Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Mito no. 6: "O regime republicano é o melhor garante da liberdade de expressão"

«Todos os anos uma organização internacional de jornalistas independentes, "Reporters Without Borders" (Reporters Sem Fronteiras), que zela pela liberdade de expressão, publica um índice de liberdade de imprensa. Infelizmente não existia em 1910, quando o Reino de Portugal estaria certamente entre os primeiros lugares, mas revela que ainda hoje a liberdade de imprensa é protegida de forma mais consistente pela Coroa.»

Fonte - Causa Real.


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"Realizadas pelo liberalismo monárquico"


«"O Partido Republicano em Portugal nunca apresentou um programa, nem verdadeiramente tem um programa. Mais ainda, nem o pode ter: porque todas as reformas que, como Partido Republicano, lhe cumpriria reclamar já foram realizadas pelo liberalismo monárquico. (…) A república não pode deixar de inquietar o espírito de todos os patriotas". 

Eça de Queiroz» 

Postado pelo João Távora no facebook.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Os donos do mundo

Enquanto se mantiver este conceito português e republicano (desenraizado) de que cada um pode ser dono do mundo, este País não avança civilizacionalmente. Se não avançar civilizacionalmente também não avançará noutros domínios.

Exemplos típicos do dia-a-dia: há minutos atrás tive de sair do passeio, pois estavam umas quantas viaturas estacionadas por cima dele apenas para ficarem, literalmente, juntas ao bloco habitacional. Elas não podiam ter sido estacionadas uns 20 metros à frente onde havia espaço adequado em abundância. Tinha de ser ali, porque ali é tudo nosso.
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“Unidade Nacional” ?!

O Almirante Melo Gomes disse hoje à Antena 1 que os portugueses iriam, uma vez mais, sair desta crise como saíram noutras. Pela “unidade nacional”. 

Perguntaram-lhe como iríamos sair, mas isso o Almirante não explica como. Apenas refere que o povo português sabe reagir quando é preciso, “é um povo sensato porque tem mais de 1000 anos de História”. “Conhecemos a História e temos sobrevivido a crises e isso tem sido sempre uma vitória das pessoas e da nossa unidade nacional (…).” 

Sr. Almirante, isso é absolutamente verdade. Contudo, a História a que se refere foi em Monarquia. Fomos unidos até o elo com os portugueses ter sido quebrado em 1-2-1908. Agora, em república (e se não mudarmos), estamos mesmo desgraçados ou condenados conforme a expressão que preferir.
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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Life of Pi

Um filme simpático

NOTA CORRECTIVA – A não ver este, afinal.
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Sufragando

A devoção do republicanismo português pelo sufrágio e pela expressão do povo é sobeja e centenariamente conhecida.

Em 1910 só ele decidiu e, já instalado, ainda reduzia o universo eleitoral.
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"Novos colegas"

«Durante muitos anos habituámo-nos à ideia de os maiores adversários da Monarquia se encontrarem nos clubes liberais da meritocracia, fetiche que em Portugal apenas significa "ter o mérito de conhecer as pessoas certas, no Partido certo". A crise do regime precipita as tentativas para o encontrar de uma solução para outra democracia e se há algum tempo qualquer menção à hipótese da Monarquia faria rebentar grossa tempestade entre os PS, PSD e até - pasme-se! - neste ou naquele filiado do CDS, hoje consiste num tema apetecível e normalmente debatido. 

Algo mudou. A questão do regime aí está e desde já anotamos este novo ponto de interesse liberal no Blasfémias, no Portugal Contemporâneo e no Insurgente.»

Nuno Castelo-Branco, no Estado Sentido.
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No Brasil

Cientistas brasileiros exumam restos mortais de D. Pedro I e suas mulheres.
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Nunca desiste



«Duarte Pio João Miguel Gabriel Rafael é o seu nome, extenso, como a História do País e da Família que se sentou no Trono de Portugal até 1910.Mas nem a Revolução do 5 de Outubro impediu os Bragança de continuarem teimosamente o seu papel histórico à revelia do que parecia ser o rumo da evolução.

A história provou que estavam certos , a Casa Real apesar de não reinar está bem fundeada na vida dos portugueses do País que representam como se de um um outro país numa outra realidade se tratasse. Dom Duarte é uma verdadeira embaixada itinerante de Portugal no Mundo e um símbolo da tenacidade de um País que insiste em não desistir.

Poderiamos falar na teimosia de Dom Afonso Henriques, da sabedoria de Dom Duarte ou mesmo na grandeza de espirito de um Dom Diniz ou de um Dom João II, todos os adjectivos e cognomes que atribuimos aos Monarcas representam o espírito da época em que reinaram e o trabalho que deixaram a par da deferência que todo um povo lhes atribuia, mas dificilmente podemos atribuir uma frase que descreva a teimosia e perseverança que se apossou dos descendentes de Dom Afonso I após a partida para o exílio.

Dom Miguel partiria em 1834, para não mais voltar (assim pensavam os seus conterrâneos e assim deixaram escrito em Lei).Dom Manuel II partiria para destino semelhante 76 anos depois e mais uma vez julgava-se que era de vez (e repetia-se o processo Legal).Tal como o chão de Lisboa onde Pombal martirizara os Távoras se julgava estéril ad eternum também com a descendência de Dom Miguel a eternidade provar-se-ia de expressão menor.
Duas gerações depois os Bragança voltavam a Portugal na Pessoa de Dom Duarte Nuno (neto de Dom Miguel I) a contra-gosto do regime que via em Dom Duarte Nuno um espírito independente que influenciava muita gente e que representava um perigo real para o regime, um regime que pretendia fazer com os portugueses o mesmo que o 5 de Outubro de 1910 fez com o Rei: exilá-los.

