Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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quinta-feira, 14 de junho de 2018

Sem prejuízo da outra parte (Miguelismo):

Sanjoaninas 2018
Melhor cartaz em Portugal nos últimos 108 anos!


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segunda-feira, 14 de maio de 2018

O significado

 
No cerne, o que significa a Monarquia: defender um povo e defender os desprotegidos.

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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Ignorância

Chamar o período do pós 25 abril como o da “Democracia” é um insulto à própria História de Portugal, até parece que não se viveu em democracia no período da Monarquia Constitucional. Até parece que esta república emergiu de outro planeta e não de um País com mais de sete séculos.

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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

'Descomplicativo'

Está mais que na altura de descomplicar algumas coisas em Portugal.

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sexta-feira, 27 de março de 2015

“Mulheres contra a (in)justiça saudita”

Este era o título do artigo contido na página 41, do Primeiro Caderno, de 14 de Março de 2015, do Semanário Expresso. A notícia reportava-se a “um jovem intelectual” e blogger, de 31 anos, saudita, Raif Badawi, que foi condenado a dez anos de prisão e a mil chicotadas. O crime, esse, seria essencialmente um suposto abandono, por Raif, da religião islâmica.

Nesse contexto, a peça jornalística descreve a intervenção de três mulheres, dispersas por três países em continentes diferentes (Canadá, Arábia Saudita e Suíça) e que, sendo muçulmanas, têm feito de tudo, “dia e noite”, para libertar Raif. O Expresso, por intermédio da jornalista Margarida Mota, abordou as três.

Todavia, e para ser muito franco, não foi este o assunto (supostamente principal) que me despertou interesse. Foi antes um dos subcontextos, mormente o de uma das três mulheres, Samar Badawi, irmã do detido e aquela que reside no local da discórdia: na Arábia Saudita. Refere o artigo que esta mulher sofre duplamente, porquanto tem o irmão preso e também o seu marido, Walid Abu al-Ka, o advogado de Raif e conhecido activista na região.

O Reino da Arábia Saudita é o maior país árabe da Ásia Ocidental e o segundo maior do mundo árabe (só ultrapassado pela Argélia). O Reino foi fundado pelo Rei Abd al-Aziz Al Saud prevalecendo, até hoje, a casa ancestral de sua família, a Casa de Saud.

A Arábia Saudita possuiu a segunda maior reserva de petróleo e a sexta maior reserva de gás natural do mundo, é considerada uma respeitável economia pelo Banco Mundial e possui o 19º maior PIB do mundo. Enquanto um dos maiores exportadores de petróleo, o Reino da Arábia Saudita é também um dos países mais poderosos do mundo.

Apesar da sua simpática realidade económica e de registar, em alguns domínios, determinados avanços societários qua a tornam um dos países árabes mais desenvolvidos, não é menos verdade que, na Arábia Saudita, desde da sua criação, o sistema político tem sido o de uma monarquia absoluta teocrática. Essa preponderância, até com grandes influências sobre o próprio Governo, advém, de certo modo, da importância deste Reino ser a "Terra das Duas Mesquitas Sagradas", ou seja por comportar as mesquitas al-Masjid al-Haram (em Meca) e al-Masjid an-Nabawi (em Medina), os dois lugares mais sagrados do islamismo.

Colocado o contexto, recuperava a pessoa de Walid Abu al-Ka, o advogado de Raif Badawi e marido de Samar. Este homem, enquanto activista, é um incansável defensor daquilo em que acredita, a prova disso advém do facto de estar preso pelo regime que contrapõe. Assim, contra a monarquia absoluta teocrática, é admirável, sintomático e até muito inovador nos dias que correm, que este causídico, em vez de se opor à fórmula monárquica sugerindo o que seria simples, corriqueiro, abundante e até “normal” nestes contextos, i.e. emergir a irrepreensível fórmula republicana de regime, mas não, nem pensar! Estando preso, continua a ser nos calaboiços, pasmem-se, um “acérrimo defensor de uma monarquia constitucional”. Ora, não consigo deixar de analisar este caso como sendo de um particularismo ímpar e sintomático, porquanto é o contraponto daquilo que nos faltou, em Portugal, enquanto regime, nos séculos XIX e XX. Preferimos embarcar, como ultimamente continua a ser, em modas e não defender a nossa própria estrutura enquanto Nação. É certo e sabido que um país como o Reino da Arábia Saudita tem essa grande vantagem de estar desprendido das habituais forças de pressão que nos conduziram à república e que, infelizmente, ainda hoje por aí controlam a máquina estatal e formatam a cabeça dos cidadãos, sendo por isso os sauditas mais sólidos enquanto intérpretes da Nação histórica…mesmo os seus activistas progressistas. Contudo, e ainda assim, atendendo ao legado da Monarquia Portuguesa, e dos exemplos europeus que naqueles períodos predominavam e que ainda hoje alguns proliferam, ter-nos-ia sido muitíssimo mais congruente e profícuo mantemo-nos em Monarquia. A nossa infeliz realidade hodierna isso demonstra e as democracias monárquicas avançadas do mundo enfatizam-na.

