Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

quarta-feira, 23 de março de 2016

Tabela de Conversões

John Barry estava para a orquestração musical, como Einstein estava para a Física.
 
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Your Eyes Only

«For your eyes only
Only for you
You see what no one else can see»

Sheena Easton (1981)
 
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Moonraker

«Where are you? Why do you hide?
Where is that moonlight trail that leads to your side?
 
Just like the Moonraker goes in search of his dream of gold,
I search for love, for someone to have and hold,
I've seen your smile in a thousand dreams,
Felt your touch and it always seems,
(...)
You love me.

Where are you? When will we meet?
Take my unfinished life and make it complete.

Just like the Moonraker knows his dream will come true someday,
I know that you are only a kiss away.
I've seen your smile in a thousand dreams,
Felt your touch and it always seems,
(...)
You love me.»

Shirley Bassey (1979).
 
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WEEK SOUNDZZZzzz!

 
Made in Portugal

 

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quinta-feira, 17 de março de 2016

Inside Out

https://www.youtube.com/watch?v=yRUAzGQ3nSY
 
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Cristina da Suécia

 
 
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“E os piratas somos nós…!”

«Nicolau Breyner era um fervoroso patriota e um monárquico determinado e comprometido na defesa das suas convicções. Filiou-se cedo na Real Associação do Ribate...jo e foi, por isso, um dos construtores do projecto da Causa Real que hoje reúne o Movimento Monárquico Português.»

António de Souza-Cardoso

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Tem de vir mesmo do Povo

No Brasil:

 
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Incursões ao McDonald's

«(…)

P – Ele (o seu filho) mudou a sua perspetiva de olhar o mundo?

R – Não. Ele veio confirmar tudo o que tenho vindo a dizer sobre as diferenças sexuais. A minha ex-companheira, que é a mãe biológica dele, concorda. Ele mostra-me como os homens e as mulheres são diferentes.

P – Em que sentido?

R – Por exemplo, ele gosta de tudo o que é mecânico. Adora saber como é que as coisas são feitas, construídas. Como funcionam as máquinas. Gosta de desconstruir tudo, todos os objetos, até uma caneta. Joga horas com os amigos àqueles jogos de construir e desconstruir edifícios. Não lhe ensinei nada. É tudo instintivo. Como o brincar com carros e com armas para destruir aquelas cidades inteiras.

(…)»

Camille Paglia, escritora norte-americana, professora universitária, feminista e lésbica em entrevista a Alexandra Carita, para a ‘E – A Revista do Expresso”, edição 2261, de 27 de Fevereiro de 2016, págs. 62 e 63.
 
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Graciosa

«O grupo bracarense DST vai construir o primeiro sistema mundial de energia híbrida na ilha Graciosa, no arquipélago dos Açores, que permitirá à ilha tornar-se praticamente independente de fontes de energia não renováveis, eliminando quase por completo o recurso a combustíveis fósseis.»
 
 
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Cada vez mais somos números

Para ter determinados direitos essenciais, o actual regime exige que uma bebé, com menos de 3 meses, tenha de se tornar cidadã da república portuguesa, devendo apresentar-se a registo, quando nem tem força para se manter erecta para a foto que exigem.

Francamente...
 
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Moluscos

«Era mais polvo que lula

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Sou Hipócrates!

Compulsada a extremíssima complexidade do tema, cuja realidade transcende quaisquer certezas da direita à esquerda, quero, pois, tornar público o meu lema sobre o assunto - Eutanásia, reiterando a frase do Prof. Doutor Luís António Marques da Costa, Diretor do Departamento de Oncologia do Centro Hospitalar Lisboa Norte:

“VIDA ASSISTIDA ATÉ À MORTE.”*

* In Expresso, Primeiro Caderno, de 5/3/2016, pág. 35.
 
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WEEK SOUNDZZZzzz!

 
 
«Imagine if you can what it is like to have no possessions at all.
Nothing, very few people are able to imagine such a thing, to have nothing at all.
Well let us, you and I, try to imagine something a hundred times harder....
Not just to have nothing at all, but when there was nothing at all.»
 
