Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta Febre amarela. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Febre amarela. Mostrar todas as mensagens

sábado, 13 de fevereiro de 2021

Pela verdade

Covid, isolamento, distanciamento uns dos outros, tal e tal...De outro prisma comparativo, enquanto todos fugiam por motivo da febre amarela, Lisboa ficava deserta e muitos morriam, todavia, o Rei, D. Pedro V, secundarizando a sua segurança pessoal, recusava abandonar os portugueses doentes e, sempre presente, sem precisar de 'fichas' nas urnas de voto, dava-lhes o apoio e o conforto com a sua presença irredutível.


Pintura: Thomas Jones Barker.

Share |

domingo, 15 de março de 2020

ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (V)

Não se fecham em casa.

Este homem, D. Pedro V, era REALmente comovente. Um líder, um humanista, um Chefe de Estado sem paralelo, um REI na totalidade da aceção da palavra.

Alguma diferença para hoje ....é mera coincidência...


Abram os olhos e vejam o regime que tínhamos e o que temos presentemente, sem descurar que o Rei não precisava de votos para coisa alguma, porquanto não era eleito. Ou seja, era um ato genuíno e puro.

Share |

ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (IV)

Um verdadeiro Líder e Chefe de Estado.


Share |

ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (II)




Share |

ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (I)

«"Em Outubro de 1857 atingiu a epidemia o auge (...), D. Pedro V não podia estar alheio às provações a que estava sujeito o seu povo: ele é a figura mais completa que podemos ver relativamente ao tempo em que entre nós esteve a febre amarela. O Rei não saiu de Lisboa, porque junto do perigo era a sua missão; ao pé dos seus súbditos atacados pelo mal é que lhes podia dar ânimo e coragem. Todos o aconselhavam a abandonar o perigo e ir (...) para longe da capital, onde pudesse estar seguro e sem possibilidades de contrair a moléstia (...), dizia o Rei «Se tenho alguma utilidade, é junto dos enfermos e dos pobres desprotegidos. Se sirvo para alguma coisa, será agora que o poderei mostrar» "

Ruben Andresen Leitão in “D. Pedro V, Um Homem e Um Rei”»

Post - Luís Afonso


Share |

segunda-feira, 7 de julho de 2014

“Daquele Rei temerário, que desafiava a morte”


Aquando do surto de febre amarela:

«Lisboa fica uma cidade fantasma, só com os agonizantes...e com o Rei.»

«O Rei recusa-se a abandonar a cidade onde os portugueses sofrem.»

«Um Rei que acima da sua segurança pessoal, da sua saúde, punha o amor pelos portugueses.»

O Rei era D. Pedro V.


"Um homem só se ajoelha diante de Deus...que está acima dele, todos os outros homens são irmãos."

D. Pedro V

Frases transcritas e respeitantes a S.M. El-Rey D. Pedro V, contidas na Biografia extraída do programa "A Alma e a Gente".

Monárquico ou republicano, ninguém pode ficar indiferente ao exemplo deste enorme ser humano que foi El-Rey D. Pedro V. Vale mesmo a pena aprofundar a biografia deste nosso Rei e, através dela, igualmente, ir tentando perceber as valências, mormente o espírito de serviço e preparação, de um Chefe de Estado em Monarquia.

Share |

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)