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Índice de Percepção de Corrupção 2014

São os dados objectivos do costume, nestes índices distintivos de civilidade e progresso a que Portugal teima em aderir mantendo o actual regime. Ou seja, para 2014, 11 (incluindo os 2 primeiros países), nos 15 primeiros, são monarquias.

Sempre coincidência…!? Não acredito em coincidências. São mesmo factos concretos derivantes dos grandes benefícios do regime monárquico e que assentam na grande instituição, de exemplo, referencia e idoneidade, que é o Rei.

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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Por pouco

O social-democrata / socialista (pois vi escrito das duas formas) Victor Ponta perdeu.

Mas ficou o registo de um homem que, como Felipe González ou Olof Palme, socialistas a sério, reconheça-se, sabiam que a melhor forma de progresso só pode ser feita pela via monárquica.

O método que Ponta usaria seria de um extremo patriotismo sem nunca descurar da proximidade do povo, ou seja, se por sufrágio tivesse sido votado e eleito presidente da República Romena, faria, subsequentemente, um referendo sobre a representatividade do regime e, no caso de ser escolhido S.M. o Rei Miguel I (cujas sondagens estimavam 2/3 dos romenos), ele sairia para dar o lugar ao Monarca.

De onde Ponta, garanto-vos, não sairia, caso tivesse acontecido aquele cenário, era da história daquele País.

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A Constituição espanhola

Ver, em especial, artigos 56.º e seguintes.

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sábado, 28 de junho de 2014

A lucidez de alguma esquerda

Um dos mais lúcidos e legítimos comentários que alguma vez ouvi sobre os Reis de Portugal, foi proferido por uma amiga de esquerda (...até um pouquinho bloquista), em Dezembro de 2013:

«Apesar de ser de esquerda e de ser republicana, tenho a perfeita noção e aceito como certa a realidade de que os Reis constitucionais portugueses eram muitíssimo mais preparados do que qualquer presidente da república que tivemos até hoje.»

And I rest my case.

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Quase zelotipia


Para poder definir o que sinto em relação àquilo que fomos em Monarquia, sobretudo àqueles portugueses que foram contemporâneos dos nossos Reis, mentiria se não dissesse que chega a ser quase zelotipia. Sim, quase zelotipia por um Portugal que fomos.

Quando vejo uma imagem, sobretudo fotográfica, de alguns dos nosso Reis, é inevitável o pensamento de que aquele passado não pode ser o nosso presente. Ou seja, o nível que atingimos, claramente, não é aquele que hoje temos. Ver um D. Carlos ou um D. Manuel II e fazer o paralelismo com os “nossos” Presidentes, sejam eles quais forem, fica de todo claro o desequilibro da imagem representativa e, inerentemente, do prestigio projectivo dentro e fora de portas.

Quando se considera a nossa História até 1910, até parece que se tratava de um outro País… de uma Nação estrangeira. Sim, como se não fossemos nós. Daqueles países estrangeiros mais evoluídos, produtivos e, sobretudo, alegres. Naquela altura com algumas dificuldades, é certo, mas bastante melhores em patamar civilizacional e produtivo do que aquilo que somos hoje e que, não obstante o dificílimo encadeamento histórico - Invasões francesas – Brasil – Mapa Cor-de-Rosa – Republicanismo, já estavam focados em as ultrapassar. Outrora éramos, pois, como aqueles países que que nos levam ao seguinte pensamento: “que bom que seria viver assim”. Pois…talvez daí a (quase) zelotipia… Pelo que ressalta naturalmente a analogia: Que bom que seria viver como os noruegueses; que bom que seria viver como os canadianos; que bom que seria viver como os ingleses, etc. Contudo…que triste, infelizmente, que é viver hoje em Portugal.

