Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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domingo, 2 de maio de 2021

Esplanadas, ao menos

Procurando ajudar o setor da restauração, sem descurar da legítima prevenção das autoridades

Entendo que, pelos menos, os restaurantes, cafés, snack-bares e outros similares com esplanada ao ar livre, e respeitadas as distâncias previstas pelas autoridades de saúde nas mesas, deviam permanecer abertos.

Julgo excessivo um terminante fechamento generalizado. Já estamos há tempo a mais nisto para podermos analisar casuisticamente em prol da economia.

Ver este vídeo, como fundamento sustentável.

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sábado, 13 de fevereiro de 2021

Contágio

Este filme, de 2011, de Steven Soderbergh, tem demasiadas semelhanças com a realidade da Covid-19 de 2020...



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Pela verdade

Covid, isolamento, distanciamento uns dos outros, tal e tal...De outro prisma comparativo, enquanto todos fugiam por motivo da febre amarela, Lisboa ficava deserta e muitos morriam, todavia, o Rei, D. Pedro V, secundarizando a sua segurança pessoal, recusava abandonar os portugueses doentes e, sempre presente, sem precisar de 'fichas' nas urnas de voto, dava-lhes o apoio e o conforto com a sua presença irredutível.


Pintura: Thomas Jones Barker.

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Carnaval e mascarados

O Carnaval é a festividade que menos posso ouvir falar em 2021, pois há quase um ano que só vejo gente de máscaras.

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domingo, 19 de julho de 2020

MÁSCARAS

«Ah. The direct approach. I admire that in a man with a mask.»

Extraído do filme do mestre do cinema, Tim Burton, na sua obra prima de graphic novel, 'Batman Returns', 1992, em que Danny DeVito, na personagem Pinguim, se dirige a Michael Keaton, o Batman.

Mesmo no atual cenário, o uso de máscaras, qualquer que seja a sua tipologia, fora do contexto de áreas pequenas e fechadas, sem arejamento natural e com pequenos aglomerados de pessoas, bem como transportes públicos, é uma perfeita estupidez. Colocando de outra forma, é dar ganho a quem quer lucrar às custas de terceiros. Usar uma máscara em plena rua, com ar (sem descurar do precioso vento) em substantiva quantidade, num ambiente azórico que, felizmente, ainda vai existindo muita arborização, roça o ridículo.

Hoje, ao fim do dia, tendo ido fazer algumas compras necessárias à vida quotidiana, rapidamente apercebi-me, tal modo era vasta a conversa por onde passava, por vários testemunhos, que o uso de máscaras pode ser, inclusive, fora do domínio da COVID-19, mais perigoso em termos propagadores de outras doenças, atendendo, por exemplo, a um cenário, facilmente, originado pela criação bacteriológica numa máscara, usada por longos períodos de tempo, até mesmo esterilizada e assim também colocada, por melhor que ela seja. Importa, igualmente, nunca esquecer que uma máscara, por regra, é fabricada em materiais sintéticos...(feltros, fibras, tecidos, etc). Ver a título de exemplo este vídeo a partir do minuto 19'.

No estrito contexto da COVID-19, é como também diziam os aludidos testemunhos dos vários cidadãos que pude auscultar hoje: "é tira máscara, é põe máscara, mãos inevitavelmente sujas nas idas aos supermercados, pega nos produtos, paga com o dinheiro, faz o ajuste na máscara que ficou desajustada do nariz ficando, assim, perto daquele órgão e dos olhos, etc, etc."

Face ao exposto, entendo que o melhor a fazer neste âmbito, e usando a expressão anglo saxónica de 'back to basics', ou seja, será usar máscaras em zonas confinadas e sem arejamento natural (ver a propósito este objetivo estudo japonês sobre a densidade das micro-gotículas e como elas podem ser contornadas, por períodos de tempo curtos e bem intervalados, especialmente no caso dos heróis que atendem, alguns ainda com um sorriso, ao público, caixas, etc, eventualmente, usando rotatividade, e nos demais casos, naqueles que trabalhem em open space/plan ou gabinetes arejados, aplicarem-se-lhes apenas as medidas de distanciamento aconselhadas pelas autoridades de saúde e não usarem, de todo, máscaras. Rotatividade em teletrabalho ou mesmo em absoluto, conforme referia ontem a respetiva Ministra.

