sábado, 19 de janeiro de 2019
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Proclamação
«Proclamação de Paiva Couceiro na véspera da 1.ª Incursão Monárquica de 5 de Outubro de 1911:
domingo, 10 de janeiro de 2016
D. Júlia Maria de Noronha
domingo, 15 de fevereiro de 2015
Carta de Henrique de Paiva Couceiro a António de Oliveira Salazar
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
A Monarquia do Norte
quinta-feira, 20 de junho de 2013
"Moçambique"
sábado, 19 de janeiro de 2013
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Retive estas duas frases...
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
O Regime está Morto!
Ficam as proféticas (mas infelizmente óbvias) palavras do último Herói português, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro:
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)»
Digo eu: “É mais cego aquele que não quer ver”.
RTP – Cerimónia na Câmara de Lisboa: ”Não se ouviram os vivas à república, bandeira foi hasteada ao contrário, e pouca gente”.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
domingo, 10 de junho de 2012
Ouvido hoje, dito pelo meu melhor Compincha:
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
19 de Janeiro de 1919 - Monarquia do Norte
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
A "ética" dos verdadeiros republicanos…
in Wikipedia
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
“Inside Job”
Porém, essa mesma Monarquia que preconizo baseia-se num formato liberal, progressista e aberto, à semelhança dos tempos em que os portugueses foram cidadãos de grandes epopeias e preenchiam, condignamente, altos patamares representativos no planeta. Não pretendo uma restauração da Monarquia, mas sim uma democrática reintegração desta por meio de uma refundação. Revejo-me no humanismo de um D. Pedro V, no liberalismo de um D. Carlos I e numa tenacidade e coerência pelos valores que preconizava de um D. Miguel I.quinta-feira, 22 de setembro de 2011
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)



