Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

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sábado, 14 de outubro de 2017

"Porque sou Monárquico"

«Raio de cabeça, continuo a "meditar" noutras coisas: "A contribuição do povo português, como nação e organizado como estado, para o progresso da humanidade só foi possível devido à integração da monarquia histórica na vontade, cultura e maneira de ser de uma população, para mais acantonada num território de características ecológicas muito diversificadas que justificavam a vivência de comunidades autónomas, vincadamente individualizadas, mas ligadas por uma cultura e interessadas na construção de uma pátria comum. A sistemática destruição dos valores culturais e das estruturas morais, sociais e políticas da nação pelo iluminismo, racionalismo e positivismo conduziram à República.»

Gonçalo Ribeiro Telles

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domingo, 17 de setembro de 2017

In Memoriam

Uma vez disse ao próprio, em determinada rede social, numa altura em que ele ponderava abandonar a mesma, algo que gostou e que volto a reiterar: o João Mattos e Silva fazia parte do grupo dos bons do filme (da vida). Era isso que sinceramente achava e acho. Penso que o seu agrado emanou proporcionalmente à sinceridade que intuiu relativamente a quem a expressou.

Recordo em 2010, quando não nos conhecíamos sequer, ter sido ele que me entregou a Bandeira Real e uma camisa que fui comprar à Real Associação de Lisboa. É aquela mesma bandeira que está diariamente presente e aberta no meu escritório-biblioteca. Só por este facto, será impossível esquecer o João Mattos e Silva. 

Igualmente recordo, naquela aludida ocasião presencial, que foi de uma simpatia enorme comigo. Não me conhecia de parte alguma e foi de uma delicadeza ímpar, chegamos a trocar algumas ideias sobre os modelos de monarquia europeia.

Além disso, o João Mattos e Silva foi um dos leais amigos, desta rede social, que me apoiou sem reservas no movimento que criei em 2012 no portal do Governo acerca da Cidadania e da Monarquia.

Pelo exposto, só posso dizer que estou consternado com esta triste notícia, pois perdemos um grande monárquico, mas por outro lado Deus tem mais perto de si um fiel devoto e servidor. As minhas sinceras condolências à sua família e àqueles de quem gostava.

Pax Christi, caro João Mattos e Silva.


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sexta-feira, 23 de junho de 2017

Desabraçados

Não sei se alguns monárquicos se reveem nisto, mas tenho a sensação que, quando se é verdadeiramente monárquico, abraçamos de tal modo esta Causa que, por muitos e muitas vezes, somos paralelamente desabraçados.

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sábado, 27 de maio de 2017

sexta-feira, 17 de março de 2017

Espinafres

Macron é tão socialista, republicano e de esquerda como o Popeye não gostar de espinafres.

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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Hergé: Um Monárquico Convicto

«Muitos conhecem Georges Remi somente pelo génio da escrita e do desenho, que lançou ao Mundo a 10 de Janeiro de 1929, Tintim, o herói que o catapultou para o sucesso sem precedentes. Mas o que talvez não saibam é da sua luta e lealdade pelo Rei da Bélgica, Leopoldo III, e acima de tudo pela Monarquia.»


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domingo, 1 de maio de 2016

Amadeo de Souza-Cardoso

Referente ao artista maior do modernismo português.

"Amadeo cresce entre irmãos e primos (...). Esta prole familiar, sempre muito próxima, é fundadora dos valores que o acompanharão: (...) fidelidade à monarquia."

In "E - Revista do Expresso", de 9 de Abril de 2016, edição 2267, página 28.
 

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segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Onde foram desencantar que ele era monárquico

«Sou liberal porque entendo que o Estado se deve meter naquilo que é necessário, e o que é mais necessário são os fundamentos da República, entre os quais a redistribuição da riqueza.»

Rui Moreira, Presidente da Câmara do Porto, em entrevista ao Expresso, publicada na edição n.º 2256, da ‘E - A Revista do Expresso’, de 22 de Janeiro de 2016, pág. 60.

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Efeito ardósia

Para um monárquico ouvir falar do candidato (presidencial) "da direita" e "da esquerda", ou aquele que "vai angariar mais votos à direita ou à esquerda", faz-lhe tanta impressão como escorrer as unhas dos dedos da mão num quadro de ardósia.

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domingo, 18 de janeiro de 2015

Porquê ser monárquico?

É simples:

--> Guterres; Jaime Gama; Marcelo; Santana; Secretário Geral da ONU; Há um PR em mandato; Interesses; Lóbis; Eleições, custos e campanha; Cavaco; A mais de um ano de eleições; ONU ou Portugal; etc, etc.

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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Lido numa caixa de comentários em mural amigo:

"Um monárquico verdadeiro pode ter a origem mais humilde, mas tem sempre, face ao que defende, um coração nobre!"

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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Hoje:

«Não sei os outros, mas o povo é monárquico!»

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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Descendências em campo

Se fosse republicano ficava indignado pelo pai e filho Veloso terem ambos jogado na Selecção. Seria contra a ética republicana.

Como sou monárquico acho isso simpático, uma vez que não envolve política. Faz parte da minha ética...a família.

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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Resta saber se fará alguma coisa pela Causa...ou será mais um

Os efeitos de um monárquico no prestígio de um país são generalizadamente imediatos.
Um homem que pensa sempre livre, numa óptica de união pelo país e sem influência de PARTidos...tem outra amplitude e margem de progresso.
Imagine-se se mais verdadeiros monárquicos assumissem o controlo do País!?

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quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Sophia de Mello Breyner Andresen

Uma senhora que amava Portugal, defendendo, sem vacilar um milímetro, a libertação plena da sua democracia por via da melhor forma hodierna de potenciação: uma Monarquia Constitucional.

94.º aniversário de Sophia de Mello Breyner Andresen (6 Novembro 1919—2004)


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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Autodestruição

Estou cada vez mais convicto que a própria república/regime faz mais pelo seu terminus do que qualquer monárquico!

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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

PORTOgal

"Pela primeira vez, o partido que venceu na cidade foi o Porto"


Já se começa a poder dizer isto com alguma propriedade:

A Invicta começa a criar uma (verdadeira) elite que demonstra maior garantia para poder trazer este País a bom Porto...de forma produtiva, empreendedora, sabendo do seu passado e sobretudo INDEPENDENTE!

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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)