng. Jardim Gonçalves.

Quando, anos atrás, ele teve os problemas relacionados com offshores, essencialmente focado no crescimento do Millennium, muitos foram os que lhe "excomungaram" publicamente e o repudiaram que nem ratos a abandonar um navio que afunda, depois de terem comido, e bem, do prato dele. Mas o navio que Jardim Gonçalves construiu, nunca foi ao fundo. Felizmente, ontem e hoje, nunca fui um desses.


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terça-feira, 17 de março de 2020

“A lei presta enquanto servir os cidadãos”

Apesar de ser licenciado em Direito e pugnar pela defesa, pela melhor interpretação, pela melhor proposta de elaboração e, sobretudo, de aplicação da lei, tal qual fui instruído academicamente a fazê-lo por muitos distintos professores, contudo, aquela frase que titula este texto nunca deixou de ecoar na minha mente. A frase é da minha mãe.

No contexto atual açoriano, relativamente aos voos continuarem abertos para viagens de passageiros, em consonância com o período fixado pelo Governo Regional para um rígido e difícil forcing de medidas internas preventivas, onde se destacaria, por exemplo, e bem, na Administração Pública, o teletrabalho, etc, parece-me tão lógico, e perdoem-me a analogia, como estarmos a enxugar o pavimento de água com a torneira aberta, ou o comandante de um avião dizer que o aparelho vai despenhar-se e que, por favor, apertassem os cintos. Ou seja, absolutamente ilógico. Ouvi alguém falar em vacas ou pedregulhos na pista. Espero que não se chegue a esse ponto, embora, curiosamente, já tenha havido um advogado que, em tempos, num parque de crianças que o incomodavam, mandou colocar pedras de dimensão de menires no aludido espaço…

Entendo que, à semelhança da nossa ex colónia, Macau, onde foram tomadas medidas radicais contra uma doença perigosa, especialmente, para os IDOSOS, e que surtiu resultado, o mesmo devia ser tomado em conta pelas autoridades governamentais.

Ou seja, o que Macau fez, no meu modesto entendimento, foi investir. Um investimento inteligente. Irão haver perdas económicas no início, mas provavelmente, e quando a COVID-19 estiver em curva descendente, os potenciais viajantes de turismo vão procurar o destino ou os destinos que menos Corona tiveram. Os Açores podiam ser parte desse grupo, julgo que ainda vamos a tempo, mas temos de agir rápido. Os nossos mares, tantas vezes as nossas muralhas de isolamento, também podem ser as nossas muralhas de defesa, basta fecharem-se portos e aeroportos a pessoas (e não a bens), circunscrevendo o vírus, porquanto habitamos numa Região razoavelmente pouco povoada, o que por vezes é vantajoso para deteção e contenção viral.

Por fim, termino com uma mensagem de tranquilidade, porquanto de frenesim já chega e é preciso pragmatismo, razão e bom senso. Há que ter muita atenção às medidas preventivas de interação entre cidadãos (higiene, distâncias, etc) e ter informação, acima de tudo, acerca da longevidade do vírus em determinadas superfícies ou no contexto dos quatro elementos naturais.

Recordo que, no momento em que escrevo este artigo, o total de vítimas confirmadas, a nível mundial, atingidas pela COVID-19, são de 190.140 (cento e noventa mil, cento e quarenta) seres humanos. A China tem 81.058, a Itália 27.980, o Irão 16.169, a Espanha 11.309 e, em quinto lugar, a Alemanha, sim a poderosa e evoluidíssima Alemanha, com 8.604 casos confirmados. Portugal está em 20.º lugar deste ranking, com 448 casos. Número de mortos a nível mundial confirmados pela COVID-19 é de 7.517 (sete mil quinhentos e dezassete). Preocupante, sem dúvida. Contudo, relembro que população mundial era de 7,7 bilhões, em abril de 2019.

Não querendo ter falta de objetividade, mas há algo mais que nos escapa ao centro disto tudo… eventualmente os habituais interesses de alguns…o mais provável.


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domingo, 15 de março de 2020

ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (V)

Não se fecham em casa.

Este homem, D. Pedro V, era REALmente comovente. Um líder, um humanista, um Chefe de Estado sem paralelo, um REI na totalidade da aceção da palavra.

Alguma diferença para hoje ....é mera coincidência...