Made in Portugal.

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quarta-feira, 9 de março de 2016

Mad Max

https://www.youtube.com/watch?v=hEJnMQG9ev8
 
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Estruturas e Subestruturas

Quanto mais compreendo a estrutura e subestrutura da república, mais aproximo-me, mutatis mutandis, da frase de Churchill e digo: a Monarquia e a Democracia são os piores regimes, com excepção de todos os outros.
 
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Um País de Facções

No fim do discurso do novo PR, o Bloco e o PCP não se levantaram a aplaudir. É um presidente de direita para eles.

Logo aqui se constatam as indisfarçáveis facções, a existência de partes onde devia existir unidade. Em Espanha, por exemplo, isso não acontece/eu.
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Rewind

No discurso de Marcelo gostei daquela parte em que recordava a nossa História e os nossos Reis, embora com um tónico de passado mas sendo o primeiro, reconheço, que vi e ouvi falar de Portugal num todo.

Todavia, não se podendo esquecer que, naquele mesmo hemiciclo, se encontrava o Rei de Espanha, descendente dos Reis de Leão, Castela e Aragão, etc, reinos bem mais antigos que Portugal e ali estava Filipe VI bem presente, bastante pretérito e muitíssimo futuro.
 
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"Não está!"

Povo!? Onde está? A esta altura do (próprio) dia, não era para aparecerem, ao menos, alguns curiosos!? Nem isso. Lembra-nos a proclamação e o Relvas. Nisso o regime é tradicional...sempre fechado em si mesmo e distante dos portugueses.

A república é isto...muitas individualidades, pouco povo e pouca alegria. Ide ver Inglaterra, a vizinha Espanha, a longínqua Suécia, etc...ou mesmo nós até 1910.

Sem mais argumentos, aproveitaram o essencial das formalidades da Monarquia, designadamente da tomada de posse do Presidente resultou uma pálida imitação da Aclamação, mas faltando sempre o essencial, aquilo que a jornalista desta peça constata: o povo.
 
Imagens SIC-Notícias | Vídeo PPA
 
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terça-feira, 8 de março de 2016

O Último e o Primeiro Dia

O Presidente da república terminou hoje o seu mandato. Sem descurar das elevadas taxas de abstenção envolvidas nas suas duas eleições (e de outros), este acabou por ser empossado derivado à votação efectuada por (alguns) cidadãos.

Contudo, o Presidente termina o seu mandato com o tão falado índice de popularidade em baixa, segundo alguns superior mesmo à percentagem que o elegeu.

Ora, sabendo a forma como a república foi imposta, alicerçada em estritos grupos de interesses oligárquicos, processualizada por um braço armado maçónico - A Carbonária (cuja bandeira terrorista deu forma à actual bandeira da república portuguesa), não posso deixar de trazer à colação, entre muitos outros exemplos, duas imagens que expressam a relação dos portugueses com a Monarquia e com os seus representantes, concretamente da cerimónia fúnebre da Rainha D. Amélia (mesmo passados 41 anos do seu brutal exílio) e, ainda, o baptizado do actual Príncipe da Beira, D. Afonso, em Braga, nos anos noventa.

Nestes contextos expontâneos, não é difícil, para ninguém, perceber que, nesta ambiência, pouco releva o contexto dos votos, da abstenção ou da popularidade, aliás como acontece em Inglaterra, Holanda, Suécia, etc, antes sente-se, com nítida clareza, a admiração, o respeito e, sobretudo, a consideração do povo àqueles que são realmente Portugal.
 
 
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França

Liberdade, Igualdade e Fraternidade, contudo, desde Clóvis I até hoje (cerca de 1530 anos de História), não houve cá mulheres a mandar, entenda-se como chefes de Estado.
 
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Gravelines e o FCP

Existe um aspecto que aproxima Filipe II de Espanha (I de Portugal) a Pinto da Costa:

O primeiro recrutou portugueses para a composição da Invencível Armada para tentar vencer a Batalha Naval de Gravelines, enquanto o segundo recrutou espanhóis para, com as devidas adaptações, tentar ganhar as competições em que o FCP estava envolvido.

