Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Antero

Antero de Quental Sobre…o Partido Republicano Português, aqui.

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sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Blue Wall

Acusam Donald Trump de só erguer muros. Não é verdade. Ele derrubou o ‘Blue Wall’*

*Os 18 estados do partido democrata tradicionalmente inexpugnáveis.

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

"Realizadas pelo liberalismo monárquico"


«"O Partido Republicano em Portugal nunca apresentou um programa, nem verdadeiramente tem um programa. Mais ainda, nem o pode ter: porque todas as reformas que, como Partido Republicano, lhe cumpriria reclamar já foram realizadas pelo liberalismo monárquico. (…) A república não pode deixar de inquietar o espírito de todos os patriotas". 

Eça de Queiroz» 

Postado pelo João Távora no facebook.
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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

19 de Outubro de 1921

Fazem hoje 91 anos do "sinal" que definia aquilo que por aí vinha…

Só para relembrar: JÁ TINHAM MORTO O REI e a Monarquia Constitucional já havia sido derrubada.
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Derrubaram o Rei

E o povo que tanto apregoavam, onde está...pá?!
Há cem anos em Junho de 1912, a merenda democrática oferecida no Choupal a Afonso Costa (ao centro com 'ocolinhos' e taça de chá de parreira na mão) em Coimbra...

Apostava que neste "início de festa" só se falava francês...
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

"Culturismo"

Enquanto na Cultura, mas sobretudo nos artistas portugueses, existir aquela menoridade jurássica que para se ser "artista" há que ser de esquerda (ou afim), ao contrário daquilo que acontece numa Inglaterra, onde artistas apoiam os Tories ou nuns EUA onde até actores de cinema (Clint Eastwood, Jon Voight, etc) apoiam em congressos o Partido Republicano…continuaremos muito atrasadinhos.

A Cultura e a Arte não são património de ninguém e quem as quiser politizar ou torná-las ideológicas, e até podendo obter algum sucesso, estará a menorizá-las e também a diminuí-las …consequentemente também se reduzindo como artista.

A arte instrumentalizada pela ideologia ou pela política pode até ser arte…mas é certamente uma arte menor.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

"Tornando-se pública, perde a sua influência"...

Lido na Atual de 21-1-2012, na página 34, acerca do lançamento de um livro de António Ventura “Os Constituintes de 1911 e a Maçonaria”:
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Uma representação de Estado partidarizada

Com a revolução de 1910 alguns determinaram que a partidarização da chefia de Estado resolveria os nossos problemas. Passou-se a dar uma cor, ou seja, um lado ao representante que devia ser de todos os portugueses. Confundindo os pouquíssimos pobres de espírito e de conhecimento, o Partido Republicano conseguiu que os problemas políticos da época, gerados no Parlamento e pelo Governo, fossem desembocar ficticiamente na nossa Chefia de Estado. De forma oportunista fizeram-se recorrer da força das armas para atingir mortalmente Monarquia Constitucional. Ou seja, naquela data eliminou-se o nosso último garante, o garante quase milenar do povo: o Nosso Rei! Retirou-se a última hipótese de termos um representante preparado à nascença para o cargo, apartidário, incorruptível, progressista e que pusesse Portugal e os interesses dos portugueses acima de tudo.
À luz da actual crise é fácil concluir como estamos actualmente com essa partidarização, com a república e com o republicanismo, em escassos 100 anos (cujo mesmo prazo de desenvolvimento da nossa Monarquia [D. Afonso Henriques a D. Afonso III] já nos trazia crescimento e progresso). Mais grave é ainda a constatação quando verificamos, comparativamente, onde se encontram hoje as Monarquias Constitucionais do mundo em desenvolvimento humano, níveis de democracia e progresso...!
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Paralelismos sem paralelo

Na 1.ª página do caderno de Economia do Expresso, do passado dia 10 de Setembro, criava-se um paralelo comum entre D. Carlos, Salazar e Passos Coelho. No respectivo desenvolvimento, a pág. 9 daquele caderno, esse paralelismo foi (d)escrito por João Silvestre segundo o título: “Portugal A terceira pior depressão dos últimos 150 anos”.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Na sequência da meia-final com a França nos Sub-20...

Notas:

1 - França jacobina, "nossa" referência revolucionária e individualizante, pós 5-10-1910, vais começar a sentir hoje o sabor que apenas sentiste 100 anos antes daquela data na Batalha do Buçaco, a 27 de Setembro!

2 - Este jogo lembrou-me estas verdades:
A republica portuguesa instaurou-se porque o minoritário Partido Republicano obstinadamente tinha de copiar o modelo da república francesa. Consegui durante 100 anos até hoje!
Portugal passou a existir porque um Rei instaurou-o, ex novo, como Monarquia! Durou 767 anos!

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domingo, 17 de abril de 2011

A ferida...

Portugal foi ferido de morte quando mataram o seu Chefe de Estado em 1908; no dia em que um Partido impôs um regime ao povo; quando a partidarização absorveu o mais alto representante da Nação.
Estamos há 100 anos sem o nosso último garante: o Rei!
Para quem gosta de Portugal, a nossa única via é mudar o regime por referendo e recuperar-nos por via de uma moderna e nova Monarquia!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)