Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 30 de agosto de 2025

Apoio do FMI pela Europa dita evoluída...

Disto fala-se pouco.
A Europa em risco de colapsar e submergida num futuro incerto, governada por políticos fracos. Atada em burocracia e lóbis distantes da realidade comum.
Em Portugal basta juntar à equação a especulação imobiliária, a sobrevalorização dos preços dos imóveis, a bolha que já está a aumentar, prejudicial aos portugueses, sobretudo aos mais jovens.
Fontes
- Como no Reino Unido, ‘fantasma’ da intervenção do FMI instala-se em França


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sábado, 21 de janeiro de 2017

De 26 a 40

A Dívida Pública Externa em 26 era de 44%.
Em 1940 ficou nos 5%.
Após isso, com as bases financeiras criadas, iniciou-se uma vasta política de modernização do País, com inúmeras obras realizadas para o efeito.

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Mais um

Ainda hoje, quando me lembro, Rio-me do imposto para a redução da dívida pública.

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domingo, 15 de março de 2015

Será isto? Para reflectir

A austeridade é avessa ao Capitalismo, pois seca-o.

O endividamento é propício ao Capitalismo, pois alimenta-o.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

O efeito loop

A esquerda, em especial a radical extremista, insiste na sustentação do Estado Social, nem que para isso se mantenha o endividamento até ao limite do irracional.

Perante esta realidade, não deixa de ser paradoxal que a insistência nesse endividamento apenas traduza o reforço do sistema que o esquerdismo combate, o Capitalista, porquanto as dívidas não mais significam o enriquecimento daquele do prisma transaccional.

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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Este sim, é legítimo

Já começo a perder um pouco a paciência com alguns (pseudo) manifestos, todavia, este, acho essencial seguir e tomar parte.

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sexta-feira, 28 de março de 2014

quarta-feira, 20 de março de 2013

A sua influência

Só para relembrar: 

O Rei D. Carlos I, repito o Rei, é que resolveu a crise originada nos fins do séc. XIX. Usou a sua influência e negociou directamente com Inglaterra.
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Ainda sobre o limite da dívida nos EUA...

Percebem agora porque digo que é um problema de regime?

As repúblicas foram moda e não funcionam mesmo...são os tempos que provam! Os EUA têm 250 anos e tiveram menos de 100 de apogeu e Império. Ora, Portugal teve 407 anos de apogeu (conquista de Ceuta à perda do Brasil) e 560 de Império! 
Isso foram as monarquias no passado. Hoje, no presente e para o futuro, é o IDH e a maior resistência aos ataques capitalistas desenfreados e especulativos que o demonstram. Chave: uma empresa unida chamada família!
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)