Para o Estado Novo era complicado querer petrificar a glória e o labor dos Monarcas portugueses e ter ao mesmo tempo um legitimo descendente (que ainda por cima era assim reconhecido pela população) com ideias próprias a andar livremente e de viva voz pelo País sem a ajuda de um qualquer historiador ou arqueólogo do regime.

Pouco tempo depois o povo, seguiria o exemplo: livrar-se-ia do exílio e retornaria à democracia com o 25 de Abril. Afinal a Republica nada tinha aprendido com o Marquês de Pombal.

Os descendentes dos Reis de Portugal poderiam ter optado pela via que a maioria das famílias Reais exiladas opta: viver comodamente no lugar que a História lhes reservava.Mas a estirpe da Coroa nacional é diferente e tal como o seu povo tem tendência a recusar aquilo que é o “curso natural dos povos” e insistir naquilo que lhe é mais verdadeiro em consciência.

É muito provável que continuemos a ver Dom Duarte, um português, a percorrer o seu País e o Mundo a apregoar os aspectos positivos de Portugal, com a simpatia das populações e a contragosto dos republicanos de uma nova República que insiste em negar o óbvio. São precisas mais do que duas Constituições, três revoluções e 100 anos de mentiras para erradicar o português de Portugal.
Como diz o Povo: Portugal é “alma até Almeida” e o seu Monarca não poderia ser diferente.

RGS, omantodorei»

Foto e texto - Vistos em espaços desta distinta senhora.
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

O País encontra-se sem parentalidade

A parentalidade é uma necessidade inexplicavelmente intrínseca, que carece sempre da respectiva formalização. Os nossos pais não são eleitos e são a essência da nossa empresa familiar. 

No País passa-se a mesmíssima coisa.
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“Se o passado condena, o futuro absolve”

Eis o regime que temos… 

Desconheço o autor.
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A velha confusão e desinformação

“Como os monárquicos defendendo uma monarquia, vivem e até trabalham para o regime republicano?”

- Face à ignorante confusão contida na questão, e procurando a melhor forma de a aclarar, importa referir: -

Nenhum monárquico, que conheça, trabalha para o actual regime.

Havia ou não havia republicanos no poder, enquanto decorria a Monarquia Constitucional? Na democracia monárquica era perfeitamente legítima e assegurada, a todos os republicanos, a defesa da república. Se não houvesse recurso a meios ilegais para defender essa corrente, nenhum republicano era impedido, em Monarquia, de se manifestar. No entanto, e apesar do que defendiam, estavam a produzir o seu ganha-pão, obviamente, num regime com o qual não concordavam. Mas ninguém os importunou por isso, se não enveredassem pela via ilegal e pusessem em risco os bens essências de terceiros. Recorde-se que a injúria e a difamação foram instrumentos enumeras vezes tolerados pela Monarquia Constitucional, inclusive contra o próprio Rei. 

A enorme diferença dos monárquicos de hoje e d’ontem (e restantes cidadãos portugueses que nunca se deixaram enganar pela república) relativamente àqueles republicanos que aludi, é que os primeiros sempre sustentaram a democracia, defendem o referendo enquanto instrumento do povo e, sobretudo, entregam-se à missão de informar...nunca recorrerão à força das armas sobre uma democracia, aquelas que mataram cobardemente um pai e um filho.

Por fim, não confundir Regime (Monarquia ou república) com governo executado pelo órgão Governo. Normalmente os monárquicos defendem o sistema republicano para o Governo, i.e., por recurso a eleição, mas não para a representação de Estado. Muitos sabem que o melhor garante da 'res publica' é o Rei dada a sua componente apartidária pura. A nomenclatura do regime apenas é atribuída conforme for a sua representatividade de Estado, abaixo disso atrever-me-ia a dizer que a governação pouco ou nada muda na sua forma constitucional.

Coisa bem distinta é trabalhar numa república, sabendo que para recuperar o País seria muitíssimo mais simples em Monarquia. Sempre foram 102 anos a criarem-se barreiras ao desenvolvimento colectivo.

Em suma: Isso de ser monárquico nesta república é como as regras da estrada. Sei que o meu automóvel pode andar a 200km/h (neste caso entenda-se o desenvolvimento do País), e que em segurança fazia a estrada pelo menos a 100km/h. 
Porém, há um sinal proibição de excesso de velocidade (entenda-se a república) que diz que, naquela estrada, só posso andar a 50km/h, embora sabendo que podia andar, pelo menos, seguro, no dobro daquilo que me delimitam. Todavia respeito as regras rodoviárias, pois foram formuladas democraticamente, embora possa não concordar com elas.
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Nova e refrescada

No início do reinado de Victoria de Inglaterra os caminhos seguidos não estavam a ser os melhores, dadas algumas tradições supérfluas e dispendiosas. O motivo dessa realidade devia-se ao enorme peso da Monarquia inglesa e à inexperiência da Rainha visto que a sua preparação, pelas razões historicamente conhecidas, nem sempre foi dada como consumada para aquele fim.

Porém, após o seu casamento com o príncipe germânico Alberto de Saxe-Coburgo-Gota, tudo mudou. Daquela união sólida e de um verdadeiro amor conjugal, acontece algo muito interessante.

