Este é um microcosmo apartidário embora ideológico, pois «nenhuma escrita é ideologicamente neutra*»

*Roland Bartes

Intros: 1 2

sábado, 22 de junho de 2024

(in)Justiça de longa data

A propósito de processos longos, em que a verdade nunca se sabe e, sobretudo, os criminosos saem impunes...neste caso, quiçá, alguns jazem pomposamente no Panteão.
Atual.

Imagem/artigo - Sol.


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Visita Guiada

Pensem no estado a que chegamos com a república. Pensem nos acontecimentos após a implantação da república jacobina em 1910 e, também, nos dias de hoje.
Queremos continuar com os Marcelos e tantos outros líderes partidários que chegaram a chefe de Estado...? Ou queremos mudar para a dignidade e para o prestígio novamente? Eu quero Monarquia.

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Da não possibilidade de mudar um PR

Em Monarquia, na primeira Dinastia, D. Sancho II foi substituído por D. Afonso III. Na quarta Dinastia D. Afonso VI foi substituído por D. Pedro II. Além deste mecanismo legal que já datava da Idade Média, acresce o da figura jurídica da Regência, concretamente em casos de menoridade do futuro Rei ou Rainha ou, ainda, por incapacidade de saúde como foi o caso de D. Maria I, cuja Regência do Reino foi assumida pelo príncipe herdeiro D. João, futuro D. João VI.
Na Constituição em Monarquia era igualmente possível o Rei perder o reinado em caso de atentar contra território português.
Presentemente, com tanta democracia, com tanto alegado progresso, com tanta alegada liberdade, além de nunca ter havido sequer uma mulher Chefe de Estado, como nos livramos de um Presidente que não esteja em condições para presidir aos nossos destinos? Como se faz isso com a mesma imediatez que se fazia no tempo dos nossos reis?
Os únicos Presidentes da História que saíram antes do tempo ou pediram para sair ou sairam por assassinato como foi o caso de Sidónio Pais.
Em suma, democracia e República mas estamos presos.


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Ouvido de um ancião

"Admito que bastantes republicanos gostem sinceramente de Portugal.
Ser monárquico é, porém, gostar muito"

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Odor a I república

À excepção dos tiros que zuniam pelas ruas de Lisboa e de outras partes do País, factos que levaram, à data, a uma natural e bem acolhida II república, convenhamos...presentemente já paira novamente um odor a I república.

Imagem - Reprodução da 'Noite Sangrenta'.


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Contra Camões, contra Portugal

O que Marcelo afirmou atenta contra Camões e a sua obra.
Em suma, aquilo que somos.


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Indemnizações!? Sim, mas para quem merece

Recentemente tive uma interessante conversa com um senhor de amplo conhecimento, já sexagenário, nascido em Angola, filho de uma terceira geração de portugueses daquele então território nacional. Angola, como se sabe, foi um território redesenhado e, assim, designado no início do século XX, após a cimeira que fechou o (injusto) Mapa Cor de Rosa, do qual resultou uma flamejante mistura de ancestrais tribos africanas, algumas delas com ódio de morte umas contra as outras e cujos portugueses eram, há seculos, os garantes da paz. Por outras palavras, e por Direito, os territórios seculares africanos, bem como aquilo que depois se veio a definir como Angola, eram Portugal, eram juridicamente de Portugal.
Da aludida conversa, da qual muitos factos foram aflorados e constatados na primeira pessoa pelo próprio, dizia o senhor que a haver indemnizados pelo Estado Português, deveriam ser os militares portugueses que defenderam os territórios em Angola das chacinas operadas naquelas terras pelos terroristas de origem comunista, militares esses que foram deixados lá, após a Revolução de Abril em Lisboa, e cujo o critério empregue para essa seleção terá sido, unicamente, aquilo que os diferenciava dos demais portugueses, ou seja, a cor da sua pele. Escusado será sublinhar que esses portugueses foram os primeiros a serem deixados ao extermínio dos revoltosos. Porque razão esses patriotas não vireram para o Portugal sito na Europa tal como os seus compatriotas que tinham cor branca? Como pôde o atual regime permitir tal coisa? Não apenas foi efetuada uma escabrosa descolonização, onde milhares de africanos brancos perderam, de um dia para o outro, tudo o que tinham construído na vida (...já agora para esses também não haveria direito a indemnização...?), os ditos retornados, como, pior, os seus irmãos nacionais cuja pele não fosse branca foram deixados, bem como as suas famílias, à mercê daqueles terroristas sanguinários que destruiram tudo de bom que a Nação portuguesa tinha lá edificado, bem como ainda continuaram em disputas de poder que custaram as vidas de milhares de africanos após 1974 até recentemente.
Os 'wokistas' que não se preocupem com alegados artefactos a serem devolvidos ou a indemnizar quem atacou os seus compatriotas numa lógica de guerra civil, preocupem-se antes e somente com aqueles que, acima descritos, sejam brancos ou negros, mas irmãos, foram espezinhados e até mortos por terroristas inqualificáveis.



