quarta-feira, 23 de março de 2016
Tabela de Conversões
Your Eyes Only
Only for you
You see what no one else can see»
Sheena Easton (1981)
Moonraker
Where is that moonlight trail that leads to your side?
I search for love, for someone to have and hold,
I've seen your smile in a thousand dreams,
Felt your touch and it always seems,
(...)
You love me.
Where are you? When will we meet?
Take my unfinished life and make it complete.
Just like the Moonraker knows his dream will come true someday,
I know that you are only a kiss away.
I've seen your smile in a thousand dreams,
Felt your touch and it always seems,
(...)
You love me.»
Shirley Bassey (1979).
quinta-feira, 17 de março de 2016
Incursões ao McDonald's
P – Ele (o seu filho) mudou a sua perspetiva de olhar o mundo?
R – Não. Ele veio confirmar tudo o que tenho vindo a dizer sobre as diferenças sexuais. A minha ex-companheira, que é a mãe biológica dele, concorda. Ele mostra-me como os homens e as mulheres são diferentes.
P – Em que sentido?
R – Por exemplo, ele gosta de tudo o que é mecânico. Adora saber como é que as coisas são feitas, construídas. Como funcionam as máquinas. Gosta de desconstruir tudo, todos os objetos, até uma caneta. Joga horas com os amigos àqueles jogos de construir e desconstruir edifícios. Não lhe ensinei nada. É tudo instintivo. Como o brincar com carros e com armas para destruir aquelas cidades inteiras.
(…)»
Camille Paglia, escritora norte-americana, professora universitária, feminista e lésbica em entrevista a Alexandra Carita, para a ‘E – A Revista do Expresso”, edição 2261, de 27 de Fevereiro de 2016, págs. 62 e 63.
Graciosa
Cada vez mais somos números
Francamente...
Sou Hipócrates!
“VIDA ASSISTIDA ATÉ À MORTE.”*
* In Expresso, Primeiro Caderno, de 5/3/2016, pág. 35.
WEEK SOUNDZZZzzz!
Nothing, very few people are able to imagine such a thing, to have nothing at all.
Well let us, you and I, try to imagine something a hundred times harder....
Not just to have nothing at all, but when there was nothing at all.»
quarta-feira, 9 de março de 2016
Estruturas e Subestruturas
Um País de Facções
Logo aqui se constatam as indisfarçáveis facções, a existência de partes onde devia existir unidade. Em Espanha, por exemplo, isso não acontece/eu.
Rewind
Todavia, não se podendo esquecer que, naquele mesmo hemiciclo, se encontrava o Rei de Espanha, descendente dos Reis de Leão, Castela e Aragão, etc, reinos bem mais antigos que Portugal e ali estava Filipe VI bem presente, bastante pretérito e muitíssimo futuro.
"Não está!"
A república é isto...muitas individualidades, pouco povo e pouca alegria. Ide ver Inglaterra, a vizinha Espanha, a longínqua Suécia, etc...ou mesmo nós até 1910.
Sem mais argumentos, aproveitaram o essencial das formalidades da Monarquia, designadamente da tomada de posse do Presidente resultou uma pálida imitação da Aclamação, mas faltando sempre o essencial, aquilo que a jornalista desta peça constata: o povo.
terça-feira, 8 de março de 2016
O Último e o Primeiro Dia
Contudo, o Presidente termina o seu mandato com o tão falado índice de popularidade em baixa, segundo alguns superior mesmo à percentagem que o elegeu.
Ora, sabendo a forma como a república foi imposta, alicerçada em estritos grupos de interesses oligárquicos, processualizada por um braço armado maçónico - A Carbonária (cuja bandeira terrorista deu forma à actual bandeira da república portuguesa), não posso deixar de trazer à colação, entre muitos outros exemplos, duas imagens que expressam a relação dos portugueses com a Monarquia e com os seus representantes, concretamente da cerimónia fúnebre da Rainha D. Amélia (mesmo passados 41 anos do seu brutal exílio) e, ainda, o baptizado do actual Príncipe da Beira, D. Afonso, em Braga, nos anos noventa.
