Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A 1.ª Empresa

“Não há menos tormento no governo de uma família do que no de um Estado inteiro”

Quem o diz, com total seriedade e absoluta noção desta realidade, é o escritor francês Michel de Montaigne (1533-1592).
De facto, como há muito apregoo e comigo muitos outros em crescente, é a família o primeiro pilar de tudo. É a primeira empresa…o verdadeiro modelo empresarial introdutório.
O modelo republicano individualista é caracterizado pelo adjectivo masculino singular e assim personificado pelo O Presidente. Além disso, e porque é intrínseco ao modelo republicano, são mais que óbvias as suas políticas inversas à Família, sendo lógico e conclusivo que Portugal está cada vez mais fraco por isso mesmo.
Por outro lado, num sistema assente num modelo plural e empresarial como a Monarquia Constitucional é obvio que as coisas correm melhor. A prova no presente e para o futuro são as demonstrações de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), as quais revelam que as Monarquias Constitucionais estão em clara maioria no topo dessa hierarquia, onde resumindo as pessoas vivem melhor. Mais, nenhuma Monarquia até ao presente momento tombou face ao FMI e afins dada a actual crise de paradigma.
Perguntam-me vós: é por acto de magia? R: Não! É o resultado de muitos anos de consciência colectiva bem sedimentada. É um resultado de anos, de longo prazo. Cá temos andado a perder (aquele) tempo, daí os resultados que nos são apresentados pelas três repúblicas portuguesas.
Mas ainda vamos a tempo de mudar...!
Share |

Sem comentários:

Enviar um comentário

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

Go on, palavras D'El-Rey!