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Indemnizações

Que tal sermos indemnizados pelos italianos (Romanos), pelos germânicos (Visigodos) e pelos ricaços países árabes (Muçulmanos)?
Às tantas ainda cobria a alegada dívida suscitada pelo Presidente Marcelo ante o Brasil, Brasil que nem existia como território juridicamente circunscrito antes de lá chegarmos.

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P.e Mário Rui

O tempo deu razão ao senhor padre Mário Rui que foi vítima, literalmente, de uma cabala inqualificável (ver notícia do Sol). Como o padre Mário Rui muitos outros padres, representantes da verdadeira Igreja, podem ter sido vítimas deste tipo de ataques infames.
Os oportunistas que tentaram denegrir o padre Mário Rui tiveram azar quando o defeniram como um alvo, pois não sabiam com quem se estavam a meter. O padre Mário Rui é um homem coberto de Deus. Com ele há resposta, com ele as portas de Pedro não tombam, pois ele protege-as contra todos os males, encontrando-se, na minha convicta opinião, o maior deles todos situado, mais que fora de portas, dentro do próprio Vaticano.
Que Deus tenha sempre na Sua Santa Guarda o padre Mário Rui, dos já escassos padres com quem podemos contar, um padre a sério e sério, de boa formação e um defensor da (verdadeira) fé Católica.

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O Neoliberalismo fatal

"O neoliberalismo leva à guerra. A guerra leva ao fascismo. Hoje, mais do que antes, é tempo de o impedirmos."

Emanuel Loff, Historiador, in Público 12/06/2024.

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In memoriam
Francoise Hardy (1944-2024), uma das melhores cantoras da História da Música francesa contemporânea. Deixará muitas saudades.
"Comment te dire adieu" (1968)


Em português

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quinta-feira, 25 de abril de 2024

Feriados de uns contra os outros

Quando Portugal tem datas que nos unem, tais como o 1 de dezembro 1640 ou o 5 de outubro de 1143, quando noutros paises, como os EUA, o Reino Unido e muitos outros, assim o fazem, contrariamente o atual regime português opta por datas como o 25 de abril de 1974 ou o 5 de outubro de 1910 que colocaram portugueses contra portugueses, que geram fridas, segregações e desuniões irremediáveis. Porquê!? Porquê!? Note-se que a segregação é de tal modo multifacetada que, até no que se refere ao 25 de abril, há quem tenha uma tendência pró estalinista que vai de 25/4/1974 a 25/11/1975 e outros que vai desta última data adiante. Tais celebrações de datas, nem o Estado Novo o fez, nem mesmo relativamente ao seu equivalente o 28 de maio de 1926.
Sempre fui e serei contra essa lógica, mas sérias mudanças, com verdadeira pluralidade e equilíbrio de forças ideológicas, só noutro cenário regimental. Neste já não é possível, muito menos com esta Constituição.
Posso concluir que hoje, e passados 50 anos, já se verificam alguns progressos e diferenças. Resta, pois, a esperança num País melhor.


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domingo, 18 de fevereiro de 2024

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

In Memoriam - Dr. Rui Manuel de Medeiros d'Espinay Patrício

Um homem de convicções, patriótico, honesto e leal.
Apesar de Ministro de Caetano, diria que foi mais Salazarista do que Marcellista e, por isso, quiçá, menos próximo do fascismo.
O seu discurso de tomada de posse a partir do minuto 5'55" https://arquivos.rtp.pt/.../tomada-de-posse-de-rui-patricio/
Já não temos este nível de político em Portugal.

Foto - Rui Patrício com Henry Kissinger em 1973

Arquivo A Capital/Impresa


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sábado, 20 de janeiro de 2024

Tolkien

Um filme muito interessante de 2019, realizado por Dome Karukoski, com a banda sonora conduzida superiormente por Thomas Newman.