O recente e fresco aprendiz de monarca, Alberto, cuja família dava naquela fase inúmeros membros de topo às monarquias europeias, como da então recente monarquia belga, da monarquia portuguesa e da inglesa, veio ele, curiosamente, injectar de novo os princípios básicos de como se reina. Foi o sobrinho do mui recente Rei belga, que regenerou o ancestral reino inglês. Desse casamento, e da sua harmonia a dois, resultou um contagio para aquele pais do qual nascia uma Inglaterra próspera.

O mesmo pode hoje acontecer em Portugal. Conforme escrevi há tempos (1|2), a nossa Monarquia não morreu. Ela está viva. Não cega, antes bastante atenta às realidades circundantes, mais perspicaz, mais objectiva. O tempo de resguardo trouxe-lhe ainda mais qualidade(s). Virá como nunca a viram, para restaurar Portugal.

Que sejamos, uma vez mais, inovadores e progressista e tornemo-nos num País que determinou recuperar a sua Monarquia, demonstrando àqueles que as perderam que a república é e foi meramente uma moda, mas uma moda que infligiu graves danos no panorama mundial. Portugueses, tenhamos essa braveza e determinação de sentido único.
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Insubmissos

O Rei é a referência máxima, a sua prevalência transcende reinados e regimes. Com o seu exemplo, sempre vivo e presente, aprendemos o dever de respeitar as regras do actual sistema, mas nunca sermos submissos a esse mesmo sistema.

Apenas com a representação de um Rei, aprendemos a ser realmente iguais entre comuns, estabelecendo uma verdadeira paridade entre pares e nunca embarcando na reverência multi-classista que a república delimita para alguém subir na escala hierárquica do destaque societário hodierno. 

Apenas com um Rei passaremos a estar verdadeiramente preparados para trabalhar, colectiva e generalizadamente, para o bem comum.
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As vaias a Juan Carlos

Em primeira análise, julgo que deviam antes vaiar Zapatero. 

Ele sim é o grande responsável pela actual crise em Espanha. Ninguém pode esquecer que a Espanha deve a sua democracia ao Rei e a continuidade da mesma a um (verdadeiro) socialista amigo pessoal do Rei: Felipe González. 

A Espanha é um caso complexo, é uma manta de retalhos “cozida” por Carlos V. Um Rei tanto pode ser aplaudido numa região, como pode ser vaiado noutra. O que tenho a certeza é que se não houvesse Monarquia em Espanha, também já não havia Espanha. 

Mas os “republicanitos” não se preocupem, o Príncipe das Astúrias substituirá o pai em breve. Mais facilmente se substitui um Rei que um presidente da república.
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“Todos nós sabemos de que morreu a Lady Di…”

Recentemente, num think tank em que participei, e com aquelas reticências, levantavam suspeitas ou dúvidas quanto à morte da filha do 8.° Conde Spencer. 
Relativamente a isso objectivo apenas o seguinte: 

A Lady Di morreu de hemorragia(s), originada(s) num desastre automóvel em Paris.
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Se a república é tão boa, então porque:

a) Estamos sempre em crise? 

b) Nunca confiou a uma mulher a chefia de Estado (sendo que em Monarquia existiram 2)?
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Governar e governar-se

1. Em tempos um Rei era aclamado pelo povo para o representar e o governar. 

2. O regime republicano foi imposto ao povo*, para os seus representantes se governarem. 

*O povo nunca quis este regime. Eu quero viver como no Canadá, Suécia e por aí fora.
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O poder de regeneração e antecipação

O raciocínio de que presentemente a Monarquia não resolveria os nossos problemas (com o qual discordo numa óptica de médio e longo prazo), é proporcionalmente directo àquele que os problemas não teriam chegado ao ponto a que chegaram se ela não tivesse sido abruptamente substituída pelo regime republicano.

Hoje somos inexpressivos na Europa e no mundo. Em Monarquia não era assim. Hoje perdemos tudo por falta de acautelamento e de sensibilidade. Em Monarquia, e apesar dos sequentes turbilhões (Invasão Francesa, Brasil, Guerra Civil Portuguesa, investimento público de modernização do País, etc), a Monarquia Constitucional sabia e imediatamente se preparou para abordar África e, certamente, hoje um descendente de D. Carlos seria chefe de Estado de países como Angola, Moçambique, Cabo Verde, etc, conforme acontece ainda hoje com a sua antiga aliada Inglaterra. 

O que sei é que com D. Duarte III, Açores e Madeira no contexto continental subiriam ao estatuto de Reino Unido à semelhança da relação Escócia – Inglaterra = Grã-Bretanha.
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Aquele escudo

Aquele escudo que, por ora, ainda se encontra no centro da bandeira da república portuguesa é tão forte e dramaticamente português que nem o regime, nem o republicanismo, o conseguiu eliminar ou substituir.

Nem a própria 'comissão da bandeira' conseguiu abafar e suportar o peso, natural e verdadeiro, do nosso povo e de 767 anos de Monarquia.
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A incoerência

China e Angola são dois exemplos de vergonhosa e paulatina transformação em Capitalismo.

Para uns, quiçá a maioria, será o normal decorrer dos tempos.

Para mim tem que ver com uma definição que também ela está relacionada ao tempo, dada a sua longa existência na História: a incoerência.

Por isso assumo, cada vez mais, como prioridade, o meu sentido enquanto monárquico...e estou coerentemente bem comigo próprio.
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Além de mais barata para os contribuintes…

O regresso da Monarquia seria essencial também à Economia portuguesa.