Máscaras em crianças, digo apenas isto...PODE SER FATAL!


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domingo, 12 de abril de 2020

DESPORTO COMO MEIO DE PROTEÇÃO

Republico o artigo que escrevi, a 3/4/2020, quando a França, em situação bem pior que a nossa, na sua renovação do seu estado de emergência, manteve a atividade física como fulcral, à semelhança de Portugal Continental na 1.ª prorrogação. A médio ou a longo prazo, o confinamento pode trazer outras doenças ainda piores que a COVID. Tenham a certeza disso.

O Governo Regional tem de cumprir a lei nacional e introduzir, nas eventuais novas medidas de contingência, a atividade física nos termos do Decreto de execução do Decreto do PR.

Além disso, os agentes de autoridade, que pertencem à Administração Central, devem obedecer a um Decreto de Execução Presidencial, "aplicável a todo o território nacional" OU a uma Resolução do Conselho do Governo Regional? Quem está ilegal: aquele que que corre, pela sua saúde, em São Miguel OU antes os agentes que não estão aplicar uma lei que devem cumprir primeiramente? 

«DESPORTO COMO MEIO DE PROTEÇÃO 

No conjunto das medidas de contingência que o Governo Regional tomou, por via de uma Resolução do Conselho do Governo (a n.º 94/2020, publicada hoje), considero, genericamente, corretas e consentâneas.

Porém, há um aspeto que peca pela sua inexistência e, assim, por contrariar uma lógica de reforço do próprio princípio de defesa da comunidade e, em particular, do organismo de cada um, as ditas resistências, contra "o" ou "qualquer" vírus: a actividade física/desporto, em especial a/o cardio.

Além disso, o Decreto n.º 2-B/2020, de 2 de abril, que regulamenta a prorrogação do estado de emergência decretado pelo Presidente da República, "aplicável a todo o território nacional" (artigo 2.º), refere expressamente que "os cidadãos (...) podem circular em espaços e vias públicas (...)" para deslocações "(...) de curta duração para efeitos de atividade física, sendo proibido o exercício de atividade física coletiva" (vide alínea d) do n.º 2 do artigo 4.º do mesmo diploma). Acresce, que no rol de saídas é mais abrangente e amplamente mais pro Economia. 

Em França, com um caso muito mais preocupante que o nosso da doença COVID-19, na reavaliação do seu respetivo estado de emergência, esse aspeto foi salvaguardado e mantido como algo importante pelos especialistas, destacando os da medicina, e conselheiros do Presidente Macron. 

Entendo, salvo outra opinião, que todos os desportos e atividades físicas ao ar livre, em zonas arborizadas (aspeto que felizmente ainda abunda em São Miguel), que respeitem as distâncias uns dos outros e não excedam uma hora de prática diária, devem ser retomado(a)s urgentemente a bem da saúde dos açorianos e, em especial, dos micaelenses.»

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terça-feira, 7 de abril de 2020

Potencialmente político

No ano transato, em Portugal, morriam 400 pessoas, por mês, de pneumonia normal...

Estudo norte-americano estima total de 471 mortes em Portugal até agosto

Redação, 07 abr 2020 (Lusa) - Um estudo divulgado hoje nos Estados Unidos estima que a covid-19 venha a provocar 471 mortes em Portugal até 04 de agosto, indicando ainda que o pico do número diário de mortes foi atingido em 3 de abril....

Face aos números oficiais hoje divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS), que indicam 345 mortes, as projeções dos investigadores do Instituto para Avaliação e Métricas de Saúde (IHME, na sigla inglesa), da Universidade de Washington apontam para mais 126 óbitos ao longo dos próximos três meses.