John Ronald Reuel Tolkien, conhecido internacionalmente por J. R. R. Tolkien, nasceu a 3/1/1892, em África do Sul, quando seu pai, bancário britânico, estava deslocado por motivos profissionais.

Tolkien era efetivamente um génio na verdadeira condição da palavra. Contudo, e apesar dessa realidade, não teve uma vida fácil. Desde muito novo, com o seu único irmão, ficou órfão, sendo a perda da mãe especialmente dura, pois ainda conviveu algum tempo com ela, tendo esta sido uma forte influência na sua obra e espiritualidade. Acresce, no conjunto das dificuldades, que ele era um rapaz convictamente católico num contexto duramente protestante. Valeu-lhe o padre Francis Xavier Morgan, amigo de seus pais, ter jurado que tornaria possível a continuação dos estudos dos dois irmãos nas melhores instituições de ensino de Inglaterra. E assim foi. Tolkien licenciou-se, doutorou-se e tornou-se professor na Universidade de Oxford. Como tenente, esteve ao serviço do Império Britânico na I Grande Guerra e casou-se com a mulher que sempre amou e com quem teve quatro filhos. Apenas se separaram quando a morte dela assim o ditou, no início dos anos 70 do século XX. Ela foi a sua musa para inúmeras personagens femininas da sua obra, tendo escrito para ela, em élfico, na pedra tumular do casal, uma dedicatória em que refere que (ele) um simples mortal tinha ganho o amor de uma princesa élfica.

Sendo Tolkien um fervoroso católico, em grande parte devido à inspiração que a vida de sua mãe foi para ele, sempre se revelou, coerentemente, um homem educado, tranquilo, pacífico embora corajoso, apaixonado, convicto e leal. Muitos procuram na sua obra, para a qual edificou uma nova língua, a élfica, absolutamente estruturada gramaticalmente, uma descodificação da Bíblia por via de uma variante ligada à arte, ao belo, ao imaginário fantástico muito próprio do autor, mas também para as explicações do mal que ele imprimia de uma forma clara e vincada, que, segundo alguns, poderão ter tido origem na experiência que teve na I Guerra e nas respetivas trincheiras.



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Emily

Recentemente pude, finalmente, ver este filme que há muito estava sinalizado. O mesmo reporta-se a uma interpretação sobre a vida de Emily Brontë, autora da obra "O Monte dos Vendavais".

Num bom registo cinematográfico por parte da realizadora Frances O'Connor, fica um trabalho coerente, esteticamente bem conseguido, com uma cinematografia refinada, já sem descurar da boa banda sonora de Abel Korzeniowski.

No meu entendimento sobressai a vida de uma rapariga que sendo genial, apesar de confinada a um meio quase rural, e apesar dele nunca ter saído, não deixou de se expandir. Vem, pois, assim contrariar em muito o centralismo metropolitano e elitista, embora essencialmente bacoco em muitos dos casos, de que pode vir bastante das margens, margens civilizacionais essas que muitas vezes são desprestigiadas mas que ainda vão sendo o sustentáculo cultural de enumeras nações. Além disso, esta película relata também as fases do amadurecimento de uma mulher, mulher essa que, com uma mente brilhante e acima dos seus próximos, nunca atingiu o ponto de soberba e antes procurava objetivos singelos como agradar ao pai que ficou viuvo cedo. Uma mulher que no início era irreverente e sentia-se diferente, mas que acabaria por ser estruturalmente fiel às mais puras e tradicionais das condutas: amar e ser amada por um homem, casar, ter filhos e ficar assim realizada. Porém, e quando muitos e muitas nada disso querem e até desperdiçam, a Emily Brontë, infelizmente, não lhe foi permitido.

Por fim, um não menos justo elogio à interpretação da personagem principal, Emily, por Emma Mackey. Tem via aberta à sua frente como atriz.

Abel Korzeniowski . "No Coward Soul Is Mine" (2022)
Original Motion Picture.



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"Perderam fiéis"

Até a Cherie Blair, mulher de Tony Blair, católica, percebeu (nem que seja pela personagem). A finalidade dela está obviamente errada, mas a parte objetiva e conclusiva está toda lá, absolutamente certa.