Abram os olhos e vejam o regime que tínhamos e o que temos presentemente, sem descurar que o Rei não precisava de votos para coisa alguma, porquanto não era eleito. Ou seja, era um ato genuíno e puro.

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ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (IV)

Um verdadeiro Líder e Chefe de Estado.


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ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (III)





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ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (II)




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Apenas uma constatação de facto

Uns que defendiam a abertura de fronteiras, são os mesmos que agora defendem o seu fecho. 

Curioso.

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ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (I)

«"Em Outubro de 1857 atingiu a epidemia o auge (...), D. Pedro V não podia estar alheio às provações a que estava sujeito o seu povo: ele é a figura mais completa que podemos ver relativamente ao tempo em que entre nós esteve a febre amarela. O Rei não saiu de Lisboa, porque junto do perigo era a sua missão; ao pé dos seus súbditos atacados pelo mal é que lhes podia dar ânimo e coragem. Todos o aconselhavam a abandonar o perigo e ir (...) para longe da capital, onde pudesse estar seguro e sem possibilidades de contrair a moléstia (...), dizia o Rei «Se tenho alguma utilidade, é junto dos enfermos e dos pobres desprotegidos. Se sirvo para alguma coisa, será agora que o poderei mostrar» "

Ruben Andresen Leitão in “D. Pedro V, Um Homem e Um Rei”»

Post - Luís Afonso


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sábado, 14 de março de 2020

Verdadeiras descriminações

A maior parte esquerdina preocupa-se com a cor da pele e com o género...enfim os vulgares bastiões tipológicos aborrecidos e repetitivos dessa falange.

Contudo, disto, que é ancestral e transversal no País, nada fala...quiçá a sua erudição pseudo intelectual "conimbro-lisboeta" torne este assunto proibitivo para aquela dita parte.

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O FIM DO DINHEIRO FÍSICO !

Japão, uma monarquia com mais de dois milénios de existência, uma nação que possui dos melhores artistas plásticos do mundo, arquitetos fantásticos e galardoados, muito avançado tecnologicamente, onde não existe o direito à greve, movido por códigos de educação, honra e respeito ancestrais mas, sobretudo, atendendo ao assunto do momento, um exemplo contínuo de como estã...o sempre à frente do tempo, tão simplesmente mantendo antigas tradições de higiene, como são: cumprimentar dignamente, sem contato físico, inclinando a cabeça ao seu semelhante, políticas de limpeza e higienização contínua de espaços públicos, como por exemplo vários puxadores do metro e de outras infraestruturas nipónicas, bem como a não utilização, no geral, de sapatos no interior das casas.

Em suma, o Japão traduz uma civilização que deve, obrigatoriamente, servir de exemplo no presente para muitos aspetos societários.

Neste âmbito, o da higiene, em especial no que se reporta ao caso da COVID-19, e atendendo às vastas soluções electrónicas dispostas hoje no mercado, para efetuar pagamentos, entendo que o dinheiro em suporte físico, nos dias correntes, deixou, em absoluto, de fazer sentido. Devia ser decretada, pelos responsáveis mundiais, a sua plena abolição, porquanto, e como todos sabemos, quase desde que nascemos, que essa é uma das maiores fontes de contágio.


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sexta-feira, 13 de março de 2020

Paradoxo

Quando alguns na comodidade de um sofá ou na ligeireza da AR, em contraposição com assuntos, necessariamente, mais prementes à Nação, apenas falavam de morte e do meio de a propagar (por via da eutanásia), paradoxalmente, foi um vírus letal, a COVID-19, que veio trazer um discurso de índole unificadora, realmente decisivo, concertado e de emergência prática sobre a defesa da vida...

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terça-feira, 3 de março de 2020

Civil e laico, mas com Deus

Adolfo Suárez, 1.º Presidente do Governo da Espanha na democracia Monárquica pós Franco.
Governou entre 2 de julho de 1976 e 22 de agosto de 1981.

Nos EUA, por exemplo, Obama e Trump têm uma coisa em comum: falam abertamente de Deus, juram, a título de exemplo, a Constituição invocando Deus.

No nosso Portugal republicano modernaço, outrora o Fidelíssimo, deixou-se de falar No Cerne da Inovação do paradigma ocidental. Hoje, quase ou mesmo nada se O invoca, coincidente e curiosamente com o nosso declínio enquanto Nação, sobretudo, comparativamente àquilo que fomos.