A distinção das marcas portuguesas e, sobretudo, o potenciar do turismo seriam sectores objectivamente favorecidos com esse retorno.

Coloquemo-nos no lugar do estrangeiro que vá aos Castelos e Palácios de uma monarquia constitucional, sabendo que o valor do património real ainda é activo e, por outro lado, aquele que vem a Portugal (uma ex-Monarquia) em que o património real já não é activo..? O impacto é indubitavelmente diferente. O turista não quer ver ou saber de presidentes.

Mesmo ao nível do merchandising, publicações de revistas e jornais, estas seriam áreas de negócio que sairiam dramaticamente beneficiadas.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Evidências datadas

A Monarquia teve de dar resposta, durante séculos, a um complexo e extensíssimo Império económico, político e administrativo. 

A república, em cerca de 39 anos, não consegue manter a soberania e sair de crises económicas, políticas e administrativas confinadas a um rectângulo de 92.090 km2.
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Up and down

Portugal em relação à Bélgica fez, a 5 de Outubro de 1910, um downgrade enquanto País. 

Mas ainda é, por enquanto, um upgrade em relação à república do Congo.
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O arguto e o bruto

É lastimável aquele argumento bacoco de que Salazar era o arguto e Franco o bruto.

A realidade é que o segundo conseguiu a transição para a democracia, enquanto o primeiro não. O segundo tem monumentos públicos com a sua imagem, enquanto que o segundo nem o nome se pode (quase) mencionar.
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Inderrotável!

A Monarquia foi derrubada e a república imposta há quase 103 anos. 

Todavia ninguém derruba a Família Real Portuguesa. Nem guerras, nem terroristas, nem assassinos, nem oportunistas, nem a corrupção, nem tão pouco o tempo. Nada a derruba! É inderrotável. 

Eis incrivelmente, hoje e sempre, a nossa Família Real Portuguesa! Sempre hirta, representativa, prestigiante e pronta a servir Portugal e os portugueses.

Um sentido obrigado em continuum aos nossos Reis. Sinto-me honrado enquanto cidadão, hoje e ontem, pelo que prestam e prestaram ao nosso País.
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Via única!

Este País está triste. Este País para sair da crise e voltar a ser uma grande nação tem que ser pela via da união e do patriotismo, evitando-se o esquerdismo e o nacionalismo. Essa via é única: Monarquia!
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"Acusada!"

«A república é acusada de assassínio do Chefe do Estado, de terrorismo bombista, de total desrespeito e subversão da ordem constitucional. É acusada da clamorosa derrota militar na I Guerra Mundial. É acusada da fuga de centenas de milhar de portugueses temerosos da violência, prepotência e inépcia da gente do regime do Costa. É acusada do ataque ao corpo eleitoral nacional, é acusada de coacção física e moral sobre a população, é acusada de falsificação de eleições, da repressão dos sindicatos, da imprensa e da Igreja. É acusada da ruína económica e financeira. É acusada da mais longa ditadura da nossa história, da polícia política, da censura. É acusada da vergonhosa, criminosa e pretensa descolonização, é acusada de causadora do genocídio de populações em África e em Timor. É acusada do abandono de milhares de soldados portugueses em três dos antigos territórios ultramarinos, é acusada das ruinosas cedências feitas para o seu apressado ingresso político na CEE. É acusada do desbaratar dos recursos da economia portuguesa. É acusada de ceder perante a organização de uma infrene cleptocracia institucional que esbulha o país em proveito de uma ínfima minoria de sátrapas. É acusada de fazer desaparecer o que nos resta da independência nacional conseguida através dos sacrifícios de mais de trinta gerações. 

Este regime não é legítimo.»

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105 anos depois do Regicídio. Não esquecemos!

«Naquele 1 de Fevereiro de 1908, Suas Majestades o Rei Dom Carlos e a Rainha Dona Amélia, mais o Príncipe Real chegavam de Vila Viçosa, desembarcando no Terreiro do Paço.

Pouco depois das 17h00, dois criminosos, Buiça e Costa respectivamente, atingem o Rei Dom Carlos e o Príncipe Real e ferem num braço o Infante Dom Manuel.

Naquela tarde de 1 de Fevereiro de 1908, mudava radicalmente, o destino de Portugal.

O Regicídio foi, sem margem para dúvidas, o primeiro passo, para o terrorismo carbonário e maçónico que assolou Portugal logo com a I República.

O Regicídio foi, sem margem para dúvidas, o primeiro passo, para a Ditadura da II República – um regime paternalista de Salazar e Caetano.

O Regicídio foi, sem margem para dúvidas, o caminho para a corrupção do Estado e os escândalos de 102 anos republicanos.

Por isso mesmo, não podemos esquecer.

Não podemos esquecer que foi com o Regicídio que chegámos ao estado a que chegámos.

Em Memória de Sua Majestade O Rei Dom Carlos I e de Sua Alteza Real, O Príncipe Real Dom Luís Filipe, mortos a tiro no Terreiro do Paço há 105 anos atrás, temos todos nós Portugueses, a obrigação moral, de fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para resgatarmos o nosso futuro, como Pátria de quase 900 anos de História e por ela, garantir um futuro melhor para as novas gerações.

E porque não esquecemos o Regicídio, devemos estar unidos em torno da Família Real Portuguesa e avançarmos para uma Monarquia Democrática.»

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Situacionismos...