Eu, por outro lado, sou, como não poderia deixar de ser, lealmente da "velha guarda" como ela própria define. Como era dantes e sempre foi, existia maior proximidade à Semente do Bem, estavamos conectados a Ela. Agora, e desde 1958, está tudo entregue (https://expresso.pt/.../2023-12-18-Papa-Francisco...).


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sábado, 2 de dezembro de 2023

A inexplicável perceção

Se constatarmos, à parte, o mundo animal, o facto de nós humanos termos, inexplicavelmente, percepcionado, ao longo de milénios, uma noção de Deus, significa objetivamente uma coisa: Ele existe.

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D. Antónia Rodrigues, cavaleira de várias honrarias


Já no século XIV demonstrava que através da sua determinação, da sua coragem e do respeito que angariava dos outros era alguém acima do género, alguém que quebrava essas barreiras hodiernamente tão em voga mas tão redutoras. Era uma pessoa grandiosa.

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A república e o republicanismo no seu estado puro


"Não vejo com bons olhos que o cargo de Presidente da República seja ocupado por um militar".

Alexandra Leitão, deputada da Assembleia da República.

Fonte - Observador, 13/10/2023
Foto - Rui Gaudêncio (Público)

Tudo aquilo que fuja ao domínio dos PARTidos, dos lóbis, das forças ocultas do Liberalismo, e que seja favorável à independência, ao equilíbrio efetivo de poderes, à neutralidade ideológica...é para abater.
Hoje, depois de 113 anos, fica claro, para quaquer pessoa, porque o Rei de Portugal teve de cair...

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domingo, 15 de outubro de 2023

Niilismo

"Vejo muito niilismo na esquerda, se não mesmo um niilismo absoluto. E sou de esquerda."

Eleanor Catton, escritora neozelandesa.


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sábado, 2 de setembro de 2023

Europa, Regulamentos, Burocracia e Decadência

"A Europa criou uma tal quantidade de regulamentos que agora está encurralada".

Alejandro Aravena, arquiteto chileno, prémio Pritzker (2016).

Este é um tema que várias vezes aflorei em artigos e crónicas. A Europa está a desacelerar vertiginosamente em relação a potências como a China e os EUA, porquanto Bruxelas, controlada por Berlim, só gera, há decadas, burocratas que apenas sabem multiplicar regulamentação e que da vida real sabem muito pouco. Um europeu está, cada vez mais, submergido em regras, regras e mais regras, imensas vezes redundantes e até duplicadas (ex. a recente legislação das denúncias, a legislação de saúde no trabalho, etc, etc) tudo focado em canalizar milhões de euros para determinados lóbis que controlam este regime democrático débil e frágil hoje mais apropriado designar por regime burocrático em que já se respira pouca liberdade.


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"O Lado Negro das Energias Verdes"


Sou ecologista, não embarco neste pesadelo que nos pode custar caríssimo.


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Na mouche

O Portugal percepcionado por Natália no pós 25 de Abril e tal como é hoje de facto:

"(...) se buscou por todos os meios 'a saída do lerdo labirinto', depois do processo democrático (...) só viu por aí uma gente 'lambuzada de revolucionarite' que 'se prestou a ser esponja de todo o desvairo de extremismos, cujo reflexo teria de dar na paranoia deste liberalismo de Chicago boys' ”.

Diogo Vaz Pinto citando Natália Correia.


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Democracia fatal

Onde diz Natália, poderia também dizer Portugal com toda a objetividade e naturalidade

Sobre Natália Correia:

"(...), Natália foi uma vítima do obscurantismo soez dos ominosos tempos da ditadura, mas, ironia suprema, a democracia foi-lhe fatal.”

Jorge de Sena

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Deus por Natália

“E eu/ Que troco o nome de todas as coisas/ Porque as coisas que têm um nome/ Estão afogadas na sua imagem mais finita/ E perceber o erro da evidência/ É descobrir que Deus é Deus/ Porque recusa uma aparência?”

Natália Correia, escritora e poetisa (1923-1993)

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domingo, 6 de agosto de 2023

Pio XII e Portugal

"Como é possível que vós, embora sendo poucos, tenham feito tanto na santa cristandade? Onde Portugal encontrou forças para acolher tantos territórios da África e da Ásia sob o seu domínio, e estendê-lo até às mais distantes terras americanas? Onde, senão naquela ardente fé do povo português, cantada pelo seu maior poeta, e na sabedoria cristã dos seus governantes, que fizeram de Portugal um dócil e precioso instrumento nas mãos da Providência, para a realização de obras tão grandiosas e benéficas?"

