Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Isabel de Portugal

Até reproduções (em boneca) existem da nossa Infanta Isabel de Portugal, a para sempre denominada “belíssima”.

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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

As vaias a Juan Carlos

Em primeira análise, julgo que deviam antes vaiar Zapatero. 

Ele sim é o grande responsável pela actual crise em Espanha. Ninguém pode esquecer que a Espanha deve a sua democracia ao Rei e a continuidade da mesma a um (verdadeiro) socialista amigo pessoal do Rei: Felipe González. 

A Espanha é um caso complexo, é uma manta de retalhos “cozida” por Carlos V. Um Rei tanto pode ser aplaudido numa região, como pode ser vaiado noutra. O que tenho a certeza é que se não houvesse Monarquia em Espanha, também já não havia Espanha. 

Mas os “republicanitos” não se preocupem, o Príncipe das Astúrias substituirá o pai em breve. Mais facilmente se substitui um Rei que um presidente da república.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Um ensaio teorético...

Filipe I de Portugal e dos Algarves era mais português do que espanhol. 
Espanhol era ele há pouco tempo, desde que seu pai, o Imperador Carlos V, unificava aquela manta de retalhos que ainda hoje é a Espanha. 
Por outro lado, ou seja, o de sua mãe, Isabel de Portugal, ele era português sedimentado há séculos.
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domingo, 17 de abril de 2011

Shekhar Kapur é um bom realizador. Contudo...

‎...nos seus dois filmes sobre Isabel I de Inglaterra, que aliás são bons filmes, tem sempre a tendência de reportar-se aos espanhóis como se fossem uns primatas e/ou débeis mentais.
Gostava de dizer ao Sr. Kapur que Inglaterra naquela altura era pobre e atrasada (em grande parte devido a Henrique VIII) e que aqueles que zomba, Carlos V, Imperador do Sacro Império Romano-Germânico, e Filipe I de Portugal e dos Algarves, seu filho, eram tão somente os homens mais poderosos e prósperos do planeta.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)