Com o vermelho e o verde da república, o regime conseguiu o seu objectivo primordial: romper com o passado. Atingiu-o de facto. Todavia, não fez esquecer, pelo menos em alguns, esse mesmo passado que podia ter conduzido a um outro presente e a um outro futuro, potencialmente melhores que aqueles que vivemos e vislumbramos. Hoje somos outros, descaracterizados, amorfos, tristes e cada vez mais sem rumo.

Focando-nos, por fim, na figura da El-Rei D. Manuel II, um Rei jovem que foi abalroado pelo terrorismo revolucionário e jacobino, que desembocou no formato da actual III república, posso dizer que, por um lado, custa-me seriamente a crer como podemos ter chegado tão alto e ter posto tudo a perder em tão pouco tempo, aliás, como se comprova hoje à nossa volta. Ver D. Manuel à luz do Presente, é quase como ver um Rei de um outro país. Por outro lado, entristece-me não ter podido assistir, presentemente, como português, com os meus filhos e netos, à prevalência e continuidade daquilo que El-Rei representava: uma empresa de prestígio e produtiva por todos nós chamada de Família Real Portuguesa e, cuja designação da firma, era ela Portugal. Do posicionamento da sua sempre humilde atitude de ofertar ajuda (mesmo no exílio auxiliava todos os que podia), mas excelso na postura e na imagem, vislumbro El-Rei com honra e orgulho daquilo que fomos e que espero sempre que ainda venhamos a ser. A nossa última esperança é que a Família Real Portuguesa ainda existe!


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Eufemismos invertidos

Apesar de me considerar um leal e convicto monárquico, crente na possibilidade crescente de reintrodução regimental de uma Nova e Moderna Monarquia Constitucional (aliás como sempre tenho honra de afirmar como pessoa comum que sou), cujo modelo deveria ser próximo aos de países como a Noruega, Suécia, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Inglaterra, Japão, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, os estados de paz Árabes, etc, etc, a verdade é que igualmente me considero um leal e convicto defensor, e friso isso com toda a clareza, correlação a um absoluto e contínuo sentido de oportunidade que, integrado num princípio substitutivo, e imbuído numa lógica de ampla responsabilidade, permita sempre a outros aceder à possibilidade de poderem fazer o seu melhor face a novos desafios que se formem no horizonte. Aqui ressalva-se, contudo, a execpção à mais alta representação de Portugal, Algarve, Açores, Madeira, demais território e seu vastíssimo espaço marítimo que deve ser exclusivamente do Rei, conforme já amplamente fundamentado neste domínio.
 
É sempre necessário dar oportunidade a outros e, assim, rejuvenescer (e não me refiro ao conceito etário mas sim de acção) as instituições…sejam elas de que natureza for.
 
 
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Recebido via e-mail

«Em 2003, o deputado inglês Chris Huhne foi apanhado num radar em alta velocidade. Na época, a então mulher dele, Vicky Price, assumiu a culpa.

O tempo passou e aquele deputado passou a Ministro da Energia, só que o seu casamento acabou. Vicky Price decide vingar-se e conta a história à imprensa.
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

"Realizadas pelo liberalismo monárquico"


«"O Partido Republicano em Portugal nunca apresentou um programa, nem verdadeiramente tem um programa. Mais ainda, nem o pode ter: porque todas as reformas que, como Partido Republicano, lhe cumpriria reclamar já foram realizadas pelo liberalismo monárquico. (…) A república não pode deixar de inquietar o espírito de todos os patriotas". 

Eça de Queiroz» 

Postado pelo João Távora no facebook.
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Entrada nos mercados

Hoje foi um grande dia para Portugal...agora só falta alterar o regime e VOLTAREMOS A SER UM GRANDE PAÍS EM MONARQUIA CONSTITUCIONAL!
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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

"Sérvios querem Monarquia"

«Cidadãos sérvios estão claramente apoiando mudar seu governo de uma República para uma Monarquia Constitucional, como foi mostrado recentemente pelo jornal impresso sérvio "Blic".

No levantamento, 64% dos sérvios escolhem monarquia ao invés de República.»
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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

CIDADANIA PELA MONARQUIA: MELHOR DEMOCRACIA!