Papa Pio XII in encíclica «Saeculo Exeunte Octavo», 13 de Junho de 1940.

Para muitos católicos o último Papa, sendo que, desde 1958, e segundo essa posição cada vez mais forte, o lugar de Pedro está, desde daquela predita data, sede vacante.





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sábado, 8 de julho de 2023

In Momoriam - José Mattoso

«O topo da inteligência é alcançar a humildade.»
Textos Judaicos

Faleceu José Mattoso.

Sempre entendi, sem descurar das respetivas correntes historiográficas, e das suas inevitáveis ideologias, em alguns casos, contaminadoras, que o essencial neste âmbito é muito simples concetualmente quanto ao seu fim, embora dificílimo do prisma prático: transmitir o entusiasmo e a importância do passado às gerações vindouras, para que estas possam melhorar o futuro.

Neste contexto, e tal como o Prof. Doutor José Hermano Saraiva tinha aquela invulgar capacidade de chegar ao essencial pelo seu dom da palavra, Mattoso, por sua vez, conseguia igualmente alcançar o difícil essencial pelo imaculado rigor técnico e pela forma apelativa que incutia na sua escrita.

Com a morte de Mattoso, Portugal ficou mais pobre, pois perdeu um apaixonado amante da nossa grandiosa e epopeica História, sempre sólido nos seus conceitos e afirmações porquanto nunca despia a armadura da (verdadeira) humildade.

Por fim, deixo este texto extraído da página do meu prezado amigo Miguel Villas-Boas:

"Faleceu o historiador Professor Doutor JOSÉ MATTOSO (Leiria, Leiria, 22 de Janeiro de 1933 - 08/07/2023).

Antigo monge beneditino (durante 20 anos foi monge da Ordem de São Bento, vivendo na Abadia de Singeverga, em Portugal, e em Lovaina, na Bélgica, usando o nome de Frei José de Santa Escolástica Mattoso). Licenciado em História, na Faculdade de Letras da Universidade Católica de Lovaina, e Doutorado em História Medieval, pela mesma universidade, com a tese Le Monachisme ibérique et Cluny: les monastères du diocèse de Porto de l'an mille à 1200, só em 1970 retornou à vida laica, iniciando uma carreira académica, especializado na história das ordens religiosas e da aristocracia nos séculos X a XIII, destacando-se as suas obras 'Ricos-Homens, Infanções e Cavaleiros', 'Fragmentos de Uma Composição Medieval', 'O reino dos mortos na Idade Média', e 'Ensaio sobre as Origens de Portugal (1096-1325) (vol. I - Oposição; vol. II - Composição)', sucessivamente premiada com o Prémio de História Medieval Alfredo Pimenta e o Prémio Ensaio do P.E.N. Clube Português. José Mattoso foi o autor de uma obra vasta, em que se incluem livros como 'Identificação de um País' 3 a colectânea 'História de Portugal', edição de oito volumes (1993-1995), que vendeu mais de um milhão de volumes. A par do trabalho como investigador, no Centro de Estudos Históricos do Instituto de Alta Cultura, e como professor, na Universidade de Lisboa e na Universidade Nova, exerceu as funções de presidente do Instituto Português de Arquivos, de 1988 a 1990, e de diretor da Torre do Tombo, entre 1996 e 1998."



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Líder

“Um líder é alguém que nos inspira a ser o que sabemos que podemos ser.”

Ralph Waldo Emerson, poeta e filósofo.

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A Verdadeira Igreja e o Vaticano II

Se o Partido Comunista soviético dominava a pequena seita que é aludida no sórdido e macabro relato do Sol, imaginem o que o mesmo PC investiu no Vaticano (II) para chegarmos ao que chegamos hoje...

Bella Dodd, ex-comunista, convertida, todavia, explicou tudo numa Comissão Pública de Inquérito nos EUA e, também, por outros testemunhos diretos e de terceiros.

O conclave de 1958 e o que se passou com o Cardeal Siri em relação a Roncalli, explica o resto...

Ver a propósito de Dodd:


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Não dizer a verdade

"Não há nada mais espantoso do que a eloquência de um homem que não diz a verdade."

Thomaz Carlyle (1795-1881), historiador.

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domingo, 18 de junho de 2023

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In memoriam
Tina Turner (1939-2023)


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Aktion T4 e os Socialismos

Eutanásia? Não obrigado.

