sábado, 27 de maio de 2017
Quando a partícula "rei" chega ao Presidente
sexta-feira, 17 de março de 2017
Administração Pública, pós 25 de abril, em 4 pinceladas rápidas
sexta-feira, 6 de janeiro de 2017
Desnecessidades
terça-feira, 8 de março de 2016
O Último e o Primeiro Dia
Contudo, o Presidente termina o seu mandato com o tão falado índice de popularidade em baixa, segundo alguns superior mesmo à percentagem que o elegeu.
Ora, sabendo a forma como a república foi imposta, alicerçada em estritos grupos de interesses oligárquicos, processualizada por um braço armado maçónico - A Carbonária (cuja bandeira terrorista deu forma à actual bandeira da república portuguesa), não posso deixar de trazer à colação, entre muitos outros exemplos, duas imagens que expressam a relação dos portugueses com a Monarquia e com os seus representantes, concretamente da cerimónia fúnebre da Rainha D. Amélia (mesmo passados 41 anos do seu brutal exílio) e, ainda, o baptizado do actual Príncipe da Beira, D. Afonso, em Braga, nos anos noventa.
Nestes contextos expontâneos, não é difícil, para ninguém, perceber que, nesta ambiência, pouco releva o contexto dos votos, da abstenção ou da popularidade, aliás como acontece em Inglaterra, Holanda, Suécia, etc, antes sente-se, com nítida clareza, a admiração, o respeito e, sobretudo, a consideração do povo àqueles que são realmente Portugal.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Descansados
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
A frase não é do ex-padre comunista
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Repensar
domingo, 16 de agosto de 2015
Corte nos salários dos trabalhadores públicos?
sexta-feira, 26 de junho de 2015
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Para memória futura
sexta-feira, 3 de abril de 2015
No meio está a virtude
domingo, 15 de março de 2015
Factos
terça-feira, 10 de junho de 2014
10 de Junho | “Respeito por Portugal!”
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
(Des)União Nacional
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
A trois
quinta-feira, 11 de julho de 2013
"Salvação Nacional"
quinta-feira, 4 de julho de 2013
O Fungágá da Bicharada
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Isto tem de acabar e depressa!
quarta-feira, 12 de junho de 2013
"Cavaco soma e segue"
«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)
«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)
Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)
Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)
«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)
«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)
«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)
«Pergunta: Queres ser rei?
Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)
Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)
«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)
«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)
«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)