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sábado, 22 de fevereiro de 2020

sábado, 8 de fevereiro de 2020

RETRATAÇÃO

Muitos são os meus defeitos e imperfeições. Porém, tenho a forte convicção que a ausência de coragem e de reconhecimento do erro e do engano e, consequentemente, de assunção de responsabilidades não fazem, afortunadamente, parte do rol...mesmo porque entendo que esse não reconhecimento, nos termos expostos, não seria sequer revelador de inteligência, antes de falta dela.

Por isso mesmo, e apesar de humildemente achar que raramente erro nas apreciações que teço neste âmbito (sendo esta a primeira retratação que aqui faço e que, em si só, consubstancia, a titulo de prova, aquilo mesmo que acabo de afirmar), quero manifestar, pois, pelo mesmo meio e publicamente, o meu erro e a minha total incorrecção perante o que escrevi, em especial, no segundo e terceiro parágrafos deste texto. A noção plena deste erro surge aquando da saída da Sra. Procuradora Geral da República, a Dra. Joana Marques Vidal e, menos mal, nessa mesma data, apercebendo-me, manifestei de imediato, apesar de tudo, também nesta rede social, o erro de leitura e de interpretação que tinha feito, ludibriado, acerca de Marcelo Rebelo de Sousa, por quem nutro hoje, objetivamente, escasso respeito.

Pelo, então, outrora escrito, as minhas sinceras e sentidas desculpas, em especial a todos os monárquicos, por ter tido a ingénua mas tristíssima infelicidade de comparar tal pessoa com um dos nossos mais ilustres, valorosos e bons Reis que alguma vez tivemos.

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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

1908

A profunda e inimaginável dor que extravasa do rosto desta Senhora é mais do que demonstrativa, por si só, e já sem descurar, sequer, que nunca houve Justiça sobre o crime hediondo cometido sobre o seu jovem filho e o seu marido, para constatar aquilo que todos nós sabemos: a ré_pública não presta para nada aos portugueses, é vil, é corrupta e engana os mais desfavorecidos e incultos para enriquecer quem a controla.

Repúblicas, no geral, são para países menos civilizados, de cúpulas, de povo pouco instruído e, infelizmente, cravado inveja.

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domingo, 26 de janeiro de 2020

Amizade verdadeira

«Um falso amigo deixará que tu sigas livremente por qualquer direção. Apenas os amigos verdadeiros farão advertências, por que quem ama de verdade critica e se preocupa, tal modo que sempre te apontarão os obstáculos, as limitações e o abismo no final do caminho, enquanto o falso amigo se regozijará de ver-te tropeçando e caindo no precipício.»

Augusto Branco, poeta e escritor.


«Amigos verdadeiros são os que nos acodem inopinados com valedora mão nas tormentas desfeitas.»

Camilo Castelo Branco


«Amigos verdadeiros são aqueles que nos criticam na nossa frente e nos defendem nas nossas costas.»

Desconhecido

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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Burocracia

«Burocracia atrapalha. Onde se cria muita dificuldade, há sempre alguém vendendo facilidades.»

Lori Tansey

«Burocracia: uma dificuldade para cada solução.»

H. Samuel

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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

2026

Quando apanharem com a Cristina Ferreira, aos gritos, com a sua voz estridente, enquanto Presidente da república…aí é que vão perceber, de vez, onde nos metemos em 1910 e o que é a república, bem como vão, ainda, implorar pelo retorno rápido da Monarquia…regime o qual, aliás, já tivemos por sete séculos e, presentemente, vai prevalecendo nos restritos países que são considerados dos mais desenvolvidos, em geral, no planeta.


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sábado, 11 de janeiro de 2020

A ORIGEM DO NOSSO MELHOR DIPLOMA VIGENTE

Uma enorme verdade relatada neste artigo. Mais que um superior jurista e professor de Direito, o Prof. Antunes Varela era um sábio do Direito uma das maiores mentes, se não mesmo a maior, do século XX...e tanto mal que têm feito à sua obra prima, o Código Civil (CC), cujo trabalho teve sempre a humildade de repartir com a equipa de elaboração, quando ele foi o efetivo e maior obreiro. Inclusive, o perfeccionismo era de tal monta, que, sendo o próprio um excelente redator, ele entendeu que o trabalho de revisão gramatical do projeto do CC devia ser feito por um especialista em língua portuguesa. E foi.