O estudo refere também que o modelo matemático usado para as estimativas, que foram feitas para vários países, "demonstra que, apesar de Portugal não ter tido falta de camas no total, não tinha suficientes unidades de cuidados intensivos (UCI) para a procura, com o auge a surgir com a falta de 118 camas no dia 03 de abril".

A nível europeu, o IHME calcula que o pico diário da taxa de mortalidade por causa da pandemia de covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, vai ser atingido na terceira semana de abril.

De acordo com as estimativas, cerca de 151.680 pessoas vão morrer na Europa durante a "primeira vaga" da doença, enquanto para os Estados Unidos estão estimadas 81.766 mortes.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 1,3 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 75 mil. Dos casos de infeção, cerca de 290 mil são considerados curados.

O continente europeu, com cerca de 708 mil infetados e mais de 55 mil mortos, é aquele onde se regista o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, contabilizando 16.523 óbitos em 132.547 casos confirmados até segunda-feira.

A Espanha é o segundo país com maior número de mortes, registando 13.798 mortos, entre 140.510 casos de infeção confirmados até hoje, enquanto os Estados Unidos, com 10.994 mortos, são o que contabiliza mais infetados (368.449).

A China, sem contar com os territórios de Hong Kong e Macau, conta com 81.740 casos e regista 3.331 mortes. As autoridades chinesas anunciaram hoje 32 novos casos, todos oriundos do exterior.
Em Portugal, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, registaram-se 345 mortes, mais 34 do que na véspera (+10,9%), e 12.442 casos de infeções confirmadas, o que representa um aumento de 712 em relação a segunda-feira (+6%).

Dos infetados, 1.180 estão internados, 271 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 184 doentes que já recuperaram.

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quinta-feira, 2 de abril de 2020

🎶🎵"Soltem os prisioneiros, soltem os prisioneiros..." 🎵🎶

Esperando que não soltem criminosos, tais como violadores, condenados por violência doméstica, carteiristas, ladrões de casas ou similares, e em falta de imaginação, sugiro que soltem os de "colarinho branco", caso existam presos, porquanto, com as suas manhas, às tantas, ainda podiam dar uma ajudinha à subsequente crise Económica...pois disso eles entendem.


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sexta-feira, 27 de março de 2020

Razão, pragmatismo e ação no caso Português


Atendendo que Portugal, e bem, tem vindo a desenvolver medidas equilibradas para combater o vírus SARS-CoV-2, em que o mês de impacto, março, deverá atingir cerca de 90 a 100 mortos, que o pico, para as autoridades do Continente (e não confundir com as dos Açores), será em maio, bem como, nós lusos, estamos pré informados dos cenários existentes na Itália e ...na Espanha, de onde podemos retirar, da experiência colhida, pelo infeliz flagelo alheio, estratégias, assim, esperando-se que, com as aludidas medidas implementadas e com os sacrifícios que os portugueses estão a fazer, surtam efeitos positivos e possam chegar resultados animadores, estando convicto que nunca chegaremos às 4 centenas mensais. Pelo exposto, coloco à consideração de todos estes factos para que refletiram, entre o presente e o futuro, nunca descurando, óbvia e minimamente, do público alvo (sobretudo os idosos). É uma questão de contas. 

A Economia, essa, talvez implique contas futuras bem mais graves e difíceis de realizar, como implicações no SNS, que pode colapsar de vez, com muitas e muitas doenças por resolver, maioria delas bem mais graves do que a COVID-19, como todos sabemos e basta ir aos serviços de oncologia.

O que já não tenho dúvidas, absolutamente, nenhumas, é que algo mais se passa, algo que transcende o comum dos mortais e que tem por objetivo mexer com a geoestratégia política e laboral mundial tal como a conhecemos...

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O FIM DO DINHEIRO FÍSICO ! (II)


Hoje foi publicado em Diário da República, I Série, isto.

Esta excelente medida, não devia ser "excecional" e sim definitiva.

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quinta-feira, 26 de março de 2020

Republicanismo no seu esplendor máximo, em questões de saúde e de união, a politizar, separar e a injetar ideologia!

