Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

WEEK SOUNDZZZzzz!


Existem coisas boas, muito boas, excelentes e existe isto:



Tenho este single, comprado no respectivo ano com poupanças. Considero-o pioneiro em matéria de construção musical com samplers.
O vídeo trata duplamente o problema do Vietname, dos jovens que com 19 anos iam para a guerra e, por outro lado, de um regime que não os soube receber.




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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Georg Friedrich Händel . "Zadok The Priest" (1727)

Handel's famous coronation anthem, Zadok the Priest. It is so popular that it has been performed at every coronation of a king or queen ever since it was composed (the coronation of George II of Great Britain in 1727).

Holland Boys Choir conduzidos por Sir David Willcocks. 
Pintura:"Hannah Giving Her Son Samuel to the Priest", por Jan Victors. 

«I. Zadok the Priest, and Nathan the Prophet, anointed Solomon King. And all people rejoic'd, and said: God save the King, long live the King, may the King live forever! Amen, Alleluia (after Kings 1 : 39 - 40) 

II. My heart is inditing of a good matter; I speak of the things which I have made unto the King. Kings' daughters were among the honourable women. Upon thy right hand did stand the Queen in vesture of gold, and the King shall have pleasure in thy beauty. Kings shall be thy nursing fathers and Queens thy nursing mothers (after Psalm 45 : 1, 10, 12; Isiah 49 : 23)»


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Georg Friedrich Händel . "Music for the Coronation of King George II" (1727)

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domingo, 27 de fevereiro de 2011

George Friedrich Handel . "Cara Sposa" (1711)

in "Farinelli Il Castrato" (1994)
Esta nem preciso desenhar para quem vai...
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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O Manifesto da realidade

Essa ideia colectiva de passado de que, quando tínhamos reis, era tudo fantástico, épocas em que os portugueses eram os maiores e melhores do mundo, em que foram Descobertas, ouro, diamantes, dinheiro, riqueza, prosperidade, avanço e progresso em direitos do homem, na verdade não foram lendas maravilhosas de príncipes e princesas. Foram factos! Existiu mesmo meus caros!

Na Noruega, na Austrália, na Nova Zelândia, no Liechtenstein, na Holanda, no Canadá, na Suécia, no Japão, na Bélgica, na Dinamarca, na Espanha, na Inglaterra, etc, ainda é assim. Estão todos mais prósperos presentemente que nós.

Hoje com a república estamos mal, nunca mais fomos os mesmos, pior…esquecemo-nos de quem fomos. Estamos a perder literalmente tudo o que construímos até 5-10-1910. Hoje residimos em novas trevas de pessimismo e descrença no futuro.

Digo-vos, contudo, que ainda é possível encarreirar no melhor trilho, aquele que nos caracterizava como portugueses positivos, abertos e prósperos. A verdadeira democracia é a chave: INFORMAÇÃO –» CONHECIMENTO –» REFERENDO –» VOTAÇÃO –» RESTAURAÇÃO!
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domingo, 4 de abril de 2010

«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)