Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sexta-feira, 6 de junho de 2014

D. Eurico Dias Nogueira

Rosa Pedroso Lima veio dizer ao Expresso, de 23/5/2014, que D. Eurico Dias Nogueira "foi uma voz da diferença", pois foi vigiado pela PIDE por ser favorável à liberdade de imprensa e, depois, no pós 25 de Abril, também apelidado, no novo regime, de "conservador e reaccionário". Mas "nunca virou a cara às críticas nem evitou jornalistas"

Enfim, sabendo o que sabemos hoje do Estado Novo e do Novo Estado, D. Eurico era um homem equilibrado e, acima de tudo, coerente.

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Conto de Verão

Vi este filme à data (1996), em Braga, no Teatro Circo.

Escrito e realizado por Eric Rohmer.

Quem tudo quer, tudo perde…mas, no caso, sempre se consegue voltar a ter.


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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Monarquias ininterruptamente à frente!


«Noruega, Austrália e Holanda (todos eles Monarquias) ocupam os primeiros lugares na lista de países com maiores progressos na saúde, educação e rendimento, revela o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2011, que coloca República Democrática Congo, Níger e Burundi (ambos repúblicas) nas últimas posições.
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

As origens, a lealdade e o descaminho…

Muitos referem-se ao Futebol Clube do Porto como uma “Naçon”…e de facto são! São uma nação (hoje) à parte, uma nação fundada na nossa verdadeira origem: o azul e o branco. São os que sustentam (como os Açores noutro contexto) o Azul e Branco verdadeiramente pátrio! São, no presente, a continuidade do que fomos há 100 e durante 767 anos. Foi este cunho, esta matriz, que o seu fundador António Nicolau de Almeida quis introduzir e conseguiu! Conforme nos é dito pela História, quando ele traz, de Inglaterra, o futebol para o Porto, ele quis, desde logo, marcar a diferença colocando as cores de Portugal, e da Monarquia Constitucional, nas cores do equipamento do Clube que ia fundar, marcando posição (e oposição) às “novidades” que os ventos traziam e com as quais não concordava. Ele, sendo um próspero comerciante, liberal, viajado e progressista, era leal, como português, ao seu Rei (por mais atacado que ele fosse) e a Portugal. “São nos momentos difíceis que devo mostrar quanto vale a minha determinação e convicção”…penso eu (de) que terá sido isto que motivou Nicolau de Almeida.
Os portistas por serem azuis e brancos, reflectem um Portugal maior que nós, um Portugal de vitórias que nós não conhecemos: o da Monarquia! Está-lhes, literalmente, incrustado nas suas peles por intermédio das cores que transportam nas suas camisolas. É tradição, é fundação, é progresso e presentemente são resultados…é indesmentível! 
Outro reflexo disso mesmo foi a coragem de terem conservado uma coroa no seu emblema, aliás, à semelhança daquilo que prolifera nos países desenvolvidos (monárquicos) da Europa . É o único dos três grandes…nunca repudiaram a sua origem nem a deste País. Antes conservaram-na!
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

As duas juntas | A coerência absoluta

Linda e verdadeiramente a "mãe" da nossa açoriana! Vi e li aqui!

AS CORES - Monárquico ou republicano - Mais não seja uma questão de coerência com 767 de História e sua essência nacional e estatal.Nos Açores, aparentemente, houve coerência...deve ter sido do Mar!
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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Referendo! Democracia!

Os cidadãos que querem um Rei não usam winchesters, usam a democracia!
Não sendo do PPM, reconheço-lhes uma nova vida e um novo fulgor com a sua nova liderança!
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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Restauração...

...nesta cidade crescente e sempre em evolução!
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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A Mentalidade Monárquica...


Braga, 01 de Junho de 1996, em plena saída da Sé do Baptizado de Sua Alteza Real O Augusto e Sereníssimo Príncipe Dom Afonso de Santa Maria Miguel Gabriel Rafael de Herédia de Bragança, a enorme multidão ali reunida seguiu a Família Real, todos tomados por uma alegria indescritível, unidos sem que se pudesse sentir qualquer separação de "classes", pois em torno daquela alegria essas categorizações deixam de existir. Muitos gritavam frases de júbilo.

Como foi referido, muitos eram os presentes (nós enquanto estudantes universitários). Movidos por livre iniciativa. Ninguém foi mandado ir lá. Tudo de bem se gritava a favor da Família Real, ali presente com todos: Viva o Rei ! Viva o Senhor D. Duarte! Viva o Príncipe! Viva a Senhora Duquesa de Bragança! Houve até quem gritasse Viva D. Afonso VII! Etc, etc. Enfim, uma sã euforia que não é possível descrever em palavras.

Contudo, é neste cenário que ocorre um facto que até hoje nos recordamos e iremos guardar até ao fim dos nossos dias, como um dos fortes motivos para manter a genuína e integra convicção do que é ser monárquico. Conforme foi referido, o ambiente era de total festividade com os mais elevados brados de satisfação. A dado momento um "seguidor", anónimo, da Causa Real, quiçá mais "entusiasmado", decide bradar: «abaixo a república!» De entre aquelas várias centenas de pessoas aglutinadas, geraram-se uns micro segundos de silêncio, e na consciência de cada um, ali reunido, deve ter sido formulada a questão: e agora, o que vai ser ? Resposta: o óbvio dos monárquicos. Uma colectiva vaia àquele "seguidor" menos feliz. Naquele dia surgiu uma confirmação "no terreno": ser monárquico não é estar contra alguém (in casu os republicanos), é ser-se a favor de alguém (in casu o Rei), sempre numa constante atitude positiva.

Daí que não restem dúvidas acerca dos tempos que se viveu em república: são quase 100 anos de vivência num regime muitíssimo diferente do que era o são espírito de viver com uma Família Real reinante. Registe-se que o republicanismo não deixou de ser um conceito teórico de melhoria da democracia, mas que, na prática, tem se revelado o oposto a isso, pois um Chefe de Estado em Portugal não pode emanar da estatística dos votos, sob pena de estar a prejudicar essa mesma democracia, dada a ambiência de facção que gera. Ora, com os mais recentes (e inevitáveis) contornos que a III República tem tomado, ao ter-se eleito sucessivos presidentes ex-líderes de partidos, revela o quanto nós temos andado, desde 1910, no sentido inverso ao progresso necessário.

Bem hajam todos os resistentes monárquicos que, mesmo sob as mais infames calunias e construídos desânimos, se mantêm firmes, sabedores que o tempo lhes dará razão no que é melhor para Portugal. Todos estes blogues podem, para alguns menos atentos e esclarecidos, aparentar não ter interesse imediato para Portugal, pois não estar-se a debater um assunto que (hoje) não está na "agenda" mediática. É precisamente o inverso. Temos de começar pelo essencial, por discutir o básico, pois só a partir daí poder-se-á partir para o específico (o regime técnico, o Reino em vez da república) e assim resolver o verdadeiro problema da paulatina submersão de Portugal, e esse chama-se república e dura desde 05/10/1910. 


Post Scriptum: Enquanto monárquicos, que espírito é este que nos move, que nos torna de bem com os outros, que nos torna felizes, que nos transporta para o patamar de deixar de ver "cores" partidárias e ver toda a gente por igual ?! Que res pública é esta que existe há tantos anos,  mas continua a ser tão magnifica  e actual enquanto sistema de Estado ?! Viva à Monarquia !
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)