Este "projeto", o qual foi, oportunamente, já cancelado, tinha o seu quê de positivo. Se virmos bem, e da forma que já escacharam com este (bonito) tema do Zeca, com tantas repetições abusivas e incessantes feitas, só porque alguns entendem que é assim que é e deve ser, eles conseguiram banaliza-la, torna-la chata e quase inaudível. Dessa perspetiva,... quiçá, o vírus, ao ouvi-los a cantar o dito tema, assusta-se e desaparece. Vejo fortes probabilidades nesse cenário. Cantar numa concentração de pessoas, que é o que se pede agora, ainda por cima a cantar a Grândola Vila Morena...NÃO HÁ VÍRUS QUE RESISTISSE. Quem a cantar estará a salvo, potencialmente.

O problema coloca-se, como sempre, para aqueles pobres coitados minoritários que não são de esquerda. Não estão protegidos e sempre em risco de serem contaminados...

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segunda-feira, 23 de março de 2020

GLOBALIZAÇÃO

Outrora sempre existiram fronteiras, para as quais haviam formas legais, até milenares, como por exemplo as embaixadas, para que, assente numa lógica de normas e de sã convivência, de Direito Internacional, Público e Privado, existisse respeito pelos limites e pelas autodeterminações nacionais. Simultaneamente, também não se diluíam as tradições específicas de cada País...aquilo que ...de mais especial cada um tem para oferecer ao outro e que gera/va uma dinâmica própria.

Os portugueses, curiosamente, segundo um trabalho científico de doutorados da Universidade do Minho, do polo de Guimarães, escreveram uma obra onde evidenciam que Portugal foi o País que instituiu a (primeira) Globalização, mas num modelo que, apesar de ter passado a ligar Nações comercialmente, sem impor, necessariamente, guerras, funcionou e deu azo a que muitos outros países nos copiassem até hoje, como são os casos: de Espanha, da Holanda, da Grã Bretanha e da China mais dos EUA no presente.

Curiosamente, e sem prejuízo do até aqui referido, o maior propagador da doença COVID-19 é, queiramos quer não, precisamente, o atual modelo de Globalização, que desvirtuou o português, porquanto não respeita fronteiras, conforme é especial apanágio a UE, estando à vista de todos os resultados, como na Itália ena Espanha...onde já há mais mortes do que na China pelo novo Corona... Continuem, excelente caminho...!


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terça-feira, 17 de março de 2020

“A lei presta enquanto servir os cidadãos”

Apesar de ser licenciado em Direito e pugnar pela defesa, pela melhor interpretação, pela melhor proposta de elaboração e, sobretudo, de aplicação da lei, tal qual fui instruído academicamente a fazê-lo por muitos distintos professores, contudo, aquela frase que titula este texto nunca deixou de ecoar na minha mente. A frase é da minha mãe.

No contexto atual açoriano, relativamente aos voos continuarem abertos para viagens de passageiros, em consonância com o período fixado pelo Governo Regional para um rígido e difícil forcing de medidas internas preventivas, onde se destacaria, por exemplo, e bem, na Administração Pública, o teletrabalho, etc, parece-me tão lógico, e perdoem-me a analogia, como estarmos a enxugar o pavimento de água com a torneira aberta, ou o comandante de um avião dizer que o aparelho vai despenhar-se e que, por favor, apertassem os cintos. Ou seja, absolutamente ilógico. Ouvi alguém falar em vacas ou pedregulhos na pista. Espero que não se chegue a esse ponto, embora, curiosamente, já tenha havido um advogado que, em tempos, num parque de crianças que o incomodavam, mandou colocar pedras de dimensão de menires no aludido espaço…

Entendo que, à semelhança da nossa ex colónia, Macau, onde foram tomadas medidas radicais contra uma doença perigosa, especialmente, para os IDOSOS, e que surtiu resultado, o mesmo devia ser tomado em conta pelas autoridades governamentais.