Sabemos o tipo de pessoas que criaram leis destas, como começou e, sobretudo, o que queriam...e não era racial...

Os nacional-socialistas consideravam legalmente a morte para pessoas: "incuravelmente doentes, através de exame médico crítico".

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sábado, 6 de maio de 2023

O Rei de Portugal

“O olhar fito do Rei a si conduz
Os olhares fitados e vizinhos.
O Rei fala, e um seu gesto tudo prende,
O som da Sua voz tudo transmuda.
E a Sua viva Majestade esplende.”

- Fernando Pessoa, 31/7/1935


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Au point

"Um período revolucionário é sempre uma ditadura de inferiores.
A situação de Portugal, proclamada a República, é a de uma multidão amorfa de pobres-diabos, governados por uma minoria violenta de malandros e de comilões. O constitucionalismo republicano, para o descrever com brandura, foi uma orgia lenta de bandidos estúpidos."

Fernando Pessoa | "Da República" (1910-1935)


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Para um monárquico...

...o Rei não é do povo, é o povo. O Rei não representa o País, ele é o País.
O Rei não é eleito, não precisa de votos, não é de partes, o Rei é de todos, por todos e para todos. O Rei...aquela simbiose milenar com os portugueses.


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Um bocadinho de História

"Haile Selassie, o último imperador da Etiópia, com as vestes de coroação. A Etiópia foi um dos primeiros reinos cristãos e que os seus soberanos, segundo a tradição, descendem do Rei Salomão. A Etiópia é a herdeira direta do antigo Reino de Axum. Este reino durou centenas de anos e com a conversão do Rei Ezana, em 320 d.C, oficialmente tornou se uma nação cristã.

A origem, contudo, da linhagem dinástica etíope encontra-se em Menelik I, o filho da Rainha de Sabá com o Rei de Israel.

A monarquia cristã governou a Etiópia com a assistência espiritual da Igreja Etíope, até ser deposta em 1974 por um golpe de Estado que levou o país ao completo caos presente até os dias de hoje. (...)"



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Euroburocracia

União Europeia = Burocracia
Burocracia = Atraso / Desaceleração


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quinta-feira, 13 de abril de 2023

"O Pesadelo dos Ditadores"

Desde da passada terça-feira que sigo uma interessante série documental na RTP 1 denominada: "O Pesadelo dos Ditadores".
Ressalve-se que os ditadores visados não são os "fofinhos" como Salazar, são sim os da linha duríssima tais como: Hitler, Mussolini ou Franco.
Agora advinhem o que pode ser ainda pior que eles, sendo mesmo o (verdadeiro) pesadelo daqueles autocratas?


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terça-feira, 4 de abril de 2023

A Finlândia foi hoje, mas...

A Aliança Atlântica foi criada em 1949 pelo Tratado do Atlântico Norte, também conhecido por Tratado de Washington, sendo uma aliança política e militar que tem por objetivo central a salvaguarda da liberdade e da segurança dos seus membros.

PORTUGAL, sob égide de um regime abooominável, booo booo, integrou o grupo de 12 membros fundadores da Aliança Atlântica, a par da Bélgica, Canadá, Dinamarca, França, Países Baixos, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Reino Unido e Estados Unidos da América.
Alem disso...

"O DN publicou a 21 de Abril de 1940 um "bem haja" da Finlândia aos portugueses. Enviada pelo representante em Lisboa desse país nórdico, a nota diplomática agradece a Portugal a ajuda, tanto em víveres como em agasalhos, durante a guerra russo-finlandesa do Inverno de 1940-1941. "Nunca poderá o povo finlandês esquecer a nobreza de tal atitude", podia ler-se no pequeno texto publicado no nosso jornal há mais de 70 anos." Novamente, um PORTUGAL, sob égide de um regime abooominável, booo booo.




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sábado, 11 de março de 2023

Ave errante

"(...)
Eu sou essa ave errante
Que há de andar sempre distante 
Se me quiseres acompanhar 
Basta acreditar que podes voar
(...)"

Maria Leon, 1994.

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Encargos...

"Os direitos que concedemos a uns são sempre encargos para outros."

Prof. Olavo de Carvalho

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No tempo das duas cabeças

Pseudo religiões como a Anglicana (e os sismas), mas sobretudo o mais grave a partir de 1958, com o Vaticano II, ou seja, a banalização da coexistência de dois papas, papas com dois nomes, a separação do poder do Papa, nomeadamente, na Comissão de Leigos, etc.

