Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quinta-feira, 3 de junho de 2021

domingo, 21 de junho de 2020

MONARQUIA EM PORTUGAL: PASSADO, PRESENTE E FUTURO | VANTAGENS


Conferencista: Prof. Doutor António Rui Braga Lemos Soares, docente universitário de Direito.

O subtítulo não se trata de um lapso ou mero jogo de palavras (veja-se “videoconferência”), é de facto assim pretendido que seja uma Conferência através de vídeo, porquanto não estando restringida ao limite de um espaço físico, está ilimitadamente aberta a todos que queiram assistir à mesma. 

Assim, sem descurar do actual contexto, sensivelmente afastado de um terrível cenário pandémico recente, onde as relações interpessoais estão inerentemente mais restritas, sobretudo, reflectindo-se no domínio dos transportes aéreos e marítimos, esta foi uma iniciativa da Direcção da Real Associação da Ilha de São Miguel (RAISM) que, por via electrónica, visa procurar, acima de tudo e mais um pouco, uma maior clarificação e explicação sobre o que é o Regime Monárquico, de modo a desmistificar muita desinformação e, consequentemente, muito preconceito que ainda existe em relação à Monarquia e aos monárquicos.

Para o efeito, foi dirigido um convite ao Prof. Doutor António Rui Braga Lemos Soares, professor auxiliar, licenciado e Doutor em Direito pela Escola de Direito da Universidade do Minho, onde também prestou provas de aptidão pedagógica e cujas áreas científicas de interesse passam por: História do Direito; História de Portugal; História do Pensamento.

Entre vários trabalhos científicos, destacamos obras como "História do Direito" (em co-autoria e editada pela Almedina) e "Direito: Evolução e Continuidade. Um Ensaio em torno do Sentido e do Espírito do Direito Português no Século das Luzes". 

Pelo que a Direcção da RAISM gostaria de, respeitosamente, agradecer a generosidade em ter sido atendido o seu pedido, o qual foi pronta e desinteressadamente aceite e, igualmente, manifestar a honra em ter tido sido possível a realização desta Conferência/Prelecção, enquanto meio de partilha de saber por parte do Doutor António Lemos Soares, grande português e distinto monárquico, iniciativa da qual se espera ser a primeira de outras intervenções e parcerias futuras.

Bem haja!

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domingo, 29 de dezembro de 2019

Evocação dos 130 Anos da Aclamação de D. Carlos

«Foi muito gratificante. Um momento de aprendizagem. Até mesmo para aqueles que julgavam conhecer a grande dimensão, como Rei, de D. Carlos, como eu, por exemplo, e após este evento, rapidamente perceberam que aquela era ainda maior. De facto, um homem de múltiplas facetas, rigor e de enorme preparação para ser o 1.º dos portugueses - entenda-se o Chefe de Estado em Monarquia, cujo legado é real, efetivo e ainda hoje profícuo.

A preleção do Dr. Paulo Constância foi absolutamente brilhante.

Bem haja ele, a equipa da RAISM e, também, 'last but not least', aqueles que participaram.»

RAISM


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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Na demanda de um Rei Oceanógrafo | Colecção de História Natural

«É com enorme honra e prazer que a RAISM está a convidar todos aqueles que queiram participar neste seu evento, promovido para evocar os 130 anos da Aclamação de El-Rei D. Carlos I, figura muitíssimo importante na sua ligação aos Açores, em especial aos seus mares, bem como no intuito de reforçar os bons e sãos princípios da defesa da natureza, da fauna e da ecologia sempre presentes, desenvolvidos e respeitados pelos nossos monarcas.

Esta iniciativa é especialmente dirigida a todos aqueles que queiram participar com as suas respectivas famílias, podendo trazer os seus filhos nesta surpreendente e interactiva viagem história, superiormente contada e explanada pelo Exmo. Sr. Conservador do Museu Carlos Machado.»

RAISM


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segunda-feira, 10 de junho de 2019

D. Pedro de Aviz






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Dia dos Açores e da Autonomia







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sábado, 18 de maio de 2019

O Hodierno Desafio por El-Rei D. Carlos

Independentemente de ser-se monárquico ou republicano, é com tristeza que verificamos a total ausência de uma referência, efectivamente marcante e pública, concretamente, de uma estátua por quem foi tão determinante para a Autonomia Açoriana, 'in casu', de El-Rei D. Carlos que a formalizou, já sem descurar da sua deslocação Institucional ao Arquipélago (sendo o primeiro monarca a fazê-lo) e do trabalho oceanográfico que desenvolveu nos mares dos Açores.