Ou seja, o que Macau fez, no meu modesto entendimento, foi investir. Um investimento inteligente. Irão haver perdas económicas no início, mas provavelmente, e quando a COVID-19 estiver em curva descendente, os potenciais viajantes de turismo vão procurar o destino ou os destinos que menos Corona tiveram. Os Açores podiam ser parte desse grupo, julgo que ainda vamos a tempo, mas temos de agir rápido. Os nossos mares, tantas vezes as nossas muralhas de isolamento, também podem ser as nossas muralhas de defesa, basta fecharem-se portos e aeroportos a pessoas (e não a bens), circunscrevendo o vírus, porquanto habitamos numa Região razoavelmente pouco povoada, o que por vezes é vantajoso para deteção e contenção viral.

Por fim, termino com uma mensagem de tranquilidade, porquanto de frenesim já chega e é preciso pragmatismo, razão e bom senso. Há que ter muita atenção às medidas preventivas de interação entre cidadãos (higiene, distâncias, etc) e ter informação, acima de tudo, acerca da longevidade do vírus em determinadas superfícies ou no contexto dos quatro elementos naturais.

Recordo que, no momento em que escrevo este artigo, o total de vítimas confirmadas, a nível mundial, atingidas pela COVID-19, são de 190.140 (cento e noventa mil, cento e quarenta) seres humanos. A China tem 81.058, a Itália 27.980, o Irão 16.169, a Espanha 11.309 e, em quinto lugar, a Alemanha, sim a poderosa e evoluidíssima Alemanha, com 8.604 casos confirmados. Portugal está em 20.º lugar deste ranking, com 448 casos. Número de mortos a nível mundial confirmados pela COVID-19 é de 7.517 (sete mil quinhentos e dezassete). Preocupante, sem dúvida. Contudo, relembro que população mundial era de 7,7 bilhões, em abril de 2019.

Não querendo ter falta de objetividade, mas há algo mais que nos escapa ao centro disto tudo… eventualmente os habituais interesses de alguns…o mais provável.


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domingo, 15 de março de 2020

ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (V)

Não se fecham em casa.

Este homem, D. Pedro V, era REALmente comovente. Um líder, um humanista, um Chefe de Estado sem paralelo, um REI na totalidade da aceção da palavra.

Alguma diferença para hoje ....é mera coincidência...


Abram os olhos e vejam o regime que tínhamos e o que temos presentemente, sem descurar que o Rei não precisava de votos para coisa alguma, porquanto não era eleito. Ou seja, era um ato genuíno e puro.

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ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (IV)

Um verdadeiro Líder e Chefe de Estado.


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ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (III)





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ONDE ESTAVAM OS NOSSOS REIS? (II)




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Apenas uma constatação de facto

Uns que defendiam a abertura de fronteiras, são os mesmos que agora defendem o seu fecho. 

Curioso.

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sábado, 14 de março de 2020

O FIM DO DINHEIRO FÍSICO !

Japão, uma monarquia com mais de dois milénios de existência, uma nação que possui dos melhores artistas plásticos do mundo, arquitetos fantásticos e galardoados, muito avançado tecnologicamente, onde não existe o direito à greve, movido por códigos de educação, honra e respeito ancestrais mas, sobretudo, atendendo ao assunto do momento, um exemplo contínuo de como estã...o sempre à frente do tempo, tão simplesmente mantendo antigas tradições de higiene, como são: cumprimentar dignamente, sem contato físico, inclinando a cabeça ao seu semelhante, políticas de limpeza e higienização contínua de espaços públicos, como por exemplo vários puxadores do metro e de outras infraestruturas nipónicas, bem como a não utilização, no geral, de sapatos no interior das casas.

Em suma, o Japão traduz uma civilização que deve, obrigatoriamente, servir de exemplo no presente para muitos aspetos societários.

Neste âmbito, o da higiene, em especial no que se reporta ao caso da COVID-19, e atendendo às vastas soluções electrónicas dispostas hoje no mercado, para efetuar pagamentos, entendo que o dinheiro em suporte físico, nos dias correntes, deixou, em absoluto, de fazer sentido. Devia ser decretada, pelos responsáveis mundiais, a sua plena abolição, porquanto, e como todos sabemos, quase desde que nascemos, que essa é uma das maiores fontes de contágio.


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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)