Amigos monárquicos,

Em primeiro lugar gostaria de agradecer os apoios efectuados, mas também as diversas mensagens de incentivo e reencaminhamentos que têm sido feitos e não apenas daqueles que pensava serem monárquicos. Deixo, por isso, o agradecimento sincero a todos esses firmes e determinados monárquicos que acreditaram e assim apoiaram!

Mas ainda é preciso mais esforço, divulgação e apoios! O movimento precisa de Vós: Divulguem nos blogues, twitter e facebook!

No primeiro dia, i.e. na passada sexta-feira, havia 1 apoio. Hoje, passada menos de uma semana, e em 204 movimentos criados, “Cidadania pela Monarquia: Melhor Democracia!” já aparece no primeiro ¼ de candidaturas. 44.ª posição ex équo! Ou seja, quase nas QUATRO DEZENAS de apoios. Vamos admitir como possível uma chegada ao penúltimo painel de apoios (entre os 167-56 [painel 2]) até ao início da próxima semana. Vamos lá! Acreditem, eu acredito!

O numérico ainda é insuficiente, mas é importante ressalvar a dinâmica percentual de crescimento em tão poucos dias.

Posso afiançar que o movimento teve a honra de contar, naqueles apoiantes, com pessoas que valem muito na Causa e que, acima de tudo, merecem a minha maior consideração, estima pessoal e intelectual. Sinto-me já enobrecido, apenas com os primeiros apoiantes.

Mais informo que os apoios no portal do Governo têm um formato sigiloso. Ou seja, quem apoia não aparece o nome.

É fácil apoiar:

a) Ou registam-se directamente no portal, colocando um nome e sobrenome, um endereço de e-mail e uma password qualquer que não tem de ser a do respectivo e-mail;

b) Ou então, ainda mais fácil, no mesmo link supra referido, encontrarão uma função “Ligue-se ao FACEBOOK” que lhes permite pela própria rede social registarem-se.

c) Depois de estarem registados, é só irem à candidatura monárquica “Cidadania pela Monarquia: Melhor Democracia!” e clicar “apoiar”. Aparecendo a expressão “apoiado” está concluído.

Relembro que é importante posicionar o movimento na primeira fase (até 30-9-2012), que apurará os 7 primeiros para a fase final. O sétimo vai com cerca de 790 apoios. Contudo, apenas no facebook, existem mais de 8.000 monárquicos inscritos. Deixo este facto à consideração e consciência de cada um.

Caros amigos, mais simples que isto é impossível. É aquilo que chamo “acção de sofá”, sem custos e incómodos…mas que poderá ter muito efeito sensibilizador para o crescimento, a prazo, do assunto Monarquia em Portugal. 

Os movimentos mais apoiados circundam os habituais temas dos animais, canis, gatis e touradas. Mais do mesmo. Ou seja, há mais sectores preocupados com esses assuntos que nós, mais de 8.000 no facebook, que nem com uma solução simples destas nos movemos? Estou esperançoso que não…sempre foram 767 anos em boa Monarquia.

O assunto Monarquia em Portugal não ficaria pior…isso asseguro-lhes. Alguém tem de fazer algo, o nosso País decai a cada dia.

Fica o apelo!

Viva Portugal, viva a nossa Cultura, viva o nosso Povo, viva o Rei! 
Bem hajam.
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domingo, 9 de setembro de 2012

CIDADANIA PELA MONARQUIA: MELHOR DEMOCRACIA!

Amigos Monárquicos, 


A candidatura foi aprovada pelo Governo. 

O V. apoio pode ser efectuado clicando na candidatura. Para o efeito basta registarem-se no respectivo portal (1.º e último nome, um e-mail e uma password que queiram) ou, julgo, por via da subscrição da aplicação oficial para o facebook: 'PortugalGov'. É fulcral não haver dispersão e sim concentração numa só candidatura monárquica, uma vez que o tempo escasseia (até ao dia 30 de Setembro às 23h59m) e a candidatura que lidera regista cerca 3000 apoios. É muito importante ficar, naquela 1.ª fase, entre os 7 PRIMEIROS (o 7.º vai com cerca de 750 apoios). 

A proximidade da mudança poderá estar 'à distância de um clique'. Nada mais simples. Divulguemos. 

Acreditemos na cidadania para mudar Portugal. Eu acredito. 

"Eu quero um Rei!" 
Bem hajam. 

DESENVOLVIMENTO 
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)