Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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quinta-feira, 7 de novembro de 2024

"Por ti, Portugal eu juro!"

Em junho escrevi isto, hoje sai este documentário que desconhecia.
A ver, indubitavelmente.
Porque razão os portugueses brancos foram resgatados da morte certa após o 25/4 e os portugueses negros não?
Eram estes que Marcelo devia indmizadar.
A verdade começa, devagar, a chegar.
Obrigado irmãos.
Nota - Um excelente trabalho dos jornalistas Diogo Cardoso e Sofia da Palma Rodrigues, mas também de rigor e, acima de tudo, de muita coragem. Pioneiros.


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sábado, 13 de fevereiro de 2021

TAP

A TAP foi concebida para dar lucro, dar lucro num Império irmão. Uma alegria para um miúdo como eu, na primeira metade dos 80s, era chegar ao aeroporto de Lisboa e ver estacionado um 747 da nossa companhia.

A TAP não foi concebida para uma descolonização escabrosa, negociada e gerida entre os amiguismos de esquerda ou de pseudo social democracias com a classe de estiva e que o lucro, esse, nunca era para existir.

O único que percebeu isso, a seguir ao golpe de 74, foi um senhor chamado Pedro Passos Coelho. O resto pouco interessa.


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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

#Protetora_de_Portugal

D. João IV prostrou-se diante Da Mulher.
Humildemente ofereceu-Lhe a Coroa Real Portuguesa, em sinal da devoção de Portugal e dos portugueses a Ela.
Esse ato único e genuíno de João de Bragança valeu a eternização do Reino e da Monarquia Divina que passou a interceder, proteger e representar Portugal, por intermédio da Santíssima Mulher e Senhora.


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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Até ele...


António Guterres.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2015

E eu que sempre pensei que eram só os portugueses…

VolksWagen, Audi, Skoda…enfim alemães…esses chicos espertos…

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Ruptura lógica

Uma boa forma de iniciar a reconciliação entre os portugueses e dar azo a uma proactiva inversão do rumo que Portugal anda a tomar, era abolir todos os feriados que colocaram portugueses contra portugueses e enaltecer aqueles que congregaram portugueses.

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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Hoje o único problema foi a luz

Por falar em luz, além de mais classe, de mais portugueses a jogar (8 sendo 7 da formação), o Sporting também diverge do SLB quando joga com árbitros estrangeiros, pois quando isso acontece normalmente ganha...quando são portugueses nem tanto. O SLB é precisamente o inverso.

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

"Rumble Fishes"

Os portugueses pós Monarquia lembram-me os peixes da espécie betta. Em aquário, ou seja, em espaço confinado, lutam uns com os outros. 
Curiosa e inversamente, fora de um aquário, em habitat amplo e até mais dificultado, são pacíficos inter partes.

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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Mais do que nunca!

Mais do que nunca este País precisava estar unido em torno de um objectivo comum, mas não está.

Mais do que nunca os portugueses deviam estar unidos em torno de um objectivo comum, mas não estão.

Mais do que nunca está em causa a causa pública portuguesa, mas não há resposta convincente da 'res pública'.

Mais do que nunca os partidos deviam estar unidos em prol dos compromissos e dos interesses de Portugal, mas não estão.

Mais do que nunca Portugal e os portugueses estão entregues, em destino, ao partidarismo, mas não há forma de evoluirmos para uma representação regimental não partidária.

Mais do que nunca se percebe que não estamos bem, mas muitos insistem em não querer ver isso.

Mais do que nunca se vislumbra, com nítida transparência, que a república não une os portugueses, conseguiu antes separá-los, mas insiste-se no seu formato regimental quando há provas clarividentes do seu falhanço.

Mais do que nunca se constata que Portugal não está respondendo em uníssono como era nosso apanágio no passado, mas no presente mantemo-nos republicanamente inertes.

Mais do que nunca se entende que a república não resolve a nossa situação, mas persistem em não querer mudá-la democraticamente.

Mais do nunca Portugal precisa da sua Monarquia de volta…mais do que nunca.

Mais do nunca precisamos do Referendo para recuperarmos Portugal…mais do que nunca.
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sábado, 1 de dezembro de 2012

Paz ao mundo!


A bandeira de D. João IV era lindíssima!
Ainda hoje seria uma excelente matriz de opção para ser a nossa bandeira.
O escudo de Portugal (mesmo que sem a Coroa Real Portuguesa) no centro de um fundo branco...como que evocando a Paz dos portugueses ao mundo!

Antes de haver Democracia, já ele era um democrata...quando colocou a Coroa dos seus antepassados e descendentes na cabeça da Nossa Mãe demonstrando que ela é quem mandava nos destinos efectivamente de todos os portugueses, sem distinção, incluindo-se a ele próprio como primeiro signatário.
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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)