Outros tempos, quando os diplomas eram feitos e pensados para o futuro e não para colmatar "emergências" do momento.

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O regresso da Monarquia está a tornar-se urgente!

«Uma nação morre porque as suas elites se dissolvem».

Albert Camus


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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

"Se mandarem os Reis embora, hão de tornar a chamá-los"

"Se mandarem os Reis embora, hão de tornar a chamá-los". 

Alexandre Herculano

Sem descurar da tipologia de Regime que ainda prevalece em países como a Noruega, a Dinamarca, a Suécia, a Holanda, a Bélgica, a Espanha, a Inglaterra, o Liechtenstein, o Japão, a Austrália, o Canadá, etc, bem como, de Portugal ter tido, apenas e exclusivamente, em Monarquia, duas mulheres Chefe de Estado, quando vejo o ponto a que as repúblicas estão chegando, e lendo noticias destas, sabendo da forte possibilidade de ser absolutamente concretizável, e sem qualquer desprimor pessoal pela apresentadora, apenas me apraz dizer uma coisa em consciência: como é bom ser monárquico.

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sábado, 4 de janeiro de 2020

"HOMEM FAZ-SE PASSAR POR ASSESSOR DE MARCELO REBELO DE SOUSA PARA TENTAR BURLAS"

Esta notícia tem sido publicitada por diversa imprensa, no caso concreto pode ser lida também aqui.

De facto, não é de admirar que o nosso Regime republicano, de tal modo pesado que é e que tanto nos custa pagar com os nossos impostos, quer pelos Serviços de Apoio da Presidência, quer pelo Executivo Central(ista) que é, pura e simplesmente, o maior e, consequentemente, o mais caro e controlador de que há memória em Portugal, possa, no meio de tanta gente para principescamente sustentar...que, quase comicamente (não fosse o caso tão sério e triste porque o povo assim tem vindo a ser iludido), um qualquer, subtil e sub-repticiamente, se consiga passar por mais um do vastíssimo rol de "assessores" de Sua Excelência o Sr. Presidente da república Portuguesa.

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domingo, 29 de dezembro de 2019

Evocação dos 130 Anos da Aclamação de D. Carlos

«Foi muito gratificante. Um momento de aprendizagem. Até mesmo para aqueles que julgavam conhecer a grande dimensão, como Rei, de D. Carlos, como eu, por exemplo, e após este evento, rapidamente perceberam que aquela era ainda maior. De facto, um homem de múltiplas facetas, rigor e de enorme preparação para ser o 1.º dos portugueses - entenda-se o Chefe de Estado em Monarquia, cujo legado é real, efetivo e ainda hoje profícuo.

A preleção do Dr. Paulo Constância foi absolutamente brilhante.

Bem haja ele, a equipa da RAISM e, também, 'last but not least', aqueles que participaram.»

RAISM


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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Prémio Gonçalo Ribeiro Telles

Uma importantíssima iniciativa, em primeira página do Expresso. 

Parabéns à nova equipa da Causa Real e ao evidente, óbvio e excelente trabalho que tem vindo a desenvolver, em especial na pessoa da sua Presidente da Direcção, a Sra. Dra. Teresa Côrte-Real.

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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Na demanda de um Rei Oceanógrafo | Colecção de História Natural

«É com enorme honra e prazer que a RAISM está a convidar todos aqueles que queiram participar neste seu evento, promovido para evocar os 130 anos da Aclamação de El-Rei D. Carlos I, figura muitíssimo importante na sua ligação aos Açores, em especial aos seus mares, bem como no intuito de reforçar os bons e sãos princípios da defesa da natureza, da fauna e da ecologia sempre presentes, desenvolvidos e respeitados pelos nossos monarcas.

Esta iniciativa é especialmente dirigida a todos aqueles que queiram participar com as suas respectivas famílias, podendo trazer os seus filhos nesta surpreendente e interactiva viagem história, superiormente contada e explanada pelo Exmo. Sr. Conservador do Museu Carlos Machado.»