«(...) a Constituição garante "a forma republicana de Governo" quando o que devia ser inalterável era a democracia»

Senhor Duque de Bragança, herdeiro dos Reis de Portugal e dos Algarves.
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Para além da efeméride

«Em bom rigor, somente podemos hoje afirmar que o bárbaro fuzilamento d'El-Rei D. Carlos e do Príncipe Real foi a porta aberta para quantos homicídios políticos se lhe seguiram, vitimando personalidades de apreço, monárquicos ou republicanos, mais da Direita ou da Esquerda.»
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Uma robusta legitimidade só advém de uma liberta auto-crítica (II)

Foi criada uma personagem do monárquico. Uns monárquicos podem dizer que o “boneco” achincalha, outros, como eu, algo inverso: divulga e tem graça.

Apesar do "boneco", a verdade está lá toda vertida! 

Todavia, há que ter uma cuidadosa atenção sobre três aspectos: 
1.º) Estamos em crise; 
2.º) É um programa, melhor ou pior, de crítica e luta implícitas; 
3.º) Desde que existe televisão, e face às realidades promovidas pelo ciberespaço (e que não duvido que os autores do programa desconheçam), há memória de um “boneco” do monárquico? Julgo que não… Porquê agora o monárquico?

Sempre na luta...!
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Uma robusta legitimidade só advém de uma liberta auto-crítica (I)

«Pergunta (ao maior dos monárquicos): Qual foi a sua Dinastia portuguesa favorita?

Resposta: A Filipina. 

P: Como!? 

R: A Filipina. 

P: Mas porquê? 

R: Porque foi a mais curta.»
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Homens à frente do seu tempo | Homens de Liberdade (I)

in 'O que a censura cortou' | 2.ª Parte | por José Pedro Castanheira | Expresso

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Homens à frente do seu tempo | Homens de Liberdade (II)

in 'O que a censura cortou' | 2.ª Parte | por José Pedro Castanheira | Expresso
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Zero 7 . "Speed Dial No. 2" (2004)

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

"Foi há 105 anos e Portugal continua órfão"

«Hoje, passam 105 anos sobre o assassinato do Rei D. Carlos e do seu filho, o Príncipe Real D. Luís Filipe. Um dia triste, portanto. A falta que nos fez aquele Rei... A falta que nos faz um Rei, hoje mesmo. 

O Regicídio é tanto mais ignóbil quanto ninguém acredita que fosse um desejo do povo. Seria apenas o anseio de uns poucos, tão vis quanto o acto. Não foi um assassínio qualquer, uma obra de loucos. Sabiam o que faziam e foram directos à raiz da árvore, causando um golpe profundo. E era mesmo isso o pretendido, decepar a raiz. Para ir secando Portugal.

Leonor Martins de Carvalho»
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Django

Volto a frisar, vejam isto sob pena de estarem a incorrer numa gravíssima incúria cinematográfica.
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"O erro dos regicidas"

«Ao contrário dos presidentes, os reis não morrem. Dir-se-ia que o Rei é um só, com cambiantes de carácter e do tempo que cada episódio da monarquia vai oferecendo. Enganavam-se os republicanos quando afirmavam que a ideia monárquica desapareceria com a partida de D. Carlos e do Príncipe Luís Filipe. Enganaram-se uma vez mais quando, sem descendência, morreu D. Manuel II. Mas a ideia ficou, o sentimento de simpatia familiar do povo permaneceu inquebrantável, não obstante os poderosos tudo terem feito para que ao longo de décadas a nossa família real fosse exilada, censurada, minimizada e, até, ridicularizada. Mais de um século após a infame matança, eis que o Chefe da nossa Casa Real é um dos mais respeitados homens do país, de decência, patriotismo e desinteresse pessoal absolutamente inquestionáveis. O mistério da monarquia não tem mistério porque, afinal, o Rei também somos nós, portugueses aspirando à libertação, à partilha de tudo quanto dos une, ao bem que desejamos para esta terra. O Rei é todos num homem. Por isso não tem agenda, não tem partido, não negocia, não trai, não promete, não vive do contingente, não tem amigos na acepção comercial de um interesse. 

A evocação do regicídio deveria ser, afinal, a prova da imortalidade do sentimento monárquico. Há semanas, falando com SAR o Príncipe da Beira, jovem de 17 anos, pressenti o peso dessa responsabilidade que se herda e não se discute, o peso e a responsabilidade de vir a ser um dia aquilo que o Senhor Dom Duarte tem sido ao longo destas décadas de chumbo; aquilo que foi, desde 1143, a função dos nossos reis. A família real une e é respeitada porque é um símbolo nacional e porque lembra aos portugueses que há coisas que estão para além do nosso tempo. Os regicídios acontecem na proporção do ódio ou da estupidez daqueles que desconhecem o intrínseco carácter democrático e libertador da monarquia. 
Felizmente, vai-se dissipando lentamente a teia de mentiras, de preconceitos e ignorância fabricada pelos inimigos da ideia monárquica. Um dia, quando tomarem consciência do mal que fizeram a Portugal e se biografar a passagem  de Dom Duarte pelo nosso tempo, os mais honestos lamentarão o que perdemos todos por não se ter sabido aproveitar a dedicação de um homem que tem sido, em todas as causas que abraça, o que de melhor tem Portugal.»