O problema não é novo, mas agora está descontrolado, pois já não temos Pedro nem Paulo:

LEITURA II - 1 Cor 1,10-13.17

"Leitura da Primeira Epístola do apóstolo São Paulo aos Coríntios
Irmãos:

Rogo-vos, pelo nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma linguagem e que não haja divisões entre vós, permanecendo bem unidos, no mesmo pensar e no mesmo agir.

Eu soube, meus irmãos, pela gente de Cloé, que há divisões entre vós, que há entre vós quem diga:

«Eu sou de Paulo», «eu de Apolo», «eu de Pedro», «eu de Cristo».

Estará Cristo dividido?

Porventura Paulo foi crucificado por vós?

Foi em nome de Paulo que recebestes o Baptismo?

Na verdade, Cristo não me enviou para baptizar, mas para anunciar o Evangelho; não, porém, com sabedoria de palavras, a fim de não desvirtuar a cruz de Cristo."



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domingo, 26 de fevereiro de 2023

No salmo de hoje

"(...)
Criai em mim, ó Deus, um coração puro 
e fazei nascer dentro de mim um espírito firme.
Não queirais repelir-me da vossa presença 
e não retireis de mim o vosso espírito de santidade.
(...)"

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sábado, 28 de janeiro de 2023

São Tomás

Em dia de São Tomás de Aquino (considerado dos maiores jurisconsultos em Direito Canónico e dos mais sábios dos Santos):

"⁠A verdade exclui toda a falsidade e dissipa as dúvidas"
Santo Tomás de Aquino

"Quem diz verdades perde amizades."
São Tomás de Aquino


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sábado, 7 de janeiro de 2023

Perante a pergunta se é religioso:

"Se há uma coisa que não existe de todo é qualquer prova da inexistência de Deus.
(...)
Não ser religioso é uma religião muito estúpida"
Maestro António Victorino d'Almeida.
In 'Primeira Pessoa', RTP, 12/12/2022.


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domingo, 4 de dezembro de 2022

Carlos já não cantou desta vez

Toda a sua a vida cantou para a sua mãe.
Naquele dia triste para ele, por ser a última despedida de sua mãe e, simultaneamente, herdando toda a responsabilidade nos seus ombros pelo reinado que terá, fácil é concluir que foram momentos de emoções díspares e difíceis de aglutinar. Mas, apesar da óbvia e natural dificuldade, soube estar à altura.
De facto, o cerimonial, e por mais que os simplistas queiram desmontar e desvalorizá-lo, é uma evidência de rigor, de união, até de métrica protocolar e, sobretudo, de legado para lembrar o serviço do Rei: proteger e defender o povo, a sua cultura e costumes ancestrais.
"God Save The King!"


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Rei é Rei

Inflação emanada dos nossos incapazes e burocratas gestores europeus/comunitários? Resta-nos o costume: fazer sacrifícios. O Rei diz como é.

Apesar dos atuais sistemas cercarem, flanquearem e até impedirem um monarca de exercer o seu poder com base numa apurada preparação e formação de anos, Carlos III mostra-os como, emergindo, pode ainda ser Rei com o pouco que dispõe para o efeito.

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Viv'á D.Amélia

Um interessante e muito antigo canto popular, pós implantação da república:

"Ó Laurentina
Laranj'amarela
Fora co'a república
Viv'á D.Amélia"


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Literatura feminina?!

Tão deliciosamente observado.
Em tanta insensatez, alguma sensatez.


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Fealdade

"Para cada Monarquia derrubada o céu torna-se menos brilhante, porque perde uma estrela. Uma república é a fealdade à solta."

- Anatole France, Prémio Nobel da Literatura em 1921


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PCP? 100 anos? Ou anos 70?

Em pleno século XXI, depois de ver o seu Congresso e quem o Comité Central elegeu, como é que um partido destes tem legitimidade democrática para estar legalizado?
Pior...o problema é o Chega!, sem antecedentes Estalinistas, nem a um KGB que um dia ainda se vai saber quantos portugueses matou na II república. Ainda muitos ficarão pasmados com esses números que deverão fazer da PIDE um bando de gatos mansos.


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Para nos salvar

O Cristianismo é unica religião da história do planeta em que (um) Deus morreu para salvar a humanidade.
É extraordinariamente única.
Ironicamente: muita imaginação devem ter tido aqueles pobres e simples pescadores, para terem mudado o mundo civilizacional para sempre...