Em suma: o resultado foi igual nos dois casos...um desastre.
 
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Feia

Pergunta: “A criminalização do piropo pode matar o galanteio?”

Resposta: “Matou. Agora só com autorização prévia e assinatura reconhecida. Criminalizar é uma idiotice de gente feia, às vezes mesmo muito feia”.

Jaime Milheiro, um dos mais reconhecidos psicanalistas do País, em entrevista a Inês Maria Meneses para a ‘E - A Revista do Expresso’, edição 2257, de 30 de janeiro de 2016, pág. 105.
 
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Opções

Descriminalizar a morte de bebés e criminalizar o piropo (com o galanteio incluído).
 
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Pontos de Vista

Pergunta: «O que pode ser melhor do que o momento em que a tua avó te descasca uma pera?»

Resposta: «Ter a sorte de chegar a casa dela e vê-la a procurar uma conta do terço castanho no chão castanho…encontrar a conta e consertar-lhe o terço.»

Ivo Canelas, actor, em entrevista a Inês Maria Meneses para a ‘E - A Revista do Expresso’, edição 2258, de 6 de Fevereiro de 2016, pág. 105.
 
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Fonte

«A única fonte do conhecimento é a experiência.»

Albert Eistein
 
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Mesmo Antes

«A ética, antes de ser empresarial é pessoal.»

João Pedro Tavares, presidente da ACEG
in VER
 
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Mandatos Messiânicos

Só para relembrar um pequeno detalhe: Guantánamo ainda não fechou.
 
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WEEK SOUNDZZZzzz!

 
Em português
 
Made in Portugal
 
Obviamente Ella, porque elas já não precisam de dias.
 
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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Agora


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Onde foram desencantar que ele era monárquico

«Sou liberal porque entendo que o Estado se deve meter naquilo que é necessário, e o que é mais necessário são os fundamentos da República, entre os quais a redistribuição da riqueza.»

Rui Moreira, Presidente da Câmara do Porto, em entrevista ao Expresso, publicada na edição n.º 2256, da ‘E - A Revista do Expresso’, de 22 de Janeiro de 2016, pág. 60.

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Pessoas que ainda nos fazem acreditar em Portugal

A Justiça tem, feliz e novamente, um sentido e um sinónimo: Joana Marques Vidal.

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Até ele...


António Guterres.

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WEEK SOUNDZZZzzz!






Made in Portugal.


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domingo, 21 de fevereiro de 2016

Une Nouvele Amie

https://www.youtube.com/watch?v=lxNUmOe-dhY&feature=player_embedded
 
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Categórico

«Age sempre de tal modo que o teu comportamento possa vir a ser princípio de uma lei universal.»

Máxima de Kant.

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A morte não é direito

«Lamento, mas nada disto faz sentido. É tudo demasiado desconcertante. É desconcertante ver como a atmosfera intelectual obcecada com a vida animal é a mesmíssima atmosfera que aceita ativa ou passivamente a morte de seres humanos (na fase intrauterina e na velhice). De igual forma, é desconcertante assistir ao estertor do progressismo, que nas últimas décadas elevou a morte à condição de direito fundamental. Lamento interromper o coro da unanimidade já cozinhada, mas a morte não pode entrar no arsenal legislativo de um Estado que preza a vida e o livre arbítrio. Não há mortes beneméritas, misericordiosas ou úteis. A morte não leva adjetivo. Em consequência, um Estado civilizado não pode aceitar a pena de morte como punição aceitável, não pode aceitar o aborto como método contracetivo, não pode aceitar a legitimação da eutanásia direta — a morte a pedido.»
 
Henrique Raposo.
 
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Ondas gravitacionais

Big Bang e versão bíblica da Criação têm um inquestionável Denominador Comum, tudo foi desencadeado a partir de um ponto inicial.
 
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Calem-se!