Fonte - Combustões.
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"O regicídio não foi esquecido. Jamais o será"

«O acto fundador da República consistiu em dois crimes de sangue impunemente perpetrados contra as pessoas dos mais altos representantes do Estado português.
Muito antes do fatal desenlace que mergulharia Portugal no caos, numa escusada série de violências, abusos e na total e reconhecida inépcia no exercício do governo deste país, os republicanos souberam aproveitar o regime de liberdades públicas existentes na nossa terra, liberdades essas garantidas pela Carta Constitucional e pela instituição que  superiormente representava o Estado: a Coroa
Se numa fase inicial desta República brutalmente implantada, os seus responsáveis prodigamente se vangloriaram do Regicídio, inadvertidamente também deram a conhecer ao mundo quem afinal eram os novos senhores do poder em Portugal. Os desastres que os acontecimentos de 1908 e 1910  despoletaram na nossa sociedade, foram por si suficientes para uma decidida e bastante oficial política de forçado esquecimento do acto primordial da fundação do regime de 5 de Outubro de 1910. O Regicídio foi deliberadamente apagado da memória, o seu Processo Legal escandalosamente desapareceu, mercê da intervenção dos detentores do poder ilegitimamente tomado pela força dos tiros da artilharia, assassinatos indiscriminados, repressão sindical e da imprensa. Durante quatro gerações, os donos das três Repúblicas ingloriamente tentaram apontar outros responsáveis por um acto do qual eles e apenas eles foram os beneficiários morais e materiais.
Com o assassinato do Rei D. Carlos e do Príncipe D. Luís Filipe, os republicanos  desferiram o penúltiplo golpe que despojaria Portugal da sua normal evolução para uma sociedade ainda mais livre e progressiva. Apesar dos rotineiros contratempos políticos propiciados por um regime fortemente parlamentar já bem enraizado, o nosso país beneficiou de décadas de progresso material e intelectual. Durante a Monarquia Constitucional, Portugal integrou-se plenamente naquilo a que à época era a Europa do liberalismo oitocentista. Os avanços materiais foram evidentes e sem paralelo na nossa história, o país modernizou as suas infraestruturas e integrou-se no comércio  mundial.  O período monárquico constitucional foi um alfobre de grandes nomes da nossa cultura e também garantiu a nossa futura presença em todo o mundo, participando Portugal na delimitação de esferas de influência que muitas décadas mais tarde dariam origem à Comunidade de Países de Língua Portuguesa.
O Rei D. Carlos foi um dos maiores entre os grandes da nossa História. Culto e aberto àquilo que a seu tempo eram as novidades da ciência e das artes, mereceu o respeito politico e pessoal dos seus contemporâneos estrangeiros, enquanto em Portugal enfrentava só e indefeso, as contingências impostas pelo próprio regime de liberdades que não o soube proteger de afrontas, esmagadoras calúnias  e na fase final do seu reinado, da conspiração subversiva que não apenas fez ilegalmente tombar o trono, como também irremediavelmente ditaria o catastrófico século XX que o povo português  resignadamente sofreu.
Quiseram os assassinos abater o monarca que por sinal, era um homem bom e generoso. Procurando eliminar toda a Família Real, julgavam poder obliterar oito séculos de uma história ininterrupta. Não o conseguiram e cento e cinco anos decorridos após o crime que de forma indelével enodoa o regime a que ainda hoje todos nos submetemos,  já se adivinha o total alijar da canga imposta pelo silêncio que viu na ignorância das gentes, a suprema garantia de um poder prepotente e sem peias.
O ajuste de contas chegará, já não existe qualquer dúvida. Não virá de um outro acto violento que imponha a vontade de uma minoria, pois esse acerto de contas com a História já começou. D. Carlos e os seus encontram-se hoje perfeitamente reabilitados. O estudo que propicia o conhecimento da verdade já não conhece obstáculos e são precisamente os mais jovens quem decidida e porfiadamente tem quebrado as grilhetas do preconceito, da mentira e da despudorada prepotência que tem humilhado e menorizado Portugal.
Uma vez mais, o Regicídio não foi esquecido. Jamais o será.»

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Agradecimento


Apenas hoje dei-me conta. Apesar do atraso, gostaria de agradecer cordialmente a simpatia que o Corta-fitas deu a este blogue fazendo-o constar do seu blogroll. 

Registo com apreço o facto.

Fica o meu sincero agradecimento nas pessoas dos seus autores.
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A 30 de Abril teremos uma Coroação Real europeia

O sentido de Estado, de pragmatismo e de progresso, manifesta-se assim:

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"Uma visita diária"


Dentro do género, o blogue da caríssima Maria Augusta é O genuíno e o resto são imitações. 

Bem-haja a Maria, desejo-lhe tudo de bom.
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"Contagem decrescente para o fim do regime"

Li aqui.
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"The World's Sovereigns"

«A photomontage made in Europe in 1889 with the main heads of state in the world. From left to right: Yohannes IV of Ethiopia, Tewfik Pasha of Egypt, Sultan Abdülhamit II of Turkey, Naser al-Din Shah Qajar of Persia, Christian IX of Denmark, Luís I of Portugal, William III of the Netherlands, Pedro II of Brazil, Milan Obrenović IV of Serbia, Leopold II of Belgium, Alexander III of Russia, Wilhelm I, German Emperor, Franz Joseph I of Austria, Victoria of the United Kingdom, Jules Grévy of France, Pope Leo XIII, Emperor Meiji of Japan, Guangxu Emperor of China, Umberto I of Italy, Alfonso XII of Spain, Oscar II of Sweden and Chester A. Arthur of the United States.»

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O povo não esquece

Esta é uma noticia interessante, mas não deixando de ser algo curiosa. 
O Povo, seja 100 ou 1000 anos, não esquece o seu Rei estigmatizado.
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domingo, 27 de janeiro de 2013

O HOMEM LIBERDADE

Faleceu hoje o HOMEM LIBERDADE.

