Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

Mostrar mensagens com a etiqueta 31 da Armada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 31 da Armada. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 17 de março de 2016

Moluscos

«Era mais polvo que lula

Share |

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Coisas que já não são o que eram…

Na lista por Lisboa temos um “intelectual” e um “empresário”.

Share |

sábado, 5 de abril de 2014

Quando os “princípios” republicanos emergem

«O presidente Hollande vai empossar como ministra do "ambiente, desenvolvimento sustentável e energia" a antiga "companheira" e mãe dos seus quatro filhos.

Não se avalia aqui a eventual competência para o cargo desta ex-candidata à presidência. Mas não havia mais ninguém para escolher?»

31

Share |

quinta-feira, 9 de maio de 2013

«Deve ser a isto que chamam "ética republicana"»

«Um país que está dois dias a discutir se um autarca corrupto (julgado, condenado e a cumprir pena) pode dirigir a câmara a partir da cadeia está moralmente podre e merece ser gerido por ladrões e outros bandidos.» 

Share |
«O novo rei da Holanda chama-se Guilherme de Orange.»

Rodrigo Moita de Deus
Share |

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

"Foi há 105 anos e Portugal continua órfão"

«Hoje, passam 105 anos sobre o assassinato do Rei D. Carlos e do seu filho, o Príncipe Real D. Luís Filipe. Um dia triste, portanto. A falta que nos fez aquele Rei... A falta que nos faz um Rei, hoje mesmo

O Regicídio é tanto mais ignóbil quanto ninguém acredita que fosse um desejo do povo. Seria apenas o anseio de uns poucos, tão vis quanto o acto. Não foi um assassínio qualquer, uma obra de loucos. Sabiam o que faziam e foram directos à raiz da árvore, causando um golpe profundo. E era mesmo isso o pretendido, decepar a raiz. Para ir secando Portugal.

Leonor Martins de Carvalho»
Share |

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Uma das maiores tragédias da sua história

«(...) só mesmo um país completamente desmemoriado é que insiste na comemoração de uma das maiores tragédias da sua história.»
Share |

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Não estamos em tempo de velhas fórmulas e de caminhos petrificados sem via alternativa

Perante a actual crise… 

…um cidadão monárquico e português em Monarquia não se resigna, não se guia pelo establishment, não quer ser apenas “bom aluno”, não quer ficar pela cepa torta, não se guia pelos trâmites predefinidos para os “portugiesisch”, não é mais um número na nova ordem orçamental e, sobretudo, não acata ordens (irredutíveis) de fora. 
Um cidadão monárquico e português em Monarquia, imbuído no espírito de um D. João I, que no mar viu além da terra que o feudalismo ainda estipulava como via para os demais, transforma problemas em oportunidades, procura soluções além da Europa da Troika alemã e vai encontrar a sua comunidade, a comunidade da língua e do ex-Império. Essa seria uma comunidade que iria além de uma simples “Commonwealth portuguesa”, tornar-se-ia uma verdadeira comunidade económica viável e sustentável aos interesses dos portugueses em parceria com as novas economias emergentes, em especial, do Brasil e de Angola. Não seria necessária uma ruptura brusca, bastava uma suave transição negocial e paulatina que permitisse a passagem (da UE) para a nossa genuína comunidade….a da língua portuguesa. 
Um cidadão monárquico e português em Monarquia, não segue fórmulas...cria-as com todos os riscos inerentes. Corre esses riscos unido em volta de símbolos verdadeiros, o Rei, o mais verdadeiro de todos. Os portugueses estariam dispostos a correr esse risco se o seu representante se juntasse, como juntar-se-ia, a eles.
A realidade é, porém, outra: estamos em república, não temos referências, não podemos arriscar e temos de baixar a cabeça. Não tivéssemos interrompido a nossa progressista Monarquia, e outra realidade era de certeza a nossa: Não chegaríamos ao ponto que chegamos…não sou só eu que o digo, felizmente (ou infelizmente).
Share |

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Imprensa: nota para ela

O 31 da Armada deu o famoso “golpe da bandeira”, os média cobriram e o “assunto” foi repassado na internet mais do que a queda do Abrunhosa nos Ídolos. O blogue passou do anonimato à fama!

S.A.R. dá uma entrevista às televisões, e as mesmas são mais reencaminhadas e partilhadas na blogosfera, no youtube (e afins) e no facebook que as intervenções à Nação do P.M. (e nem sequer comparável às do P.R.).

Por mais pequena que seja uma notícia de jornal sobre a Monarquia em Portugal e, no ciberespaço, é mais debatida que o caso B.P.N. .

As revistas cor-de-rosa lucram mais com a família real num mês do que com todos os presidentes da república pós 25 de Abril juntos (e respectivas famílias) num ano.

Em suma: Os média ganham expressão e…lucram! Lucram com um herdeiro ao trono e uma família real não reinante. Imagine-se agora se fosse reinante…?! Era diferente!
Share |

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Arquivamento do processo da bandeira - RMD


Uuuuuuuuufa...!!!

Fonte 1/2 segura: http://31daarmada.blogs.sapo.pt/3526302.html

Post Scriptum: Bem o MP.
Share |

sábado, 10 de outubro de 2009

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)