 
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25

Lido na sequência do Inimigo Público (de 12-2-2016):

«Foi possível o 25 de Abril porque, no tempo de Salazar, havia dinheiro para o gasóleo das chaimites.

Hoje, um novo 25, talvez já não fosse possível.»
 
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WEEK SOUNDZZZzzz!




Made in Portugal.



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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Hail, Caesar!


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Nothing

«Nothing's gonna change my world.»

The Beatles, "Across The Universe", 1970.

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Movimento Internacional Lusófono | Prémio


LMA

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Dado objectivo

6 milhões!? Talvez. Se assim for, trata-se de um inegável dado que (também) traduz o Portugal que temos.

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Inquérito

Prefere uma:

a) Austeridade de direita;

b) Austeridade de esquerda.

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«(…)
Barry White, saved my life /
And if Barry White, saved your life
(…)»

Made in Portugal.

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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Carol


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Mundos diferentes

Não existem sindicatos no Japão. O que vale é que a república e a Ana Avoila traduzem um Portugal muito mais avançado que o país do Sol Nascente...

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28


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Cósmico

Agência Cosmos, Cosme Machado e demais fenómenos cósmicos não cabem no futebol. Tratam-se de universos distintos.

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Tale of Tales


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Incomparável

Nem tudo é comparável!?

Tudo é comparável, até mesmo aquela negação passa por um exercício de comparação.

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Conclusões | Presidenciais | república


1. Oficial: a república vale pouco mais de 50% dos portugueses. A abstenção é como o algodão...não engana.

2. Não interessa o que pensam ou fizeram os candidatos, ganha aquele que for mais popular e/ou tiver uma máquina mais forte.
No fim, e ao abrigo da magia geral da Lei, é "presidente de TODOS os portugueses".

3. Tino de Rans valeu quase tanto como o PC inteiro.

4. Quem disse que participar na "Quinta das Celebridades" não rendia votos?



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A começar

«Nem tudo foi ainda inventado: a aventura humana está só a começar.»

Gene Roddenberry, criador do Star Trek.

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De Marcelo ao Rei






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Descansados

É a diferença para a Monarquia, essa palavra - descanso - não entra no dicionário de um Rei...é até ao fim a servir os portugueses.

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O Presidente Vai Nu!


A ler.

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Quando não havia Presidentes


João Ferreira

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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

The Revenant


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Paulo Morais e os tiques


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A frase não é do ex-padre comunista


Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.»

(Rodrigo Moita de Deus sobre a afirmação em mandato presidencial de Cavaco Silva)



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Petição Pública


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A névoa, a esperança na epopeia, a grandiosidade, a frustração, a desilusão, os poemas, a História...enfim...o Sebastianismo.

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WEEK SOUNDZZZzzz!




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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

O Destaque Cinema

...fica esta semana, e uma vez mais, a cargo de Alan Rickman.




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Opções, grandeza e respeito

O reconhecimento, a admiração e o respeito consolidam-se naqueles que, sendo grandes, desprendem-se e apenas estão genuinamente focados em servir, amparar e proteger os que precisam.


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Efeito ardósia

Para um monárquico ouvir falar do candidato (presidencial) "da direita" e "da esquerda", ou aquele que "vai angariar mais votos à direita ou à esquerda", faz-lhe tanta impressão como escorrer as unhas dos dedos da mão num quadro de ardósia.

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"Um deles" vs Eles

Ouvi, na passada segunda-feira, o candidato Vitorino Silva dizer que com ele, vencendo as eleições, seria "um deles" (do povo) na Presidência.

Ora, aqui reside a grande diferença entre um republicano aparentemente bem intencionado e um monárquico Ou seja, para o republicano, num cenário consistente e optimista, seria um membro do povo na chefia de Estado; para o monárquico, e quanto à chefia de Estado, o povo é o Rei e o Rei é o povo.

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Alan Rickman

Domingo o Ziggy e esta quinta-feira o Alan Rickman, vítimas do mesmo problema. Ambos com a mesma idade.