Sem ele, não estaríamos hoje a escrever em redes sociais e afins.
Todas as honras a Jaime Neves! 
Obrigado Senhor Major General. 

25-11-1975: O meu dia da Liberdade e o seu operacional!

Um homem ao serviço de Portugal e do seu povo. Um príncipe da Liberdade!
Ao contrario de outros, não foi Marechal, General e por aí fora... Ficou no posto, no posto de Major. Mas História colocar-lhe-á no posto máximo de uma carreira: o da nossa memória eterna.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Les Miserables

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E que venha depressa!

«O Duque de Bragança D. Duarte Pio não descarta a hipótese de vir a reinar um dia, em Portugal. Numa longa entrevista dada ao jornal espanhol ‘El Pais’, deste sábado, o herdeiro da Monarquia diz até que “há muitos portugueses que querem um Rei”.»
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Nós tínhamos e temos!

Muitas das repúblicas assim seguiram nessa forma, pois não tinham base e preparação Real para as fazerem valer. 

Nós tínhamos e temos!
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Acima de tudo de regime...

Mais do que uma crise financeira, temos uma crise de auto-estima e, ainda mais, de regime.
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D. Duarte a cada dia mais próximo de nos representar a todos

Associação Famílias e Colégio João Paulo II prestam homenagens ao Duque de Bragança.
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No El País


D. Duarte Duque de Bragança em reportagem publicada ontem no El País.»
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Beneficiários...

A Monarquia criou um povo e esse foi beneficiado por um Rei. 

A república (ou em sinónimo a Maçonaria) iniciou-se ilegitimamente a si própria em nome do povo, e beneficia exclusivamente os seus agentes partidários.
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Fica dito!

Portugal vai ser um caso de sucesso! 
Porquê? 
Porque a UE precisa de um caso de sucesso!
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Classe

A classe de uma pessoa não se afere pela sua forma e, muito menos, pela sua origem social. 

A classe de uma pessoa afere-se pela sua postura e essa, quando é boa, não abunda por aí.
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Curiosa realidade...

Aqueles a quem reconheço hoje a titularidade de verdadeiros homens (ou mulheres) de esquerda, são-no de forma, paradoxalmente, tradicional e conservadora. 

Ou seja, são muitas as gerações que os levam a ser.
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Short note

«As pessoas felizes são-no; as infelizes justificam-se» 

Desconheço o autor.
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1901 - Sete Cidades, Ilha de São Miguel

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WEEK SOUNDZZZzzz!




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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Entrada nos mercados

Hoje foi um grande dia para Portugal...agora só falta alterar o regime e VOLTAREMOS A SER UM GRANDE PAÍS EM MONARQUIA CONSTITUCIONAL!
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sábado, 19 de janeiro de 2013

19 de Janeiro de 1919

Viva a Monarquia do Norte! 
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Zero Dark Thirty

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Apátridas

Se, eventualmente, nunca mais voltarmos a ter a nossa Monarquia, não será pelos avisos, informações e contextos, sejam eles passados, presentes ou futuros.

Se, eventualmente, nunca mais voltarmos a ter a nossa Monarquia, será porque matamos, no dia 1 Fevereiro de 1908, a nossa identidade, o respeito ao País, o amor às nossas tradições e à nossa História e, sobretudo, a consciência como povo…como um filho que mata um pai. Neste cenário estaremos, efectivamente, condenados a desaparecer.
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A anedota

Retive este excerto, deste post:

«Quando, confessando-se impotente para ir mais longe nas necessárias reformas na Nação, devido às constantes acções de bloqueio dos partidos, que ele mesmo crismara de "rotativos", João Franco falou ao Rei na sua intenção de se demitir da chefia do governo, D. Carlos demoveu-o desse propósito contando-lhe uma anedota: "Na guerra dos sete anos, contra a Inglaterra, a Áustria e a França, Frederico, o Grande, já batalhava havia seis, quando, no momento mais rude da campanha, surpreendeu um granadeiro que se preparava para desertar; Frederico, serenamente, disse-lhe que ficasse e esperasse a batalha do dia seguinte:- ‘Se a perdermos, desertaremos os dois’"»
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"O que o Rei é e o que o Rei não é"

Ver as  diferenças aqui.
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"O Desafio Monárquico"

Importa serem desafiados.
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A república dos segredos, um retrato

Programas como a "Casa dos Segredos" são absolutamente congruentes com a república em que ainda vivemos.
Além dos "segredos", é o nível e, sobretudo, a possibilidade de qualquer sedento de fama, e distanciado de qualidade, fazer o que for preciso para possuí-la. 
O mais grave é que atinge esse objectivo. É o nosso retrato.
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Nota Informativa!

Formação sobre Monarquia.
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Retro-referendo

Muitos falam do (sempre importante) referendo como hipótese para restaurar a Monarquia. Eu falaria também do referendo que devia ter sido feito no dia 4-10-1910, sobre o mesmo assunto. Estou certo que andaria na casa dos 90% a favor de um Reino que éramos e do qual nunca devíamos ter saído.
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Excelente compilação...

...da Cristina Ribeiro.
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É por esta e por outras que tenho mais é que defender uma Monarquia!


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Juros

No meio do actual turbilhão de palavras derivante da crise, estas foram as mais sábias que ouvi: “renegociar os juros.”

(D. Duarte, Duque de Bragança).