RAISM


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sábado, 23 de novembro de 2019

Pro Patria mori

«Morrer pelo rei é morrer pela Pátria, porque um rei é a Pátria em figura humana. E nenhuma outra figura, por melhor que seja, o pode substituir ...nesse propósito. Foi a monarquia que fundou a Pátria, é o seu sustentáculo e única razão da existência de Portugal há quase 900 anos.

Quem não compreender e sentir o misterioso, e diria mesmo, sagrado e espiritual elo que liga um rei ao seu povo no sentido colectivo de Pátria, não conhece o verdadeiro Portugal.»

Lopo Maria de Albuquerque.

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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

A Herdade


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José Mário Branco morreu

Dois sentimentos, imediatamente, me invadiram:

1.º) Reconhecimento pela sua qualidade como músico, apesar de não simpatizar, de todo, com o homem político;

2.º) Enorme pena que tenha dedicado, estruturalmente, um enormíssimo talento e os seus anos mais criativos a uma ideologia, sacrificando uma opção por uma arte maior (…de que era perfeitamente capaz de alcançar) em detrimento de uma mais pequena e, consequente e redutoramente, recebendo o afastamento de uma admiração universalmente merecida noutro contexto.

É verdade que a música pode ser um instrumento político, mas é simultaneamente inequívoco que é também um caminho mais estreito e menos esplendoroso de arte. Se virmos bem a História da música, aqueles que foram realmente os maiores dos maiores, receberam o reconhecimento geral e universal, usualmente não ficam vincadamente estigmatizados pela marca restritiva “da arte da ideologia” e que subjetivamente um só músico preconiza/ou.

Mais, o radicalismo era, infelizmente, de tal demasia em José Mário Branco, que este perdeu a capacidade da subtileza na redação e construção das suas músicas, aquela subtileza, por vezes, tão mais perfurante do que a objetividade. Em contraponto com tantos outros artistas também de esquerda, quiçá maioritários no espectro musical mundial, esses optam/ram por habilmente vincarem as suas posições, embora de uma forma que o resultado final acaba/ria por não poder deixar de ser reconhecido por todos.

A arte maior bebe na criatividade e a criatividade não pode, nem deve, ser sectária.

Paz à sua alma.

Nota - Tema de José Mário Branco, reinterpretado pelo grupo ‘Primeira Dama’, extraído do álbum “Um Disco para José Mário Branco”.


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Alma monárquica

Não sou Monárquico de coração porque esse um dia pára. Sou Monárquico de alma porque essa é eterna.

Frase adaptada à de Cosme Damião.


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Da Liberdade Portuguesa...


Henrique Barrilaro Ruas, 1971

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“Se acabam os Touros de Morte para serem toureados (…) eles extinguem-se”

Sou cético nesta matéria. Contudo, acho muito perigoso humanizar os animais. O ser humano é diferente de um touro, como um caracol é diferente de um elefante e uma formiga de um micróbio. Simple as that.

Com tanta proteção, burocracia crescente e inerentes responsabilidades sobre os animais, como tem vindo a protagonizar o PAN e outros ativistas, a realidade é que as pessoas caminharão, a cada dia que passa, para pensar dez vezes antes de adquirir ou adotar um animal.

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Caso Franco

Sem descurar que a esquerda matou, indiscriminada e infindavelmente, mais pessoas que a direita, em especial no século XX, e para essa evidência tomamos os exemplos do Nacional Socialismo alemão e do Comunismo da ex-U.R.S.S., os meus amigos conhecem algum governante de direita (…ou mesmo de esquerda) que tenha profanado e trasladado um corpo de um ex-ditador de esquerda?

Eu não conheço!

Muito mal o Governo espanhol que, em vez de seguir o caminho do progresso que sempre se seguiu em Espanha, ou seja, de não se mexer na história para que as gerações vindouras conhecessem, aprendessem e tirassem as suas próprias conclusões, como se impõe a uma sociedade evoluída (ex. na Alemanha são preservados os campos de concentração Nazi), contrariamente, nuestros hermanos, estão cada vez mais parecidos com Portugal (ex. caso da Ponte Salazar entre outros…) e a fazer um ‘down grade’ que, em última ‘racio’, esperemos, não leve à queda da Monarquia...porquanto, nesse cenário, a Espanha vai estilhaçar-se! ‘Graba mis palabras’.