Devia partir de cada um de nós, em cada parte do planeta, marcar uma posição forte e vincada sobre este mal. Se alguma vez se conseguisse canalizar, para a cura deste malefício, parte dos biliões que são gastos, por exemplo, em armamento, certamente estaríamos hoje muitíssimo mais próximos dessa concretização.


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Apenas uma consideração

Sempre que me falam no "General sem medo", indago...era suposto existirem generais com medo?

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Séries

Da obra de Leon Tolstói. A ver.

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Bolo

«A sereia no topo do bolo.»

Rui Reininho

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Bolas d'ouro

Pronto, o Messi (finalmente) apareceu com um smoking decente e a FIFA restitui-lhe a Bola d' Ouro.

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WEEK SOUNDZZZzzz!


Existem coisas boas, muito boas, excelentes e existe isto:



Tenho este single, comprado no respectivo ano com poupanças. Considero-o pioneiro em matéria de construção musical com samplers.
O vídeo trata duplamente o problema do Vietname, dos jovens que com 19 anos iam para a guerra e, por outro lado, de um regime que não os soube receber.




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domingo, 10 de janeiro de 2016

Back to the stars, Ziggy! Thanks.


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The Force Awakens


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Fantochadas

Curiosamente, depois de ter escrito sobre esta fantochada, Vasco Pulido Valente escreveu ontem, e muito bem, sobre esta.

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"Um empirismo inconsequente"

«106 anos após o 5 de Outubro, hoje a República, representa apenas um empirismo inconsequente, um passado decadente, corrupto e patético de um país enfraquecido, sem perspectivas de futuro e sem qualquer ideia ou estratégia definida. No presente contexto eleitoral o declínio de valores, de conceitos e de projectos atingiu o limite do ridículo. Um daqueles dez candidatos vai ser o futuro Chefe de Estado. Mas as coisas não tem que ser forçosamente desta maneira. Poderíamos talvez pensar em regressar à casa de partida e recomeçar tudo de novo ...»


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É o que temos

Uma república sem Tino, não seria uma república. Estamos ficando parecidos aos americanos, apenas com a vantagem que um PR não aquece nem arrefece ...i.e. serve de pouco e diz quase nada aos portugueses. Serve-se assim o regime.

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D. Júlia Maria de Noronha

D. Júlia Maria de Noronha, ilustríssima mulher do nosso último grande herói português - Henrique Paiva Couceiro. O padrinho de casamento foi o próprio Rei D. Carlos.

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Coerências

Rei, Leão e primeiro ... conceitos que interagem com absoluta coerência e sentido.

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Recuperações

O Sporting recuperou, recente e brilhantemente, o ciclismo. Depois de Setúbal, arrisca-se a recuperar também o ténis (6-0).

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Banalidades e falta de cultura de diferença ideológica

Ouvido anteontem:

«Ser hoje de esquerda em Portugal é como ir ao McDonald's, todos vão, todos gostam, é mais fácil, ninguém resiste…mas faz mal».

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Serviço e amparo


Não havia votos para angariar, era mesmo genuíno. Servir aqueles que jurara servir. D. Manuel II dirigindo-se aos doentes, àqueles com mais desânimo. Para esses que passavam maus momentos era-lhes reservado o que Portugal tinha de melhor, de mais honroso e de mais prestigiante: a presença de El-Rei.

Foto - Obtida por via de Luís Afonso.

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A Lei da moralidade

O primeiro pilar no saber de um aluno de Direito é ter a noção clara, logo no 1.º ano, de nunca misturar o direito (ou a lei) com a moral.

De que serve esse pilar...se já cá temos a criminalização do piropo. Não é de admirar...pois também para a ciência jurídica, e até para o direito natural e pré romano, a noção de casamento, conforme transposta para o artigo 1577.º do Código Civil de 1966, significava essencialmente: «(...) o contrato celebrado entre duas pessoas de sexo diferente (...), nos termos das disposições deste Código.»

Por outras palavras, não me espantará que certa bandalheira descontinuada do rigor e da ciência, possa, em breve, subverter também a (ciência) matemática e passar a dizer que 2+2=5. Vai na volta até daria jeito aos governos Keynesianos do costume... eventualmente para "corrigir" contas mal feitas.