Nestes contextos expontâneos, não é difícil, para ninguém, perceber que, nesta ambiência, pouco releva o contexto dos votos, da abstenção ou da popularidade, aliás como acontece em Inglaterra, Holanda, Suécia, etc, antes sente-se, com nítida clareza, a admiração, o respeito e, sobretudo, a consideração do povo àqueles que são realmente Portugal.
França
Gravelines e o FCP
O primeiro recrutou portugueses para a composição da Invencível Armada para tentar vencer a Batalha Naval de Gravelines, enquanto o segundo recrutou espanhóis para, com as devidas adaptações, tentar ganhar as competições em que o FCP estava envolvido.
Em suma: o resultado foi igual nos dois casos...um desastre.
Feia
Resposta: “Matou. Agora só com autorização prévia e assinatura reconhecida. Criminalizar é uma idiotice de gente feia, às vezes mesmo muito feia”.
Jaime Milheiro, um dos mais reconhecidos psicanalistas do País, em entrevista a Inês Maria Meneses para a ‘E - A Revista do Expresso’, edição 2257, de 30 de janeiro de 2016, pág. 105.
Opções
Pontos de Vista
Resposta: «Ter a sorte de chegar a casa dela e vê-la a procurar uma conta do terço castanho no chão castanho…encontrar a conta e consertar-lhe o terço.»
Ivo Canelas, actor, em entrevista a Inês Maria Meneses para a ‘E - A Revista do Expresso’, edição 2258, de 6 de Fevereiro de 2016, pág. 105.
Fonte
Mesmo Antes
João Pedro Tavares, presidente da ACEG
in VER
WEEK SOUNDZZZzzz!
Em português
Made in Portugal
Obviamente Ella, porque elas já não precisam de dias.
|
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Agora
Onde foram desencantar que ele era monárquico
Pessoas que ainda nos fazem acreditar em Portugal
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Categórico
Máxima de Kant.
Ondas gravitacionais
25
«Foi possível o 25 de Abril porque, no tempo de Salazar, havia dinheiro para o gasóleo das chaimites.
Hoje, um novo 25, talvez já não fosse possível.»
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Nothing
Dado objectivo
Inquérito
a) Austeridade de direita;
b) Austeridade de esquerda.
WEEK SOUNDZZZzzz!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Carol
Mundos diferentes
Cósmico
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Incomparável
Conclusões | Presidenciais | república
1. Oficial: a república vale pouco mais de 50% dos portugueses. A abstenção é como o algodão...não engana.
A começar
Gene Roddenberry, criador do Star Trek.
Descansados
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
A frase não é do ex-padre comunista
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Opções, grandeza e respeito
Efeito ardósia
"Um deles" vs Eles
Alan Rickman
Apenas uma consideração
Séries
Bolo
Bolas d'ouro
WEEK SOUNDZZZzzz!
domingo, 10 de janeiro de 2016
Fantochadas
"Um empirismo inconsequente"
É o que temos
D. Júlia Maria de Noronha
Coerências
Recuperações
Banalidades e falta de cultura de diferença ideológica
«Ser hoje de esquerda em Portugal é como ir ao McDonald's, todos vão, todos gostam, é mais fácil, ninguém resiste…mas faz mal».
Serviço e amparo
A Lei da moralidade
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Presidenciais 2016
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Aborrecimento
Saúde da economia global
Vida
D. Duarte de Meneses, Conde de Viana
Pet Boys (IV)
Neil Tennant | Chris Lowe (1987)
Pet Boys (III)
Pet Boys (II)
Pet Boys (I)
Neil Tennant | Chris Lowe
WEEK SOUNDZZZzzz!
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)



