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"Muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu!"


Eu disse em 2021, Deus disse há 2.000 anos:

Sinopse do Santo Evangelho abaixo descrito - "Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu!, e ainda: O tempo está próximo. Não andeis atrás dessa gente! Quando ouvirdes falar em guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que essas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim."

Evangelho (Lc 21,5-19): Naquele tempo, algumas pessoas comentavam a respeito do templo, que era enfeitado com belas pedras e com ofertas votivas. Jesus disse: «Admirais essas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído».
Mas eles perguntaram: «Mestre, quando será, e qual o sinal de que isso está para acontecer?» Ele respondeu: «Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: Sou eu!, e ainda: O tempo está próximo. Não andeis atrás dessa gente! Quando ouvirdes falar em guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que essas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim».

E Jesus continuou: «Há de se levantar povo contra povo e reino contra reino. Haverá grandes terremotos, fome e pestes em vários lugares; acontecerão coisas pavorosas, e haverá grandes sinais no céu. Antes disso tudo, porém, sereis presos e perseguidos; sereis entregues às sinagogas e jogados na prisão; sereis levados diante de reis e governadores por causa do meu nome. Será uma ocasião para dardes testemunho. Determinai não preparar vossa defesa, porque eu vos darei palavras tão acertadas que nenhum dos inimigos vos poderá resistir ou rebater. Sereis entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos, parentes e amigos. A alguns de vós matarão. Sereis odiados por todos, por causa de meu nome. Mas nem um só fio de cabelo cairá da vossa cabeça. É pela vossa perseverança que conseguireis salvar a vossa vida!».

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O subjetivismo e o relativismo

Quando criamos o nosso próprio deus, Nietzsche ganhou. Matamos, em nós, Deus.
Deus é universal, omnipotente e omnipresente, parte do todo para o interior de cada um. O processo não é o inverso.

Post Scriptum - O referido supra é o subjetivismo e o relativismo, infelizmente, e a título de exemplo, introduzidos pelo V-II no Catolicismo e está, objetivamente, a dizimá-lo.

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Eventualmente sim...

"A diferença entre o que estamos a fazer e o que somos capazes de fazer resolveria a maior parte dos problemas do mundo.” 

Mahatma Gandhi

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Bravos

Obviamente não restringido a uma interpretação literal:
"Sagras a vida quando guerreias"
In "Brava Dança dos Heróis" 

Heróis do Mar

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SELECTION SOUNDZZZzzz!


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«Se mandarem os Reis embora, hão-de tornar a chamá-Los» (Alexandre Herculano)

«(…) abandonar o azul e branco, Portugal abandonara a sua história e que os povos que abandonam a sua história decaem e morrem (…)» (O Herói, Henrique Mitchell de Paiva Couceiro)

Entre homens de inteligência, não há nada mais nobre e digno do que um jurar lealdade a outro, enquanto seu representante, se aquele for merecedor disso. (Pedro Paiva Araújo)

Este povo antes de eleger um chefe de Estado, foi eleito como povo por um Rei! (Pedro Paiva Araújo)

«A República foi feita em Lisboa e o resto do País soube pelo telégrafo. O povo não teve nada a ver com isso» (testemunho de Alfredo Marceneiro prestado por João Ferreira Rosa)

«What an intelligent and dynamic young King. I just can not understand the portuguese, they have committed a very serious mistake which may cost them dearly, for years to come.» (Sir Winston Leonard Spencer-Churchill sobre D. Manuel II no seu exílio)

«Everything popular is wrong» (Oscar Wilde)

«Pergunta: Queres ser rei?

Resposta: Eu?! Jamais! Não sou tão pequeno quanto isso! Eu quero ser maior, quero por o Rei!» (NCP)

Um presidente da república disse «(...)"ser o provedor do povo". O povo. Aquela coisa distante. A vantagem de ser monárquico é nestas coisas. Um rei não diz ser o provedor do povo. Nem diz ser do povo. Diz que é o povo.» (Rodrigo Moita de Deus)

«Chegou a hora de acordar consciências e reunir vontades, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse» (S.A.R. Dom Duarte de Bragança)

«Depois de Vós, Nós» (El-Rei D. Manuel II de Portugal, 1909)

«Go on, palavras D'El-Rey!» (El-Rei D. Manuel II de Portugal)