Foto - © EPA/MARISCAL


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100% certo!


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Aqueles que tornam Portugal um País parolo

Numa manchete do Expresso vinha este título.

Sabendo que existem problemas gravíssimos na Saúde, na Segurança Social, sobretudo, quanto às idades de reforma, de Natalidade (…quando curiosa e objetivamente temos uma lei de exterminação de crianças que, desde 2008, contribui no sentido contrário e paga pelos nossos impostos), de pessoas que vivem de salários a part-time abaixo do salário mínimo, e o que “domina o início da legislatura”, são esses temas fulcrais às maiorias como: eutanásia e barrigas de aluguer.


Quanto julgo saber, e apesar do preâmbulo da Constituição ainda falar “do povo português em abrir o caminho para uma sociedade socialista”, alegadamente, vivemos numa democracia. Ora, uma democracia pauta-se, no seu cerne, e por mais voltas que possamos dar, substantivamente, nas maiorias, nas maiorias que expressam o seu voto em algum ideal ou programa de governo.

O que assistimos, a cada dia que passa, é que as minorias estão a dominar as maiorias no Parlamento (…e já nem falo das legislativas de 2015). Estaremos, de facto, presentemente, numa democracia? Já começo a ter dúvidas.

Terminando, esta matéria que o Expresso ressalva, lembra-me, inevitavelmente, aquelas famílias que, sendo acomodadas financeiramente, abdicam de bens essenciais para terem carros topo de gama à porta. Ou seja: parolice, além de estupidez.

Portugal, por intermédio do seu Parlamento, com tais prioridades, está exatamente como estas famílias que exemplifiquei.

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O Santo e o "Sultanato da Egolândia"

Quando num dos meus artigos sobre esta matéria (a nova deputada do Livre e a sua atuação), referia acerca da minha consideração intelectual por Rui Tavares, fundador do Livre, não era mera conversa de circunstância. Apesar do intervalo ideológico que muito nos distancia, falava, como procuro sempre, com verdade naquilo que expresso e assumo.

Ora, o artigo que li no Público, e que recomendo vivamente ler e cujo sumário aqui reproduzo, é a prova disso mesmo, porquanto este é um brilhante texto de ser lido, de uma enorme dimensão e transversalidade...enquadrável da esquerda à direita.

Pelo exposto, e em consonância com aquilo que também já referi outrora, é quase um ultraje, na minha modesta opinião, ao prestígio de um partido, composto por outros membros regionais de relevo e que merecem igual consideração que dedico ao aludido fundador e historiador, e também à democracia parlamentar, o que a deputada Joacine Katar Moreira anda a fazer, até mesmo nas redes sociais, quando, por exemplo, insulta o insuspeito extremista de esquerda Daniel Oliveira, bem como quando se pavoneia com o seu assessor(io), sempre munida de uma atroz falta de humildade democrática por quem a elegeu, com discursos de vitimização funestos (quando beneficiou daquilo de que se vitimiza), e apenas o seu ego parece ser importante prevalecer...

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O Livre e os Órgãos de Soberania num Estado de Direito

Se o que importa é "não julgarmos as pessoas pelo que vestem", então, libertem, do alto fardo das becas e das togas, os juízes, os magistrados do MP, os advogados e os funcionários judiciais, quando estão em público, ou seja, em julgamentos ou outras diligências, e passem a ir de calções, t-shirt e chinelos...é muito mais "in" e, sobretudo, confortável.
Que se danem as Instituições e o respeito por elas e a quem elas servem: os cidadãos. Caos e anarquia here we go...yeah!

Post Scriptum: A propósito, se o sector privado, motor da (verdadeira) economia, tem os seus trabalhadores com roupa adequada e respeitosa para o atendimento aos seus clientes, conforme a área de serviços que prestam, o setor público, que devia ser O exemplo, como outrora já foi (...e não apenas no vestir...), até por uma questão de imagem, era altamente pertinente que refletisse sobre a forma como se apresenta perante os cidadãos a quem também presta serviços. Coragem e determinação...ou determinações!


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Para aí caminhamos, se ninguém de bem puser travão

Eis uma das muitas razões porque o povo americano preferiu escolher Trump a monstros, monstros que quase que fazem dos nazis rapazes de colégio.