Existe pertinência histórica e cultural em homenagear, perante os açorianos, de modo a que eles nunca se esqueçam, quem lhes conferiu a sua Autonomia e, inerentemente, o maior respeito alguma vez dirigido, objectivamente, por um monarca, aos Açores.

Daí que o poder público talvez devesse ponderar sobre este assunto e, eventualmente, equacionar erigir uma estátua numa praça ou noutro lugar digno e central em São Miguel, com fundamento no facto de ter sido nesta Ilha que foi içada a primeira bandeira monárquica da Autonomia nos Açores.

À semelhança daquilo que os picarotos, e muito bem, fizeram, ao erguer uma estátua a D. Dinis (conforme artigo já publicado nesta página), ou ainda da enorme inscrição das Armas Reais na Igreja da Misericórdia na Ilha Terceira, que se julga justo, e à semelhança, fazer o mesmo a D. Carlos em São Miguel, podendo ser elaborada uma peça escultórica, adjudicada a um escultor preferencialmente açoriano, cujas dimensões seguissem, ao menos, aquelas concretizadas na citada imagem “d’O Lavrador” que, em estrito rigor, até teve menor ligação aos açorianos do que o cognominado “O Diplomata”, que para nós, açorianos, foi quem executou o acto determinante para sermos autónomos.

Pelo que, face ao exposto, aqui fica o desafio a todos os micaelenses, sejam monárquicos ou republicanos, que após reflectirem sobre este texto e se entenderem pertinente esta proposta de homenagem, podem sugerir ideias que encontrem uma via, quiçá, num futuro próximo, a ser institucionalmente apresentada às entidades competentes.

Fonte - RAISM.

Imagens - Direitos Reservados ao(s) seu(s) respectivo(s) autor(es) ©️.



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domingo, 10 de fevereiro de 2019

Real Associação da Ilha de São Miguel | RAISM


«A Real Associação da Ilha de São Miguel (RAISM) foi estatutariamente formalizada a 26 de Setembro de 2018 e os seus primeiros órgãos sociais eleitos a 7 de Dezembro daquele ano, iniciando funções, para um triénio, a 1 de Janeiro de 2019. É uma Associação de direito civil, dotada de personalidade e capacidade jurídica, sem fins lucrativos, e cujo exercício de cargos nos órgãos associativos não é remunerado. A RAISM é uma estrutura regional integrante da Causa Real, o movimento monárquico de âmbito nacional.

Sua Alteza Real o Sr. Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, incumbiu, para representar e coordenar, a Comissão Instaladora relativa à criação da RAISM, a qual se orgulha de, eventualmente, ser a primeira Real Associação de Portugal a ter no seu objecto uma finalidade formalmente ecológica. Essa emergiu na senda do próprio contexto enquadrador e riquíssimo que a Ilha de São Miguel proporciona, bem como procurando transmitir o ideal de preservação do nosso ecossistema, tão caro a Sua Alteza Real o Sr. Dom Duarte de Bragança, mas também a esse ilustre e distinto monárquico que é o Sr. Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles.
Além daquela finalidade, a RAISM tem ainda por objecto a prossecução de acções e projectos de interesse cultural, social, de assistência e de solidariedade que visem a dignificação, a valorização e o desenvolvimento dos seus associados e da comunidade em geral. 

O cumprimento do objeto, conforme previsto, corresponde igualmente a um compromisso de sã divulgação, promoção e defesa da Instituição Real, corporizada na Coroa e na tradição portuguesas.
Esta Associação sem fins lucrativos reconhece que os direitos dinásticos da Coroa Portuguesa pertencem à pessoa de Sua Alteza Real o Sr. Dom Duarte, Duque de Bragança, e a quem legitimamente lhe vier a suceder como Chefe da Casa Real.

A RAISM encontra-se aberta a todos os quantos democraticamente pugnem por uma alteração de paradigma regimental por via referendária, e que almejem a restauração de uma nova e moderna Monarquia, como exemplo de modernidade e progresso para o nosso País e Regiões Autónomas, à semelhança daquilo que acontece nas mais evoluídas civilizações dos nossos dias, muitas delas representadas por monarquias como outrora Portugal foi e nasceu. 

A RAISM encontra-se ainda numa fase muito embrionária, com a gestão dos seus primeiros órgãos sociais em vigência, deparando-se com as habituais dificuldades inicias, tais como escassos meios financeiros, iniciação de múltiplos procedimentos, etc, contudo, tais circunstâncias não constituirão obstáculo para que, gradual e paulatinamente, com organização, possa vir a crescer. 

Terminamos dirigindo a todos o nosso bem-haja, e 

Viva o Rei, Viva Portugal e Viva os Açores!»

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)