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A Eternidade

A eternidade existe em múltiplas dimensões. Por exemplo, a música de Bach não será eternamente bela? 
Obviamente que sim!
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WEEK SOUNDZZZzzz!

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Uma obra de Josef Skvorecky

Reporta-se à invasão de repúblicas sobre países livres…

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

REALidade

Alguém andará, finalmente, a dar ouvidos à razão e à REALidade? 
Publicado hoje.
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

As decisões que, em essência e passados 105 anos, ainda não foram executadas

Compare-se este discurso com os presidentes da república que conhecemos e em especial com o, não menos em crise, actual.
A clareza, a determinação, o real sentido de Estado e, sobretudo, o sentido de resolução dos problemas em prol do País e dos portugueses.
Assume, sem mais voltas, a alteração da Constituição, a alteração para círculos uninominais, enfim aquilo que já naquela altura devia ter sido feito…mas foi travado pelo republicanismo ainda no poder.
Para travar o progresso, a retoma e a resolução só mesmo com o seu assassinato (em 1908). Com a sua eliminação, Portugal ficou moribundo…enfim, aquilo que vemos no nosso dia a dia.
Eis um discurso que não é meramente politico, habilidoso, fantasioso ou encoberto. Eis um discurso objectivo, não sendo meramente actual…É MAIS DO QUE ISSO É A VIA QUE TRADUZ O QUE PRECISAMOS IMEDIATAMENTE!
Meus representantes? Serão sempre os Reis de Portugal e dos Algarves!

A reter em súmula:
«Pela pasta do Reino, na parte propriamente administrativa e política, vos serão apresentadas propostas: - reconhecendo a urgência da reforma de alguns artigos da Carta Constitucional e Actos Adicionais; estabelecendo um novo regime eleitoral, com o regresso ao sistema dos círculos uninominais, alargamento da elegibilidade aos membros das classes trabalhadoras e entrega do recenseamento e das operações eleitorais ao Poder»
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Inqualificável

Mais do que almejar o regresso da Monarquia, que já esteve mais longe, esta sim é a utópica mas, simultaneamente, a inqualificável postura. De onde assenta e deriva o regime actual...?
Tirem as vossas ilações…

(Sabido via João Amorim no 'Centenário da República')
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Por experiência

Existem sempre aqueles republicanos mais doutrinários (mas não menos mal informados) que ao saberem que sois monárquicos, exclamam: 
"Eu nunca que entregaria a representação de Estado a uma só família, como que por 'direito divino'!"

A esses proponho que iniciem a V. exposição clarificadora com uma pergunta: "Você gosta de Coca-Cola*?"

*Nota - Onde se lê "Coca-Cola", também pode ser substituído por: Ferrari, Apple, etc, etc.


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O benefício curricular

Ainda consigo, com algum esforço, confesso, entender aquele "princípio" republicano de que qualquer um pode almejar chegar ao prestígio de chefe de Estado.
O problema é que esse prestígio, desde 5-10-1910, apenas se esgota na pessoa do titular, em seu benefício curricular...nunca traduzindo o prestigio da Nação. A nossa contínua queda é bastante visível hoje e essa visibilidade é a exacta prova daquele abismo. 
Nunca um presidente da república granjeará o prestígio interno e externo de um Rei, bem como nunca conseguirá os benefícios que ele obtém para o seu povo, nunca! É objectivo.
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Short note

A nossa república é fraquita, mas podíamos ser pior...imaginem sermos a Venezuela?
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Ainda acerca do 1.º de Dezembro...

...deixo este excelente texto do Dr. Estêvão Gago da Câmara, ilustre membro do Conselho Monárquico da Causa Real.
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Lido na última Atual:

"O sonho acima da realidade" 

(pág. 16).
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WEEK SOUNDZZZzzz!

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Um ensaio teorético...

Filipe I de Portugal e dos Algarves era mais português do que espanhol. 
Espanhol era ele há pouco tempo, desde que seu pai, o Imperador Carlos V, unificava aquela manta de retalhos que ainda hoje é a Espanha. 
Por outro lado, ou seja, o de sua mãe, Isabel de Portugal, ele era português sedimentado há séculos.
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Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei!

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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Só para lembrar os mais esquecidos:

A república é uma mulher de 102 anos e que sempre andou despida.
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Seis Sessões


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Descoberta algures nesses meus jantares de Natal e de Ano Novo...


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"A VIAGEM AUTONÓMICA"

Produção: Ventoencanado Produções
Produtor: Filipe Tavares
Realização: Filipe Tavares
Argumento: Nuno Costa Santos e Filipe Tavares
Fotografia: Pedro Emauz
Som: Ricardo Leal
Montagem: Renata Sancho, Filipe Tavares, Mariana Escudeiro
Elenco: Frederico Amaral, Carlos Eduardo Ferreira, David Medeiros

«Gonçalo Cabral, um jovem açoriano a estudar teatro em Lisboa, escolhe como tema para a sua peça de final de ano a Autonomia dos Açores. Tem várias dúvidas e questões e leva-as consigo na bagagem quando resolve fazer uma viagem de investigação pelo arquipélago. De mochila às costas e acompanhado pela sua velha vespa, vai à procura das origens da Autonomia, visitando lugares, consultando arquivos e falando com protagonistas e especialistas no assunto. “A Viagem Autonómica” é uma aventura romântica e um roteiro geográfico e sentimental de um jovem à procura da História da sua terra, da identidade açoriana e também de si próprio.»


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WEEK SOUNDZZZzzz!

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)