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Marcelo em relação à Rainha de Inglaterra

«É DE OUTRO MUNDO, É DE OUTRO UNIVERSO | JÁ VIA A HISTÓRIA A PARTIR DO QUASE INFINITO»

Aquilo que nós monárquicos andamos, anos e anos, a tentar explicar às pessoas, é um Presidente da república que acaba por admitir e sintetizar porque é melhor a Monarquia e fizemos um terrível downgrade em 1910…difícil de recuperar com o nível de cidadania que temos.


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…ou não ter sequer uma expressa como no Reino Unido

O que sei é que, objetiva e factualmente, desde que tivemos uma escrita, começaram a gerar-se enormes problemas e Portugal nunca mais foi o mesmo, baixando imenso e continuadamente no seu prestigio internacional.

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UE: Nazismo = Comunismo


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Não ao "Fascismo", sim ao Comunismo!

No regime Coorporativista de Salazar (...e não fascista...pois esse era italiano) foi morto Humberto Delgado, contra vontade do Ditador, porquanto este ficou enormemente irritado com a PIDE, sabendo que aquela morte, do seu ex delfim, foi um erro que seria pago com o óbvio crescimento da fama do militar por via da sua trágica morte o que iria jogar, como jogou, contra o Regime. Além deste, morreram alguns presos julgados políticos (maxime comunistas), por falta de condições nas selas e, potenciais, abusos da PIDE naqueles espaços.
Em suma, e relativamente ao preço que Salazar e o Estado Novo estão pagando acontece todos os dias, desde 25/4/1974, até hoje. É aquilo que diariamente assistimos à luz da Constituição que abre "caminho para uma sociedade socialista".

Relativamente ao PCP, de índole Estalinista, que sempre valorizou Cuba e a Venezuela, tendo inclusive o seu símbolo maior, aquando do seu exílio de Portugal, Álvaro Cunhal, recebido guarida, como protegido, de Estaline, e que segue os ditames formais da ex-U.R.S.S., cujo regime matou milhões indiscriminadamente, nem sequer sujeitos a julgamentos políticos, simplesmente sumariamente mortos...muitas vezes enterrados em valas comuns, vagueia impunemente pelos nossos meandros políticos e sindicais.
Em suma: o PCP tem o direito a existir como Partido em Portugal e, mais grave, com expressão no núcleo da democracia portuguesa - O Parlamento.


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Bando de desleixados e cobardes...

«A abstenção é uma cobardia.»

Sá Carneiro.


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Palavras

«Sobre sua própria capacidade discursiva e intelectual, Churchill explanou:

"No curso da minha vida, muitas vezes tive que comer as minhas palavras, e devo confessar que sempre achei uma dieta saudável”.»



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Reforço da democracia

«A internet dá poder a quem não o tem, o que reforça a democracia»

Michio Kaku, físico teórico.

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Desajustamentos

«Podemos ter nova tecnologia, mas não temos novos valores.»

Margrethe Vestager

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Em queda...

«Enquanto a economia de Portugal perde um lugar por ano no ranking mundial. Vamos ser ultrapassados pelo Uzbequistão.
Estamos a cair desde final dos anos 70.»

António Casanova, CEO da Unilever.
In Expresso, Caderno de Economia, de 28/9/2019, página 16.

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Calendários

«A ética e os princípios de justiça não mudam com o calendário.»

D.H. Lawrence.

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Todos os dias

«O que importa não é o que fazemos hoje, mas sim o que somos todos os dias.»

Craig D. Lounsbrough

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Verdades

«Nenhum homem possui verdadeiramente a alegria a menos que ele viva apaixonado.»

«Quem diz verdades perde amizades.»

São Tomás de Aquino

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Ignorância infinita

«O nosso conhecimento apenas pode ser finito, ao passo que a nossa ignorância tem necessariamente de ser infinita.»

Karl Popper, filósofo inglês, nascido na Áustria, no livro ‘Conjecturas e Refutações’.

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O preferível e o detestável

«A escolha em política não é entre o bem e o mal, mas entre o preferível e o detestável».

Raymond Aron, sociólogo e filosofo francês.

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A graça do verbo

«Escreveu Aristóteles que a poesia é mais verdadeira do que a história:

"O que deprime a imobilidade do livro para exaltar a graça do verbo."»

Álvaro Ribeiro, Estudos Gerais

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)