Por fim, e ainda quanto ao piropo (e não a injúria, a difamação, etc - tipologias criminais que já cobrem, e muito bem, a situação em causa), caberia às próprias mulheres, pelo menos àquelas dignas desse nome, às que não se rebaixam perante tontarias masculinas mal elaboradas e australopitecas, acabar com essa aberração legal criada pela maioria negativa.

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WEEK SOUNDZZZzzz!



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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Presidenciais 2016

Tenho assistido, de uma forma generalizada, àquela fantochada tipicamente republicana que leva a maioria dos candidatos “naturais”, ou seja de origem partidária, a assobiarem para o lado, a dizerem que “não são de facção”, que são “independentes” (faltando apenas dizer que sempre foram…), quase prestando-se a dizer que nunca pertenceram àquele partido (…o seu), etc, etc. É nestas alturas que se vê de forma claríssima o que é, na verdade, a república, que ela nada representa, é teatral, tétrica, desinteressante, abstracta e, sobretudo, partidária…a própria antítese da unificação dos portugueses.

Por outro lado, e apesar de ser monárquico, mas fosse republicano, não entenderia a dúvida de votar em Henrique Neto. Se ele não ganha/r, nada mais revela que o povo (entenda-se aquela minoria que ainda perde tempo em votar neste tipo de eleições) não está assim tão alheio de culpa nas votações em candidatos protegidos por máquinas partidárias, que esse povo não sabe distinguir a neutralidade da parte, a propaganda da realidade, o estrelato da honestidade e da competência. Ou sabe?! Aquele que deveria representar a verdadeira essência da república, o ‘self-made man’, perderá, como sempre perderá em república, para o representante de determinada oligarquia.

Se fossemos, de facto, uma democracia avançada, há muito que o Estado já deveria ter aberto aos portugueses a discussão por uma outra forma de Regime que não aquela que hoje perdura (ver caso da Constituição holandesa), a qual está desactualizada, não chama ninguém e continua a ser prazerosa para as oligarquias republicanas do costume pós-1910.

Quanto Portugal carece e almeja pela figura institucional e realmente neutral do Rei, à semelhança dos países histórico-constitucionalmente mais evoluídos.

Recuperemos a nossa estima colectiva. Haja abertura, haja progresso, haja referendo!


Foto - Obtida no respectivo link (clicar sobre ela).

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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Um Santo Natal e Boas Festas.
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

The Hateful Eight


Mais um de Tarantino.

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Aborrecimento

«Não deixe de perdoar os seus inimigos, nada os aborrece tanto.» 

Oscar Wilde

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Saúde da economia global

«Abordar as desigualdades é um passo vital para devolver a saúde à economia global.»

Joseph Stiglitz, Nobel da Economia, in VER.

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Vida

«Quem perder a sua vida por Mim, achá-la-á.»

Mateus 16:25

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D. Duarte de Meneses, Conde de Viana

Não haverá muitas mais formas tão honrosas de partir como esta:

D. Duarte de Meneses*, conde de Viana e primeiro capitão de Alcácer Ceguer, deu a sua própria vida para proteger El-Rei D. Afonso V na Serra de Benacofu, aquando da deslocação do Rei ao norte de Marrocos.

Fonte Wiki.

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Pet Boys (IV)

«They talk too fast and walk too slow.»

Neil Tennant | Chris Lowe (1987)

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Pet Boys (III)

«I love you, you pay my rent.»

Neil Tennant | Chris Lowe (1987)

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Pet Boys (II)

«(...)
If I didn't love you
I would look around for someone else
but every time I see you
you have the same effect

My heart starts missing a beat
(...)
every time
(...)»

Neil Tennant | Chris Lowe (1988)

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Pet Boys (I)

«I've got the brains, You've got the looks...Let's make lots of money»

Neil Tennant | Chris Lowe

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WEEK SOUNDZZZzzz!




Suede will release their stunning new album “Night Thoughts” on January 22nd, 2016.

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)