Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 17 de agosto de 2025

O (verdadeiro) Presidente Rei, não o Sidónio

Sou monárquico sempre e para sempre.

Abomino apenas um alegado rei português: "D. Pedro IV". Por outro lado, não gostei/gosto de quase todos os Presidentes da República desde 1910. A excepção, como sempre disse, é este senhor porquanto, precisamente, atuou sempre próximo do verdadeiro perfil que se espera e só está ao alcance de um Rei.

Mantenho viva a esperança de ainda ver um Rei no Trono de Portugal e dos Algarves. Caso não seja possível, posso afirmar, com satisfação, que fui contemporâneo do Sr. General António Ramalho Eanes, o único homem a quem reconheço total respeito pela forma como exerceu a mais alta esfera pública representiva em Portugal.

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sábado, 26 de abril de 2025

Descolonização, a verdadeira

António Ramalho Eanes, ex-Presidente da República, considera que a descolonização foi "trágica" e recorda as milhares de pessoas que foram obrigadas a partir para um país que não era o seu.

"A descolonização ia ser trágica e foi. Eu digo isto com à vontade, eu sei que muita gente acha que foi uma coisa maravilhosa, mas não foi. Deixou aqueles países, Angola e Moçambique, numa situação de guerra que durou anos e destruíu tudo", afirma.

SIC Notícias, online, facebook, 26 de abril de 2024.

Obviamente, sobretudo para os portugueses negros que nem puderam fugir e foram estropiados com as suas famílias pelos movimentos terroristas pró soviéticos que, sob a alegada manta legitimadora da independência, tornaram-se partidos e depois governos que não deixaram pedra sobre pedra da obra que o Estado português organizadamente lá deixou.

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domingo, 5 de abril de 2020

Dos poucos líderes que ainda temos (III)

Um líder, dos poucos políticos, em Portugal, que fala com autoridade moral, cívica e ética.

Apenas acrescentaria, à frase do Sr. General Ramalho Eanes, o seguinte: "(...) não está SÓ no lugar de culto (...)".




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sábado, 4 de abril de 2020

Dos poucos líderes que ainda temos (II)

Em termos de obtenção de ânimo, de transmissão de coragem, de pragmatismo, de bravura, de reflexão estrututal, de estruturação de medidas e, sobretudo, de esperança, equiparadamente, 5 segundos desta entrevista, dada pelo Sr. General Ramalho Eanes, são mais eficazes do que uma intervenção de Estado de 30 minutos do atual PR.

Desejo-lhe, Sr. General, longa vida, porquanto é ainda um pilar fulcral na nossa democracia.

Que Deus o tenha sempre em Sua Santa guarda.

Bem haja. Grato.

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quinta-feira, 2 de abril de 2020

Dos poucos líderes que ainda temos (I)

Eventualmente, e sem descurar de Sidónio Pais, o Presidente da República que mais próximo tivemos de um Rei, ou seja, com as suas excecionais e intrínsecas qualidades de caráter humano, sempre esteve acima de um mero político e colocou os interesses de Portugal e dos portugueses em primeiríssimo lugar. Um homem sério e corajoso, i.e., um líder.

Porém, e apesar de não se esperar outra posição de coragem e de proteção aos outros como aquela que aqui declarou o Sr. General Ramalho Eanes, todavia, discordo dele, porquanto são às pessoas na sua faixa etária que mais precisam de proteção e é esse grupo que mais precisa de defesa.

Se negarmos a defesa aos nossos idosos, pais ou avós, estamos a negar a nossa própria humanidade, o nosso próprio humanismo e o nosso (alegado) amor ao próximo.

Por outro lado, é a própria Antropologia que, durante séculos, explica este fenómeno, em que nas sociedades estruturadas e que levaram o ser humano a evoluir foi precisamente o destaque e a importância que era dada aos anciãos. Os idosos não são, nem nunca serão, um fardo para a sociedade na minha opinião, os idosos são uma fonte de sabedoria, experiência, bom senso e, sobretudo, um reflexo vivo e importantíssimo do passado que nos devia ajudar a ver melhor o futuro.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Aqui está tudo o que interessa...!

Mais Cavaco, menos Sampaio, mais Manuel de Arriaga, menos Carmona, eis o confronto do PR que muitos apelidam de ter sido o melhor de sempre (eu acho que foi Ramalho Eanes) e o Herdeiro (nada mais do que isso) ao Trono Português. Deviam fazer mais disto. Era bom para a democracia e sobretudo para o futuro!
Bem a organização e melhor ainda os intervenientes!
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

1926-1986

A república ainda se vai sustentando graças ao período 1926-1986 (Mendes Cabeçadas – Ramalho Eanes), sendo que, mesmo neste período, apenas 5 não foram eleitos partidariamente (Cabeçadas, Gomes da Costa, Spínola, Costa Gomes e Eanes). Todos os restantes, em 100 anos, foram!
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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Outra verdade…

-A propósito da ineficácia da república face ao que se propôs aquando da substituição à Monarquia-

Depois de 1910 «(…) há quem diga que Portugal deixou de ter uma república com um monarca e passou a ter uma monarquia com um Presidente (…)».

Fonte – General Ramalho Eanes em entrevista, na Antena 1, a M.ª Flor Pedroso (programa de 21-01-2011).
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)